AVISO:
Sr Fusão é apenas para uso externo. Se ao usar este endereço o seu computador for engolido acidentalmente você deve imediatamente desligar da tomada elétrica antes de procurar o conselho médico profissional.
Nós estamos sempre fazendo exatamente aquilo que queremos fazer. SEMPRE. Estejamos conscientes disso ou não. A vida é muito diferente para aquele que já se percebeu autor, o grande responsável, e não (mais) uma vítima dos acontecimentos, do meio externo, de si mesmo. É esta, pois, a importância de se fazer escolhas conscientemente (inclusive, escolher pensamentos ou como pensar)… Não para controlar os resultados, mas para ser verdadeiramente livre. Quando se está sempre só reagindo ou agindo baseado em impulsos ou condicionamentos, se está preso, escravizado por pensamentos e emoções que pensa não poder controlar. Assim, se é controlado pela mente, não é quem a controla. Entretanto, só é possível ser livre, só é possível mudar, evoluir, com algum grau de controle sobre si mesmo. Tal controle requer alguma consciência. Então, a maior e mais importante questão passa a ser: como crescer em consciência? Assim nos diz o Swami Dayananda Saraswati:
“Que é domínio da mente? É controlar ou investigar a massa cinzenta, as células do cérebro? Não. Aquilo que deve ser dominado não é o cérebro. O que deve ser dominado é a sua maneira de pensar. A mente é um caleidoscópio colorido de pensamentos fantasiosos que vêm e vão. Nem constante nem inquieta, sujeita a súbitos movimentos caprichosos, a mente é volúvel por natureza. Mas eu, o pensador, não necessito preencher as fantasias, nem ceder aos caprichos. Muitas são as fantasias e noções, isto é a mente. Mas eu sou a autoridade aprovadora.
Mesmo em termos relativos, a mente não é uma entidade definida, mas apenas uma coleção mutante de pensamentos moldados pela minha forma de pensar. Em geral, estas maneiras de pensar são de três tipos: impulsiva, na qual pensamentos não examinados, nascidos do instinto, mantêm o poder; mecânica, na qual um condicionamento prévio existente direciona a mente; e deliberada, onde o meu buddhi, a função avaliadora da mente, conscientemente examina as minhas idéias, aceitando-as ou descartando-as, de acordo com a minha estrutura de valores.
Existe um quarto modo de pensar: espontâneo, no qual os meus pensamentos, sem deliberação, concordam com os mais altos valores universais. Este tipo de pensar espontâneo só se manifesta, em nível absoluto, naquele que tem o autoconhecimento. Num nível relativo, o pensar espontâneo reflete o grau em que os valores universais se tornaram valores pessoais e assimilados. Em essência, o pensar espontâneo é o completo atmavinigraha (domínio sobre as minhas maneiras de pensar, sobre a mente). Como preparação para o autoconhecimento, no preocupamos com atmavinigraha relativo.
Atmavinigraha, domínio sobre minhas maneiras de pensar, pode ser somente relativo, uma vez que o completo controle requer conhecimento do Ser. Apenas este pode destruir por completo o domínio de gostos e aversões que impulsionam e condicionam minha maneira de pensar.
O que é domínio relativo? O domínio completo é caracterizado por espontaneidade. Se sou impulsivo ou condicionado, não sou um mestre. Se sou deliberado, não sou um mestre completo. Mas, através da deliberação, posso ser um mestre relativo. O domínio relativo é caracterizado por vigilância edeliberação. Tenho um domínio relativo sobre meus modos de pensar, quando racionalmente examino meus pensamentos e os aceito de maneira consciente ou os descarto. O domínio relativo significa tanto submeter todos os impulsos a um exame racional rigoroso como também quebrar qualquer hábito de cair no automatismo.
Tudo que envolve atmavinigraha é atenção e vigilância. Se estou alerta e consciente do que minha mente está fazendo, sempre terei escolha sobre a minha maneira de pensar. Com escolha, posso mudar. Posso submeter o comportamento aos valores. Com escolha, posso aprender com os erros. Com escolha, posso manter compromissos frente a distrações. A escolha requer um estado alerta, o que torna possível um domínio relativo sobre meus modos de pensar.”
Graças a importantes avanços técnicos,
a arte de marcar o tempo de forma ultraprecisa, vem avançado rapidamente nos
últimos anos. Hoje em dia, um bom Relógio de Césio marca os segundos com uma margem de erro
de 10-13, o que equivale a diferença de um segundo em 300.000 anos.
Mas os protótipos bem sucedidos de Relógios Ópticos que extraem o tempo de átomos de cálcio ou
íons de mercúrio, levaram os físicos a esperarem que dentro de três anos, essa
margem de erro baixe para 10-18.
Antes de prosseguir, que tal dar uma olhadinha na História dos Relógios para entender sua criação e evolução?
Ao longo da história, várias foram
as tentativas de se medir o tempo. Inicialmente a necessidade de marcar as divisões
do dia e da noite deu origem aos Relógios de Sol. Com o passar do tempo, por volta do século XIII,
o interesse por um instrumento mais confiável de medida, levou os artesões medievais
à construção do primeiro Relógio Mecânico. Este já atendia as necessidades dos mosteiros
e comunidades urbanas mas ainda não tinha precisão suficiente para aplicações
científicas, pois atrasavam ou adiantavam em média 15 minutos por dia.
No final de 1656, um jovem astrônomo e matemático chamado Christiaan Huygens
projetou o primeiro Relógio de Pêndulo , que era cem vezes mais preciso que os
seus antecessores, com uma variação de cerca de um minuto por semana.
Esse tipo de relógio foi muito utilizado até a descoberta de uma fonte de freqüência
extremamente uniforme e confiável: o quartzo. Os primeiros Relógios de Quartzo instalados em 1939, tinham variações de
apenas dois milésimos de segundo por dia. E no fim da segunda guerra, sua precisão
já tinha aumentado para o equivalente a um segundo a cada 30 anos. Mas a tecnologia
do quartzo também não permaneceu como padrão por muito tempo.
Em 1948 foi criado o primeiro Relógio Atômico baseado na freqüência de ressonância natural
do átomo, a oscilação entre dois de seus níveis de energia.
Na década de 50, experiências nos EUA e na Grã-Bretanha levaram ao desenvolvimento
do Relógio Atômico de Fonte de Césio . Hoje, o tempo marcado
por Relógios de Césio, tem uma precisão superior a um nanossegundo por dia.
Mas o que significa essa precisão? E o que na verdade quer dizer um segundo?
SEGUNDO
Em 1967, a definição internacional
do tempo passou a basear-se no átomo de césio, hoje, um segundo equivale a 9.192.631.770
oscilações da freqüência de ressonância natural deste elemento.
