terça-feira, 18 de setembro de 2012

AS BARATAS


Baratas são artrópodes da classe dos insetos. Todavia, para os humanos, elas não tem nenhuma classe e são seres bem asquerosos. Qualquer um de nós é capaz de matar uma barata fácil, fácil. Muitos tem pena dos pássaros, alguns gostam das tartarugas, outros dos pandas, porém ninguém sente qualquer compaixão pelas pobres baratas, aliás todos sentem é nojo só de pensar nelas existindo por ai. Mas a despeito de todo empenho humano aplicado para exterminá-las, elas resistem e estão por toda parte, até mesmo nos lugares mais improváveis. Habitando os cantos mais inusitados, ocupando frestas inóspitas, enfeitando os lindos esgotos da vida ,vivendo dos nossos restos, enfim.

As baratas estão mesmo fadadas a serem bichos escrotos. Para elas não há salvação. Nunca ninguém fundará a sociedade protetora das baratas, nem levará os filhos para visitá-las no jardim zoológico ou no circo. As baratas estão sozinhas nesse mundo cão.

Atento para o fato de que apesar das adversidades as baratas continuam firmes. Inventamos inseticidas cada vez mais potentes, venenos cada vez mais eficazes mas elas resistem e não dão nem sinal de que podem entrar em extinção algum dia. As baratas não estão nem ai. Não ligam pra nada mesmo . Não são de fazer cerimônia. Persuasivas, nunca são bem vindas , embora quase sempre compareçam. E sempre vistas com maus olhos.

As baratas não servem nem de cobaia porque não são de confiança. Ninguém coleciona baratas como fazem com as borboletas. E elas parecem não ser tão unidas quanto as formigas. Embora aparentemente sejam mais livres. Elas sobrevivem sem celular, não vão nunca a teatros e não navegam na Internet, ou seja, elas não tem o mínimo de sofisticação.

As baratas não lêem a bíblia. Elas mofam e ficam a espreita. Na calada da noite surgem timidamente e se instalam onde não foram chamadas. Acho que as baratas já sacaram que os humanos não vão com a sua cara. Elas são bem espertas. Parecem tolas mas não são não. Elas se acham espertas em seu mundinho de bosta e assim como nós vão sobrevivendo.

As baratas são meio chatas e possuem antenas além de patas articuláveis, ah! e também exoesqueleto. Baratas não tem sangue de barata. No lugar do sangue elas tem linfa – uma meleca branca que serve muito bem para elas viverem. Barata não tem medo de barata mas não se arrisca muito com outros bichos. Elas ficam na delas. As mais audaciosas saem voando para desespero das fêmeas da espécie humana que, quando estão naqueles dias, choram. Com as baratas não tem frescura, mesmo as baratas fêmeas são duronas e cospem em tudo. As moscas podem voar bem mais alto embora sobrevivam por apenas algumas horas. A vida de uma barata pode durar semanas para o desespero das pessoas. Como já foi dito as baratas não lêem a bíblia, mas nem por isso vão para o inferno, elas acreditam no seu deus baratão que vai salvá-las no final. Não sabem rezar mas mexem as antenas para manifestar seu apreço pelo inseto superior.

As baratas são alegres e calmas e às vezes agitadas e tristes. Às vezes elas se fingem de mortas ficando de barriga pra cima mas depois ressuscitam e dão no pé. As baratas comem de tudo menos barata, o que já demonstra um certo grau de civilização.

As baratas não dormem nunca, nem escrevem poemas. As baratas são simples, modestas e até simpáticas, quando estão mortas. As baratas não gritam nem se desesperam, pois não são de fazer alarde. Elas suportam.

As baratas velhas ensinam aos seus filhos baratinhas a temer os humanos e a mexer as antenas em louvor ao todo poderoso deus baratão, pobres baratinhas indefesas que são.

Cada transa de uma barata dura em média um segundo. De uma transa bem sucedida podem surgir mais de duzentas baratinhas de uma vez. Essa deve ser uma possível explicação para haver tanta barata assim no mundo. Dizem os cientistas , aqueles caras que estudam as baratas e tudo mais, que somente as baratas resistirão a um desastre nuclear. Como se pode notar as baratas são obstinadas e não são de morrer por qualquer bobagem. Elas não fundaram um sindicato para garantir os direitos da classe por que não leram Marx e portanto estão alienadas. As baratas se trabalhassem numa fábrica certamente seriam exploradas. Ainda bem que elas são autônomas.

As baratas não contam o tempo, elas apenas se entopem de porcarias e depois defecam. Ainda bem que as baratas não são do tamanho dos elefantes. Acho que as baratas não sabem de nada. Nem imaginam o que está por trás de tudo. As baratas são tão distraídas que nem sabem que existem. Elas apenas aparecem ali e ficam.