A partir de escalas de tempo fornecidas por 150 relógios atômicos distribuídos
pelo planeta, é calculada uma média ponderada, considerada o padrão primário
de freqüência. Dessa forma podemos dizer que a rigor para medir o tempo, os
relógios devem considerar o Césio, e essa é uma das grandes dificuldades dos
fabricantes de relógio.
A princípio
os relógios atômicos funcionam exatamente como todos os outros relógios, eles
possuem um oscilador que vibra regularmente e um contador que converte o número
de oscilações em segundos. Num Relógio de Césio , como veremos a seguir, esse
dispositivo não é mecânico (como um pêndulo), nem eletromecânico (como um cristal
de quartzo). É quantum-mecânico: um fóton de luz é absorvido pelo elétron da
camada externa do átomo de césio, fazendo com que este elétron inverta o seu
campo magnético e spin associado a ele. Ao contrário dos pêndulos e cristais, todos
os átomos de césio são idênticos e invertem o seu spin quando atingidos por
uma microondas de frequência 9.192.631.770 ciclos por segundo.
Mas nada é tão simples em Física Quântica. Para complicar as coisas temos o
Princípio de Incerteza de Heisenberg que estabelece limites
exatos para o grau de precisão com que é possível medir a frequência de um átomo
isolado. Para superar esse limite os cientistas consideram mais de um milhão
de átomos por vez. Como nesse caso não se trata de apenas uma medida, não transgride
as leis da mecânica quântica.
Mas as dificuldades não acabam aí, pois tal solução cria novos problemas. Dentro
de um relógio de césio um forno aquece o metal até este ferver tornando-se um
gás. Devido a energia térmica, os átomos aquecidos se movimentam aleatoriamente,
alguns se movimentam tão rápido que é como se para eles o tempo tivesse parado
(devido a relatividade ), enquanto para outros as microondas parecem
ter uma frequência maior ou menor do que realmente têm (devido ao efeito Doppler).
Mas dessa forma os átomos não se comportam mais de forma idêntica, e anteriormente
vimos que a vantagem do átomo sobre os outros osciladores (pendulo ou quartzo)
é justamente o fato de todos serem idênticos. Pois bem,o que será que Heisenberg
teria sugerido? Que tal abaixar a temperatura? Com a temperatura mais baixa,
a energia térmica também diminui e com ela a velocidade dos átomos, diminuindo
os efeitos relativísticos e de Doppler.
Atualmente
os quatro ou cinco melhores relógios atiram balas de césio super resfriado numa
câmara de microondas, como mostra a figura acima. Para condensar o gás aquecido
de césio numa bala, seis feixes de laser se intercruzam, desaceleram os átomos,
fazendo-os chegar a uma temperatura menor que dois microkelvins, quase repouso
total. Essas balas gasosas são lançadas numa cavidade de microonda, que altera
o spin do seu elétron da última camada do césio. Um laser de prova excita novamente
os átomos para descobrir quantos deles chegaram ao estado desejado. Um circuito
de realimentação ajusta a frequência da microonda até ela detectar a ressonância
natural do momento em que acontece a inversão do spin do átomo de césio, e liga
o contador do relógio.
Mas os relógios de fonte ainda deixam a desejar, já que para se obter um bom
segundo, deveríamos aumentar a altura da fonte. Hoje um relógio de fonte de
dois metros de altura, tem meio segundo para inverter o spin, para duplicar
esse tempo deveríamos quadruplicar a altura da fonte. Ao invés de abrir um buraco
no teto do laboratório, os cientistas pretendem levar os relógios de fonte para
o espaço. Com a gravidade zero, uma bala lançada a 15 centímetros por segundo
numa fonte de 74 centimetros, proporcionaria 5 a 10 segundos de observação,
aumentando assim a precisão na medida do segundo.
Relógios baseados em outros átomos vêm sendo desenvolvidos com o intuito de
aumentar ainda mais a precisão, e superar os problemas dos Relógios de fonte
de césio. Entre esses relógios destaca-se o Relógio Atômico Óptico , que se baseia num único átomo de cálcio
ou em íons de mercúrio. A margem de erro desse tipo de relógio será abaixo de
10-18.
O que o princípio
da incerteza diz essencialmente é que não existe meio de medir com precisão
as propriedades mais elementares do comportamento subatômico. Ou melhor, quanto
mais precisamente você mede uma propriedade menos precisamente você pode conhecer
outra. Mais certeza de uma, mais incerteza de outra.
Heisenberg, ao investigar as medições
comuns aos físicos, tais como: posição, velocidade, quantidade de movimento,
energia e tempo. Chegou a uma conclusão surpreendente que levou ao desenvolvimento
de sua teoria. No caso de partículas subatômicas, para observar por exemplo
a posição do elétron, era necessário fazer algo rebater nele - luz, por exemplo.
Em outras palavras, você tem que introduzir uma forma de radiação, a qual tem
sua própria energia, e essa energia vai perturbar o caminho do elétron em maior
ou menor grau. De fato, quanto mais precisamente se deseja medir a posição de
um elétron, mais energia deverá ser adicionada a radiação incidente, e portanto
maior será a variação na quantidade de movimento do elétron. No entanto, se
o que você deseja é medir a quantidade de movimento, então a interferência da
radiação deve ser minimizada, mas dessa forma, torna-se impossível determinar
precisamente a posição do elétron.
Resumindo,
radiação de alta energia dará a você dados mais precisos sobre a posição do
elétron em um dado momento, enquanto que destrói a evidência de sua velocidade
inicial. Radiação de baixa energia dará a você dados mais precisos sobre a rapidez
com que ele se move em um dado tempo, enquanto que encobre os dados sobre sua
localização. E o que é ainda mais estranho, o próprio ato de observar a posição
de um elétron vai fazer com que ele "se comporte" mais como uma partícula, enquanto
que o ato de medir sua energia fará com que ele "se comporte" mais como uma
onda.
Depois
dessas conclusões, Heisenberg definiu uma fórmula para expressar como se comporta
essa incerteza: Sendo dx a incerteza na posição, dp a incerteza na quantidade
de movimento e h a constante de Planck, o Princípio de Incerteza pode ser definido
como:
dx
dp > h
Ou ainda
dE
dt > h
Onde
dE é a incerteza na medida da energia e dt é a incerteza no tempo.
Isto
é, a incerteza nunca pode ser reduzida a zero, e quanto melhor você medir uma
quantidade mais incerta será a outra.
Não é que o nosso conhecimento sobre as partículas atômicas seja incerto porque
nossas técnicas de medição ainda não são suficientemente boas. O ponto é que
técnica alguma jamais poderá superar a incerteza fundamental do comportamento
de grandezas quânticas.
Em
termos práticos, o que o princípio da incerteza sugere é que você não pode tratar
partículas quânticas como se fossem iguais aos objetos de nossa vida diária
- objetos que podemos apontar e dizer: "Este objeto está aqui, agora, e é para
lá que ele está indo". Os aspectos essenciais de uma partícula (posição, velocidade,
quantidade de movimento, energia) nunca podem ser imediatamente observados com
precisão - o próprio ato da observação, inevitável e irremediavelmente, distorce
pelo menos uma dessas características.
É
o momento angular intrínseco de uma partícula subatômica. Na física atômica
e de partículas existem dois tipos de momento angular: o momento angular de
spin e o momento angular orbital. O spin é uma propriedade fundamental de todas
as partículas elementares e existe ainda que a partícula não se mova; o momento
angular orbital se deve ao movimento da partícula. O momento angular total de
uma partícula é uma combinação dos momentos angulares orbital e de spin. A teoria
quântica afirma que o momento angular de spins pode assumir determinados valores
discretos. Esses valores discretos se expressam como múltiplos inteiros ou semi-inteiros
da unidade fundamental do momento angular
As
moléculas constituintes da matéria estão em contínuo movimento, denominado agitação
térmica. A energia cinética associada a esse movimento é chamada energia térmica.
Podemos considerar a temperatura de um corpo como sendo a medida do grau de
agitação de suas moléculas. Dessa forma , supondo não haver mudanças de fase,
quando o corpo recebe energia térmica, suas moléculas passam a se agitar mais
intensamente: a temperatura aumenta. Ao perder energia, as moléculas do corpo
se agitam com menor intensidade: a temperatura diminui.
O relógio de
sol mais primitivo que se tem conhecimento, era constituido de uma haste vertical
fincada na terra. Associava-se o movimento da sombra provocada por esta haste
com o passar do tempo durante o dia, podia-se saber quanto tempo de luz ainda
restava antes de chegar o anoitecer. Mais tarde alguém teve a ótima idéia de
inclinar esta haste em direção ao polo celeste, dando origem ao primeiro quadrante
solar, fazendo com que as horas fossem razoavelmente iguais em todos os dias
do ano, melhorando muito a precisão da pequena vareta enfiada no chão. A preocupação
do homem com a medida do tempo foi ficando cada vez maior, o que levou a criação
do relógio
de água que eram usados para medir o tempo durante a noite ou quando não
havia sol. Mais tarde ainda surgiram as ampulhetas ou relógios de areia.
O Relógio de
Sol apresentava desvantagens: só funcionava no período diurno e em dias ensolarados.
Essa dificuldade fez com que se procurasse novas formas de medir o tempo. Observou-se
que um líquido em um reservatório, ao vazar por um pequeno orifício, mantinha
uma certa regularidade. A partir desta idéia, criou-se, então, o Relógio de
Água ou Clepsidra. Esses relógios constituíam-se por dois recipientes, marcados
com escalas uniformes de tempo, dispostos de forma que a água pudesse escoar,
por gotejamento, de um para o outro. Um flutuador (bóia) auxiliava as leituras
temporais. Esses relógios não eram muito precisos, devido à variação da temperatura
que alterava a viscosidade da água, tornando o fluxo irregular.
Os
primeiros relógios mecânicos foram construídos por volta de 1300. Eles possuiam
pesos descendentes (responsáveis pela força motriz), engrenagens (que transmitiam
a energia) e um dispositivo chamado escape (a peça mais inovadora dos primeiros
relógios mecânicos. O escape controla a rotação das engrenagens e transmite
a energia destinada a manter o movimento do oscilador, o qual por sua vez, regula
a velocidade de operação do relógio.
Este
foi UM DOS PRIMEIROS RELÓGIOS MECÂNICOS.
Construído entre 1327 e 1336. Encomendado por
Richard de Wallingford, matemático inglês e abade da
Abadia de Santo Albano, para ajudar os frades a
seguir a rotina diária.
Graças
aos seus estudos ,ao estabelecer as leis do pêndulo, Galileu viu nesse instrumento
a possibilidade de utiliza-los como reguladores de tempo, porem o inventor do
relógio utilizando os princípios do pêndulo foi Huygens em 1657. No relógio
de Huygens, o movimento do pêndulo, influenciado pela gravidade, substitui a
oscilação, movida por meios puramente mecânicos, do filiot horizontal. O rítmo
do pêndulo passa a regular a ação da haste do escape e a rotação das rodas,
as quais por sua vez, transmitem de forma mais confiável e precisa a ação de
mecânismo aos ponteiros do mostrador.
No
fim da década de 60, o oscilador mecânico foi substituido por um oscilador eletrônico
baseado no uso de transistores. Os cristais de quartzo são piezelétricos, ou
seja, vibram quando submetidos a uma diferença de potencial. Quando é conduzido
pela voltagem até sua frequencia harmônica, o cristal oscila de maneira ressonante,
como um sino. A saída do oscilador é então convertida em impulsos apropriados
aos circuitos digitais do relógio, que operam um visor digital ou ponteiros
acionados eletricamente.
Usando
uma elaborada tecnologia de laser e um único átomo de mercúrio, cientistas do
Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia dos Estados Unidos criaram o relógio
mais preciso do mundo. O aparelho, um novo tipo de relógio atômico, produz 1
quatrilhão de "tiques" por segundo - os atômicos atuais, de césio, batem num
intervalo 100 mil vezes menor. O chamado relógio óptico (porque utiliza um laser)
foi descrito na revista científica norte-americana "Science" (www.sciencemag.org).
Você
já percebeu que quando um carro passa buzinando, o som de sua buzina é mais
agudo quando se aproxima e mais grave quando está se afastando? Mas para quem
está dentro do veículo o tom não muda.
O que será que está acontecendo? Porque essa diferença?
Em 1842, Christian J. Doppler, um físico austríaco, conseguiu explicar porque
isso acontecia.
A
velocidade do som no ar é de 344 m/s a 20 ºC. Quando a fonte sonora se desloca
a uma velocidade relativamente grande, pelo menos uns 10% da velocidade do som,
as frentes de onda que se aproximam são comprimidas e o som parece mais agudo,
enquanto elas se rarefazem quando a fonte do som se afasta. Este fenômeno foi
chamado de efeito Doppler.
Na
luz, este efeito é mais difícil de ser observado. Um dos motivos é que a velocidade
da luz é muito grande, c = 300 000 000 m/s.
Hoje
o efeito Doppler é muito utilizado em instrumentos de medição, não ficando apenas
limitados aos fenômenos acústicos, os radares por exemplo, utilizam o Efeito
Doppler em ondas eletromagnéticas para detectar obstáculos.
Em
1924, Edwin Hubble analisando o espectro de galáxias distantes percebeu que
eram constituidas dos mesmos materiais já conhecidos, só que suas raias estavam
deslocadas para o vermelho. E quanto mais distantes maior o deslocamento para
o vermelho (redshift).
De
acordo com o efeito Doppler, quando uma fonte de luz está se aproximando do
observador a frequência recebida será maior do que a frequência real e quando
a fonte de luz está se afastando, a frequência recebida será menor do que a
real. Se observar o espectro eletromagnético abaixo, você perceberá que a frequência
da luz vermelha é a menor do espectro óptico, logo um deslocamento para o vermelho
significa que a fonte (uma galáxia, por exemplo) está se afastando.
Com
o Efeito Doppler podemos calcular a que velocidade uma galáxia está se afastando,
e foi com isso que surgiu a idéia de Universo em expanção.
A
teoria da relatividade é constituida por duas teorias diferentes: teoria da
relatividade restrita e teoria da relatividade geral. Neste texto vamos na teoria
da relatividade restrita que pode ser deduzida a partir de dois postulados propostos
por Einstein em 1905.
1-
Não se pode perceber o movimento absoluto.
2- A velocidade da luz é indepedente do movimento da fonte. Ou ainda, qualquer
observador mede sempre o mesmo valor para a velocidade da luz.
Muitas
das consequencias desses postulados contradizem o senso comum. Para entender
algumas dessas consequencias imagine o seguinte:
Uma
bola e dois meninos.
Um
desses meninos chuta a bola que adquire uma velocidade V1 e ao mesmo tempo começa
a correr com velocidade V2. O menino que continuou parado vê a bola se distanciando
com velocidade V1, já o menino que está correndo vê a bola se distanciando com
velocidade (V1 - V2).
Para entender melhor o que isso quer dizer imagine que a velocidade V1 da bola
seja 10m/s e que a velocidade V2 do menino seja 5m/s. O menino que está parado
vê a bola se distânciando a 10m/s, já para o menino que está correndo, a bola
parece estar a ( 10- 5= 5m/s ).
No
caso em que as velocidades são muito menores que a velocidade da luz ( c = 3
x 108 m/s ) esta relação é correta, mas se no lugar da bola tivéssemos
um feixe de luz, com velocidade c? O segundo menino veria o feixe com
velocidade (c - V2) ?
De
acordo com o segundo postulado, a velocidade da luz tem o mesmo valor para qualquer
observador, desta forma os dois meninos observarão a luz com a mesma velocidade
c. O que contraria o senso comum.
A incoerencia dos cálculos clássicos levaram a formulação da uma transformação
relativistica, que está de acordo com os postulados de Einstein. Esta transformação
é conhecida como Transformação de Lorentz:
Considerando
dois referenciais um parado e um se movendo com velocidade V sobre o eixo x:
A
transformação de Lorentz fica:
x'
= A ( x - V )
x
= A ( x' - V )
t'
= A ( t - Vx/c2)
t
= A ( t' + Vx'/c2)
Onde
A é uma constante dada por:
A
= ( 1 - V2/c2)-1/2
Se
observarmos a relação acima, poderemos perceber que quando V é muito menor que
c, A é igual a 1. Que é exatamente o caso clássico.
Várias
são as aplicações e consequências da transformação de Lorentz, uma delas é a
dilatação do tempo e a contração do espaço.
Se imaginarmos dois eventos acontecendo no mesmo referencial, um no instante
t1 e outro no instante t2 , a diferença de tempo entre
esses dois eventos neste referencial será ( t1-t2 = tp
) onde tp é chamado tempo próprio. Atravéz da Transformação de Lorentz,
podemos calcular qual seria diferença de tempo entre os dois eventos vistos
de outro referencial:
t'2
- t'1 = A (t2-Vx'/c2) - A (t1-Vx'/c2)
= A (t2 - t1)
t'
= A tp
Como
A é sempre maior do que 1, então o intervalo de tempo t' é sempre maior do que
tempo próprio tp, o que é conhecida como dilatação do tempo.
O
mesmo pode ser obtido para os comprimentos.
A distância entre dois eventos no mesmo referencial Lp poderá ser
encontrado em função de outro referencial atravéz da transformação de Lorentz,
o que resultará como mostra a equação abaixo, numa diminuição da distância.
L'
= Lp/A
Esse
efeito é conhecido como contração dos comprimentos ou contração de Lorentz.
Outra
várias consequencias podem ser obtidas atravéz da Transformação de Lorentz e
os Postulados de Einstein
Relógio atômico mais preciso do mundo marca novo recorde
Com informações do NPL, BBC e PSU - 26/08/2011
Este é o relógio mais preciso do mundo, um relógio atômico de fonte de césio.[Imagem: National Physical Laboratory]
Melhor que relógio suíço Uma nova aferição apontou que o relógio atômico do Laboratório de Física Nacional da Grã-Bretanha é o mais preciso do mundo. Segundo a pesquisa, feita por pesquisadores norte-americanos e britânicos, o relógio CsF2 tem uma precisão de 2,3 × 10-16 - ele atrasa ou adianta um segundo a cada 138 milhões de anos.
O recorde anterior era de um relógio atômico feito com um único átomo de mercúrio, que corre o risco de errar um segundo a cada 70 milhões de anos. Relógio de fonte de césio
O CsF2 é um relógio de fonte de césio que usa o movimento em forma de
fonte dos átomos de césio para determinar a duração de um segundo.
Os átomos são reunidos em maços de cerca de 100 milhões e
direcionados através de uma cavidade onde são expostos a ondas
eletromagnéticas.
Estas ondas estimulam o átomo para que ele oscile de forma regular. O
Sistema Internacional de Unidades (SI) considera que 9.192.631.770
ciclos de radiação equivalem a um segundo. Tempo internacional O novo relógio mais preciso do mundo
pertence é um dentre um grupo de relógios de fonte de césio que foram
construídas pelos laboratórios de tempo na Europa, nos Estados Unidos e
no Japão, para servir como "padrão primário de frequência" para a
medição de tempo. Estas medições nacionais são reunidas para a geração de uma
média para a produção do Tempo Atômico Internacional e do Tempo
Universal Coordenado, que são usados como escalas de tempo em todo o
mundo para tais processos críticos como as comunicações globais, navegação por satélite e tempo oficial para as transações financeiros e mercados de ações.
O método utilizado para melhorar o relógio do Reino Unido também
poderá servir para avaliar os relógios de fonte de césio de outros
países, melhorando substancialmente a medição mundial do tempo.
Como funciona o relógio atômico?
A princípio, de um jeito simples. Ele é basicamente um
relógio comum, movido a quartzo, mas com uma diferença: a hora que ele
marca é acertada sempre, sem parar. Isso porque os ajustes são feitos
com base em átomos que "vibram" de um jeito extremamente preciso,
bilhões de vezes por segundo. Por isso, esses relógios praticamente não
atrasam nem adiantam. Os mais modernos erram no máximo dois
bilionésimos, ou nanossegundos, por dia, contra dez milésimos dos
melhores relógios de quartzo. Assim, para perder ou ganhar um segundo,
um bom relógio atômico demoraria mais de 1 milhão de anos! E mesmo essas
incorreções mínimas são eliminadas por uma rede mundial com centenas
dessas máquinas interligadas via satélite. Parece exagero, mas não é.
Muitas coisas nem sequer existiriam sem esse grau de precisão.
O Sistema de Posicionamento Global (GPS), que serve, entre outras
coisas, para guiar via satélite os aviões, é uma delas. "O GPS diz a
posição de um avião, por exemplo, calculando o tempo com que um sinal
sai do satélite e chega à aeronave. Assim, um atraso de três
nanossegundos no relógio do satélite significa um erro de 1 metro em sua
posição", diz o físico americano Donald Sullivan, que comanda o relógio
atômico mais preciso do mundo, no Instituto Nacional de Padrões e
Tecnologia dos Estados Unidos. Com tanta exatidão, esses relógios,
criados em 1949, se tornaram a base da definição do tempo. Desde 1967, o
intervalo de um segundo foi determinado como o tempo em que um átomo de
césio 133, o mais usado nos relógios, "oscila" 9 192 631 770 vezes.
Ajuste eternoÁtomos que vibram regulam os bilionésimos de segundos
1. Átomos de césio 133 são aquecidos e lançados em forma de raio
2. Ímãs separam os átomos capazes de receber energia
3. Aqui os átomos são expostos à energia em forma de ondas. Cada um
deles só absorverá a energia se as ondas estiverem em uma freqüência de 9
192 631 770 hertz, ou ciclos por segundo (veja quadro acima)
4. Um oscilador de quartzo (igual ao dos relógios comuns) ajusta o
mecanismo que envia ondas para ele lançar freqüências próximas àquela
que o césio pode absorver. A freqüência ainda não é exata, pois o
oscilador não é suficientemente preciso
5. Entre as diferentes ondas de freqüência, algumas estarão a exatos 9
192 631 770 hertz. Assim alguns átomos de césio receberão energia
6. Aqui os átomos que receberam energia são separados por ímãs e
identificados por um detector, que avisa ao oscilador que ele atingiu a
freqüência correta
7. A freqüência, agora exata, é dividida por 9 192 631 770 (o valor
dela em hertz). O resultado é um pulso por segundo, que é marcado pelo
relógio com precisão de bilionésimos. Para manter a exatidão, o processo
é repetido o tempo todo
Na onda certa
Freqüência é o número de ciclos — cristas e depressões — que uma onda
dá em um segundo. Se uma onda estiver acima (linha azul) ou abaixo
(linha amarela) de 9 192 631 770 ciclos por segundo, o átomo de césio
133 não receberá a energia que ela carrega. No caso do césio, esse longo
número é a sua freqüência de ressonância, aquela em que esse átomo
absorve ou emite energia (linha verde). Simplificando muito, é a
freqüência em que ele vibra
Baratas são artrópodes da classe dos insetos. Todavia, para os humanos, elas não tem nenhuma classe e são seres bem asquerosos. Qualquer um de nós é capaz de matar uma barata fácil, fácil. Muitos tem pena dos pássaros, alguns gostam das tartarugas, outros dos pandas, porém ninguém sente qualquer compaixão pelas pobres baratas, aliás todos sentem é nojo só de pensar nelas existindo por ai. Mas a despeito de todo empenho humano aplicado para exterminá-las, elas resistem e estão por toda parte, até mesmo nos lugares mais improváveis. Habitando os cantos mais inusitados, ocupando frestas inóspitas, enfeitando os lindos esgotos da vida ,vivendo dos nossos restos, enfim.
As baratas estão mesmo fadadas a serem bichos escrotos. Para elas não há salvação. Nunca ninguém fundará a sociedade protetora das baratas, nem levará os filhos para visitá-las no jardim zoológico ou no circo. As baratas estão sozinhas nesse mundo cão.
Atento para o fato de que apesar das adversidades as baratas continuam firmes. Inventamos inseticidas cada vez mais potentes, venenos cada vez mais eficazes mas elas resistem e não dão nem sinal de que podem entrar em extinção algum dia. As baratas não estão nem ai. Não ligam pra nada mesmo . Não são de fazer cerimônia. Persuasivas, nunca são bem vindas , embora quase sempre compareçam. E sempre vistas com maus olhos.
As baratas não servem nem de cobaia porque não são de confiança. Ninguém coleciona baratas como fazem com as borboletas. E elas parecem não ser tão unidas quanto as formigas. Embora aparentemente sejam mais livres. Elas sobrevivem sem celular, não vão nunca a teatros e não navegam na Internet, ou seja, elas não tem o mínimo de sofisticação.
As baratas não lêem a bíblia. Elas mofam e ficam a espreita. Na calada da noite surgem timidamente e se instalam onde não foram chamadas. Acho que as baratas já sacaram que os humanos não vão com a sua cara. Elas são bem espertas. Parecem tolas mas não são não. Elas se acham espertas em seu mundinho de bosta e assim como nós vão sobrevivendo.
As baratas são meio chatas e possuem antenas além de patas articuláveis, ah! e também exoesqueleto. Baratas não tem sangue de barata. No lugar do sangue elas tem linfa – uma meleca branca que serve muito bem para elas viverem. Barata não tem medo de barata mas não se arrisca muito com outros bichos. Elas ficam na delas. As mais audaciosas saem voando para desespero das fêmeas da espécie humana que, quando estão naqueles dias, choram. Com as baratas não tem frescura, mesmo as baratas fêmeas são duronas e cospem em tudo. As moscas podem voar bem mais alto embora sobrevivam por apenas algumas horas. A vida de uma barata pode durar semanas para o desespero das pessoas. Como já foi dito as baratas não lêem a bíblia, mas nem por isso vão para o inferno, elas acreditam no seu deus baratão que vai salvá-las no final. Não sabem rezar mas mexem as antenas para manifestar seu apreço pelo inseto superior.
As baratas são alegres e calmas e às vezes agitadas e tristes. Às vezes elas se fingem de mortas ficando de barriga pra cima mas depois ressuscitam e dão no pé. As baratas comem de tudo menos barata, o que já demonstra um certo grau de civilização.
As baratas não dormem nunca, nem escrevem poemas. As baratas são simples, modestas e até simpáticas, quando estão mortas. As baratas não gritam nem se desesperam, pois não são de fazer alarde. Elas suportam.
As baratas velhas ensinam aos seus filhos baratinhas a temer os humanos e a mexer as antenas em louvor ao todo poderoso deus baratão, pobres baratinhas indefesas que são.
Cada transa de uma barata dura em média um segundo. De uma transa bem sucedida podem surgir mais de duzentas baratinhas de uma vez. Essa deve ser uma possível explicação para haver tanta barata assim no mundo. Dizem os cientistas , aqueles caras que estudam as baratas e tudo mais, que somente as baratas resistirão a um desastre nuclear. Como se pode notar as baratas são obstinadas e não são de morrer por qualquer bobagem. Elas não fundaram um sindicato para garantir os direitos da classe por que não leram Marx e portanto estão alienadas. As baratas se trabalhassem numa fábrica certamente seriam exploradas. Ainda bem que elas são autônomas.
As baratas não contam o tempo, elas apenas se entopem de porcarias e depois defecam. Ainda bem que as baratas não são do tamanho dos elefantes. Acho que as baratas não sabem de nada. Nem imaginam o que está por trás de tudo. As baratas são tão distraídas que nem sabem que existem. Elas apenas aparecem ali e ficam.
As baratas não sacam Nietzsche nem nada. Do contrário se tornariam super baratas e zombariam do deus baratão. Além do mais diriam que o deus baratão morreu e que foram as reles baratinhas que o mataram. Mas de fato isso não acontece.
Eu não seria capaz de comer barata nem mesmo por grana. Mas se estiver passando fome quem sabe? Não tenho menos nojo de barata do que de gente. Gente também é bem nojenta. Não gosto de barata mas se fosse um costume antigo ou uma nova moda tê-las por bicho de estimação talvez eu não pudesse resistir e teria uma. Seu nome seria Kafka. Entretanto, como diz um velho ditado humano – Barata boa é barata morta! As baratas servem para alguma coisa? Bem, assim como as moscas, os mosquitos e os ratos, elas também prestam para reciclar material orgânico, ou seja, sem eles haveria muito mais sujeira e cadáveres (sem se decompor) por aí. Quer dizer, só as baratas que vivem na natureza, pois as caseiras não empenham nenhum papel ecológico! As baratas caseiras são apenas 1% das mais de 4000 espécies diferentes que existem na Terra, mas só isso j causa um enorme estrago entre os seres humanos. Isso por causa da sua alimentação (que é rica em restos de comida e animais e vegetais mortos, e por isso suas patas desseminam várias doenças por onde passam), sua resistência (elas conseguem sobreviver um mês sem comer e vários dias com a cabeça arrancada, e sobreviver à uma explosão nuclear (deve ser por isso que a Usina Nuclear de Springfield vive cheinha delas)), seus pelinhos do traseiro (são chamados de cercis e "capazes de perceber movimentos sutis do ar e lhe permitem obter informações sobre possíveis ameaças, como localização, tamanho e velocidade. Além disso, elas enxergam muito bem, mesmo quando não há luz, e seus ouvidos são capazes de detectar até os passos de outra barata", afirma Ana Carolina Prado, jornalista e escritora do blog Superlistas), além do seu terrível hábito de "roer os lábios das pessoas durante o sono para pegar partículas de alimentos", fala de Ana, outra vez (durma com uma informação dessas! Atenção: Esta frase está em branco, pois pode causar insônia e muito medo para os mais sensíveis, então só selecione-a se for corajoso o bastante ou curioso). O problema é acabar com esses repugnantes insetos, sorte que a Super dá uma dica: "Aerossóis e outros produtos na forma líquida são eficientes contra a barata de esgoto (Periplaneta americana); para matar a barata de cozinha (Blattella germanica), as formulações gel são as mais indicadas.". Apesar de tudo isso cientistas britânicos descobriram que há uma fonte de antibióticos em suas cabeças! De acordo com as pesquisas deste grupo de cientistas, no cérebro das baratas são acumulados compostos químicos muito potentes, capazes de eliminar super-bactérias! Leia um trecho doartigo escrito por Rodrigo Itao publicado no site Planet WTF: "Os cientistas identificaram nove compostos químicos diferentes nos cérebros das baratas e lagostas, segundo publicou o site especializado Science Daily. Estas substâncias, segundo os cientistas, contêm propriedades antimicrobianas suficientes para matar pelo menos 90% dos Staphylococcus aureus, que são resistentes a meticilina, sem causar danos às células humanas. [...] “Acreditamos que seu sistema nervoso precisa estar continuamente protegido porque se essa proteção quebrar, o inseto morre. Inclusive o animal pode sofrer danos nas suas estruturas periféricas sem morrer”, explicou.". Existem mais de 5 mil espécies de baratas. Um detalhe: mil vivem no Brasil.
O único lugar onde não existem baratas são as calotas polares – ou seja, os extremos congelantes do planeta.
Das 5 mil espécies de baratas conhecidas, apenas 1% são consideradas pragas urbanas.
A espécie mais comum no Brasil é a Periplaneta Americana (ou barata americana). O curioso é que, apesar do nome, ela tem origem na África.
O registro fóssil mais antigo de uma barata tem por volta de 200 milhões de anos (prova de que elas conviveram com os dinossauros).
Enquanto um ser humano consegue suportar 12 vezes a gravidade da Terra, a barata é capaz de aguentar 126 vezes.
Uma barata vive entre 5 e 6 meses (depende da espécie), mas é capaz de deixar 800 descendentes.
As baratas possuem pequenos pêlos no abdômen que permitem detectar “vibrações” no ar e descobrir se algum inimigo (uma chinela, por exemplo) se aproxima. Essas vibrações também são percebidas pelos pêlos das pernas.
As antenas funcionam como sensores gustativos, táteis e olfativos.
A audição da barata é tão sensível que ela é capaz de detectar a aproximação de outra barata, bem como pequenos tremores de terra (algo como 0,07 graus na escala Richter).
Baratas transmitem 32 doenças por bactérias, 17 por fungos, 3 por protozoários e 2 por vírus.
Quer uma idéia das doenças transmitidas por baratas? Então, aí vai: cólera, peste, febre tifóide, herpes, poliomielite, conjuntivite…
Algumas espécies de baratas podem sobreviver um mês sem uma gota d´água.
Baratas podem sobreviver vários dias sem a cabeça.
Baratas podem se arrastar dezenas de metros mesmo com as vísceras expostas depois de uma chinelada.
Se uma pata da barata fôr arrancada, ela pode recuperá-la em poucos dias.
Baratas não dormem, mas se recolhem durante o dia. Aliás, não custa avisar: se você costuma encontrar baratas durante o dia em sua casa, é sinal de que a população delas anda muito alta.
Baratas correm tão rápido que, se tivessem o mesmo tamanho de um ser humano, atingiriam com facilidade a velocidade de 320 Km/h.
Um curiosidade bem nojenta (mesmo!!): baratas podem roer os seus lábios enquando você dorme.
Agora, uma curiosidade ainda mais nojenta (meeeesmo!!!!): baratas podem introduzir a cabeça nas narinas de uma pessoa para comer secreções.
Em um mundo como esse, pobre em biodiversidade, a vida é mais
vulnerável – como há poucas espécies, aumentam as chances de que uma
única tragédia destrua todas.
A Pangea foi um imenso continente
que existiu entre 280 e 180 milhões de anos atrás, numa época em que o
mundo era habitado pelos dinossauros. Naquele tempo, quase toda a massa
continental que hoje compõe as Américas, a Europa, a África, a Oceania, a
Ásia e a Antártida estava grudada e formava uma imensa massa contínua
de terra . Acontece que os continentes e os oceanos estão assentados
numa fina casquinha que flutua ao sabor da correnteza de rocha derretida
que recheia a Terra. Com o tempo, essa correnteza despedaçou a Pangea e
jogou cada pedacinho para um lado, dando origem aos continentes que
conhecemos hoje.
Se essa casquinha fosse mais resistente, ou a correnteza mais fraca, a
Pangea continuaria unida até hoje e este seria um mundo bem diferente. O
efeito mais imediato é que existiriam menos espécies animais e vegetais
sobre a Terra. “O isolamento geográfico aumenta a diversidade biológi-
ca”, afirma o paleontólogo Reinaldo Bertini, da Universidade Estadual
Paulista (Unesp), em Rio Claro, interior de São Paulo.
Foi a separação dos continentes que fez com que grupos de animais e
vegetais tomassem caminhos evolutivos diversos e começassem a se
diferenciar. A enorme diversidade das Ilhas Galápagos (América do Sul) e
de Madagáscar (África), que se separaram de seus respectivos
continentes, são exemplos do efeito dessa divisão. Com a fragmentação da
Pangea, o número de espécies de dinossauros cresceu. Os mamíferos, que,
naquele tempo, não passavam de pequenos quadrúpedes mais
insignificantes que os ratos modernos, também começaram a se
diversificar.
O clima
também mudaria radicalmente – seria muito mais seco. Hoje, com vários
continentes pequenos, os ventos úmidos que sopram do mar levam chuva
até o interior. Com a Pangea isso não aconteceria. Haveria uma massa de
terra tão imensa que seu centro jamais seria tocado pelos ventos úmidos.
Com toda a certeza, proliferariam os desertos e eles seriam muito
maiores e mais inóspitos que o Saara. O Brasil, por exemplo, seria árido
como o Afeganistão. As florestas, onde se concentra a maioria das
espécies, seriam poucas e concentradas no litoral.
Em um mundo como esse, pobre em biodiversidade, a vida é mais
vulnerável – como há poucas espécies, aumentam as chances de que uma
única tragédia destrua todas. Seria essa Terra que, há 65 milhões de
anos, se chocaria com um asteróide, levantando uma imensa nuvem de
poeira que bloquearia o Sol e mataria boa parte das plantas. No mundo
real, dividido em continentes, esse desastre cósmico foi suficiente para
matar de fome os dinossauros, abrindo espaço para que os mamíferos
crescessem e conquistassem os ecossistemas. Mas, nesse nosso mundo
fictício, o da Pangea, a tragédia teria sido maior ainda. Os mamíferos,
que seriam poucos, talvez se extinguissem inteiramente junto com os
dinossauros. Com isso, seus descendentes – baleias, vacas, cachorros,
macacos, humanos – jamais poderiam nascer.
Mas a tragédia dificilmente varreria toda a vida do planeta. “Sempre
sobra alguma coisa”, diz Bertini. É pouco provável que os insetos se
extinguissem – eles são pequenos, precisam de pouca comida e
provavelmente se alimentariam dos cadáveres dos outros seres. Com o
tempo, esses insetos dominariam o planeta e, sem a concorrência de
mamíferos e dinossauros, iriam lentamente ganhar tamanho. Nesse cenário,
a Terra chegaria aos dias de hoje dominada por formigas enormes, moscas
imensas, baratas gigantes. Que bom que a Pangea se dividiu.
Física Quantica; com ela a ciência física ingressou, sem que
quisesse ou tivesse se proposto à isso, no campo que, tradicionalmente,
havia sido terreno religioso, chamado de "mundo sutil, espiritual ou
mental". Calma..siga adiante !
Através de um experimento realizado por cientistas com um acelerador de
partículas atômicas, pôde-se comprovar que os elétrons que giram em
órbitas ao redor do núcleo de um átomo só se materializam quando a
consciência humana os visualiza a partir de seu veículo tridimensional
ou corpo físico.
A física quântica demonstrou, em suas tentativas de compreender as leis
que regem o mundo das partículas subatômicas, que o observador da
matéria, ou seja, a consciência humana, altera o mundo subatômico quando
este é observado pelo homem.
Isso nos levou a inúmeras conclusões científicas, morais e espirituais.
Em outras palavras, a física quântica demonstrou que somos co-criadores
do universo junto com Deus e que, quando vemos uma árvore em vez de um
acúmulo de moléculas em ação, é porque a consciência humana concede à
manifestação física da árvore as características particulares que lhe
permitem ser visível.
E aqui recordamos esse antigo coan Zen, que nos pergunta:"Se uma árvore
cai no bosque e não há ninguém presente, será que a queda provoca algum
ruído?".
Do ponto de vista da ciência física newtoniana a resposta era sim, claro
que faz ruído, porque os sons são ondas que são geradas como resultado
do choque da matéria com a matéria, mas do ponto de vista quântico
científico espiritual a resposta é outra.
A árvore não faz ruído a menos que uma consciência o entenda desta
maneira. Na ausência de uma consciência, as partículas que compõem a
árvore, assim como as partículas com as quais se choca, simplesmente
reagem de maneiras impredizíveis e não geram sons, porque as partículas
subatômicas não são nem partículas nem ondas. São ambas as coisas ao
mesmo tempo.
À luz destes descobrimentos, muitas coisas que tradicionalmente foram
classificadas como espirituais tomam um sentido científico.
A prece, a afirmação metafísica, a oração científica, a meditação e a
visualização criativa são funções elevadas da consciência humana e estas
funções interagem com a realidade de maneira específica no mundo
quântico que é a matriz do mundo material, já que é ali que a energia se
converte em matéria.
No preciso instante em que pensamos "estou contente" um mensageiro
químico traduz nossas emoções, e todas as células de nosso corpo
entendem nosso desejo de felicidade e se somam a ele.O fato de podermos
falar instantaneamente com cinqüenta trilhões de células em sua própria
linguagem é tão inexplicável como o fato de que a natureza criou o
primeiro fóton a partir do espaço vazio. As moléculas mensageiras são a
expressão material mais fina da inteligência que o cérebro pode
produzir.
A física quântica nasceu do desejo de explicar estas regiões de
aparência paradoxal que se acham nas fronteiras do espaço tempo .
Na antiga Grécia, o filósofo Demócrito foi o primeiro a propôr que o
mundo material se compõe de diminutas partículas invisíveis que ele
batizou de átomos, que quer dizer "não divisíveis".
Quando Platão escutou esta teoria, fez uma objeção que prognostica com
assustadora clareza a física quântica. Segundo o argumento de Platão, se
acreditamos que um átomo é uma coisa, então ele deve ocupar uma certa
quantidade de espaço e, portanto, pode ser cortado em dois para ocupar
um espaço ainda menor. Nada que possa ser partido em dois poderá ser o
menor elemento do mundo material.
Mediante este argumento impecável, Platão demoliu a possibilidade de que
os ladrilhos básicos da natureza sejam partículas sólidas; não só o
átomo, mas também o próton, o elétron e o quark.
Segundo Platão, o mundo surge a partir de formas perfeitas invisíveis,
similares aos corpos geométricos. Ninguém pode dizer com certeza do que
um quark é feito, mas, decididamente, não é um pedaço de matéria sólida.
Seus elementos constitutivos podem bem ser simples vibrações com
possibilidade de converter-se em matéria. Como conseqüência, serão
menores que o próprio quark.
Para ser como o quantum, o corpo não necessita lançar suas moléculas
para outra dimensão. Basta que aprenda a reagrupá-las sob novos padrões
químicos. São estes padrões que saltam da inexistência para a
existência. Como todas as células do corpo existem dentro do campo da
inteligência, cada uma delas se alinha com o cérebro, que representa o
pólo norte magnético.
Uma célula é como uma pequena protuberância no campo, enquanto que o
cérebro é uma gigantesca protuberância. No entanto, quando a célula
"fala" ao resto do corpo, não é inferior ao cérebro quanto à qualidade
do que diz.
Do mesmo modo que ele deve correlacionar sua mensagem com outros
trilhões, tem que participar de milhares de trocas químicas a cada
segundo e, o que é mais importante, seu DNA é exatamente igual ao de
qualquer neurônio. Consequentemente, o mais diminuto dos impulsos da
inteligência é tão inteligente quanto o maior deles. Cada célula é um
pequeno ser vivo e "sabe", à sua maneira, tudo o que sabemos. O campo
silencioso da inteligência é nossa realidade fundamental.
Quando temos atitudes positivas com relação a nós mesmos como parte de
uma terapia planejada, obteremos, como ficou demonstrado, apenas êxitos
no combate contra as enfermidades. O sistema mente-corpo que está a
ponto de vencer um câncer, deve poder perceber quando está havendo o
processo (de cura) [1] conveniente e que pode então começar a gerar mais
pensamentos positivos. O mundo quântico é constituído de
possibilidades. Não somos mais que protuberâncias em um campo infinito e
invisível.
O mundo conhecido de nossos sentidos, dos átomos e das moléculas, não se
interrompe abruptamente, havendo uma gradação imperceptível para as
diferentes realidades. Em algum ponto incerto desta gradação, uma
realidade de repente se converte em outra.
Duas coisas que parecem totalmente diferentes podem se transformar uma
na outra, num nível mais profundo da natureza. Os antigos supunham que a
realidade é diferente segundo os diferentes estados de consciência. O
segundo aspecto que com base no qual podemos conectar a física quântica
com o espiritual é a descrição destas partículas subatómicas.
Elas são os ladrilhos que formam a realidade material. Estes ladrilhos
são formados 99,999 por cento de espaço vazio e somente 0,001 por cento
de algo que não é sólido, mas que pelo menos tem propriedades
mensuráveis. Então, a realidade material que percebemos muda
radicalmente.
O universo conhecido é principalmente formado por infinitos acúmulos de
nada, de vazios que já haviam sido descritos pelas antigas tradições de
pensamento, inclusive pela Maçonaria, que inicia seus rituais diários
com uma ordem "Silêncio Meus Irmãos" dando-nos a entender que o que
existe primeiro é o silêncio, o vazio, a luz obscura do judaísmo ou o
AUM budista, que teria antecedido toda a criação.
A ciência moderna pretende ser a nova religião do mundo. Na mente finita
do homem, a evidência derivada da prova e do erro conduz ao caminho de
uma suposta verdade à qual chama de ciência. A ciência humana não cria
as coisas; simplesmente as descobre e descreve.
Por exemplo, a ciência humana não inventou a fotossíntese. Simplesmente a
descobriu e a descreveu. A ciência física e a espiritual parecem
convergir, porque ambas são descrições de uma realidade que podemos
chamar de universo. Mas a realidade que a ciência física descreve não é
essa, já que as bases de seus enunciados se chocam fortemente com o
finito, o mutável e o temporal do plano terreno.
Portanto, suas leis são erráticas e pouco confiáveis. A ciência espiritual tem suas bases no infinito imutável e atemporal.
Portanto, suas leis descrevem o processo de uma criação sólida e real.
Há cerca de um século, a ciência física caminhava sobre um terreno onde
tudo lhe era claro. Pode-se dizer que o descobrimento deste nível da
realidade é a base que dá à ciência espiritual uma comprovação tangível a
partir da ciência material.
Este é o mundo da alma, e ainda que as escolas esotéricas promulguem a
crença na geração e na imortalidade da alma, a física quântica o
demonstra e nisso reside sua virtude. As características dos três planos
que compõem nosso universo e dos quais dois já foram descobertos e
descritos pela ciência física, são:
Características do plano material ou universo visível:
Os acontecimentos são definidos.
Os objetos têm limites fixos.
A matéria se situa sobre a energia.
O espaço é tridimensional e perceptível aos cinco sentidos humanos.
O tempo flui em uma só direção.
As ações no plano físico são finitas, mutáveis e sujeitas à extinção.
Todas as coisas têm um princípio, um desenvolvimento e um final.
Os organismos nascem, se desenvolvem e morrem.
Tudo é facilmente predizível.
As causas e seus efeitos são estáticos.
Características do Universo quântico:
Manifesta-se a criação.
Existe a energia.
Começa o tempo.
O espaço se encontra em constante expansão desde sua origem.
Os fatos são incertos e impredizíveis.
Ondas e partículas se alternam umas com as outras.
Só de pode medir probabilidades.
Causa e efeito são fluidas e não se distinguem.
Nascimento e morte se sucedem à velocidade da luz.
A informação está imersa na energia.
Somos informações frequenciais comandadas pela mente.
Somos Deuses, particulas vibracionais de um Todo Unificado.
Somos Eternos !