As baratas não sacam Nietzsche nem nada. Do contrário se tornariam super baratas e zombariam do deus baratão. Além do mais diriam que o deus baratão morreu e que foram as reles baratinhas que o mataram. Mas de fato isso não acontece.

Eu não seria capaz de comer barata nem mesmo por grana. Mas se estiver passando fome quem sabe? Não tenho menos nojo de barata do que de gente. Gente também é bem nojenta. Não gosto de barata mas se fosse um costume antigo ou uma nova moda tê-las por bicho de estimação talvez eu não pudesse resistir e teria uma. Seu nome seria Kafka.
Entretanto, como diz um velho ditado humano – Barata boa é barata morta!

As baratas servem para alguma coisa? Bem, assim como as moscas, os mosquitos e os ratos, elas também prestam para reciclar material orgânico, ou seja, sem eles haveria muito mais sujeira e cadáveres (sem se decompor) por aí. Quer dizer, só as baratas que vivem na natureza, pois as caseiras não empenham nenhum papel ecológico!

As baratas caseiras são apenas 1% das mais de 4000 espécies diferentes que existem na Terra, mas só isso j
causa um enorme estrago entre os seres humanos. Isso por causa da sua alimentação (que é rica em restos de comida e animais e vegetais mortos, e por isso suas patas desseminam várias doenças por onde passam), sua resistência (elas conseguem sobreviver um mês sem comer e vários dias com a cabeça arrancada, e sobreviver à uma explosão nuclear (deve ser por isso que a Usina Nuclear de Springfield vive cheinha delas)), seus pelinhos do traseiro (são chamados de cercis e "capazes de perceber movimentos sutis do ar e lhe permitem obter informações sobre possíveis ameaças, como localização, tamanho e velocidade. Além disso, elas enxergam muito bem, mesmo quando não há luz, e seus ouvidos são capazes de detectar até os passos de outra barata", afirma Ana Carolina Prado, jornalista e escritora do blog Superlistas), além do seu terrível hábito de "roer os lábios das pessoas durante o sono para pegar partículas de alimentos", fala de Ana, outra vez (durma com uma informação dessas! Atenção: Esta frase está em branco, pois pode causar insônia e muito medo para os mais sensíveis, então só selecione-a se for corajoso o bastante ou curioso). O problema é acabar com esses repugnantes insetos, sorte que a Super dá uma dica: "Aerossóis e outros produtos na forma líquida são eficientes contra a barata de esgoto (Periplaneta americana); para matar a barata de cozinha (Blattella germanica), as formulações gel são as mais indicadas.".

Apesar de tudo isso cientistas britânicos descobriram que há uma fonte de antibióticos em suas cabeças! De acordo com as pesquisas deste grupo de cientistas, no cérebro das baratas são acumulados compostos químicos muito potentes, capazes de eliminar super-bactérias! Leia um trecho doartigo escrito por Rodrigo Itao publicado no site Planet WTF: "Os cientistas identificaram nove compostos químicos diferentes nos cérebros das baratas e lagostas, segundo publicou o site especializado Science Daily. Estas substâncias, segundo os cientistas, contêm propriedades antimicrobianas suficientes para matar pelo menos 90% dos Staphylococcus aureus, que são resistentes a meticilina, sem causar danos às células humanas. [...] “Acreditamos que seu sistema nervoso precisa estar continuamente protegido porque se essa proteção quebrar, o inseto morre. Inclusive o animal pode sofrer danos nas suas estruturas periféricas sem morrer”, explicou.".

Existem mais de 5 mil espécies de baratas. Um detalhe: mil vivem no Brasil.

O único lugar onde não existem baratas são as calotas polares – ou seja, os extremos congelantes do planeta.

Das 5 mil espécies de baratas conhecidas, apenas 1% são consideradas pragas urbanas.

A espécie mais comum no Brasil é a Periplaneta Americana (ou barata americana). O curioso é que, apesar do nome, ela tem origem na África. 

O registro fóssil mais antigo de uma barata tem por volta de 200 milhões de anos (prova de que elas conviveram com os dinossauros).

Enquanto um ser humano consegue suportar 12 vezes a gravidade da Terra, a barata é capaz de aguentar 126 vezes.

Uma barata vive entre 5 e 6 meses (depende da espécie), mas é capaz de deixar 800 descendentes.

As baratas possuem pequenos pêlos no abdômen que permitem detectar “vibrações” no ar e descobrir se algum inimigo (uma chinela, por exemplo) se aproxima. Essas vibrações também são percebidas pelos pêlos das pernas.

As antenas funcionam como sensores gustativos, táteis e olfativos.

A audição da barata é tão sensível que ela é capaz de detectar a aproximação de outra barata, bem como pequenos tremores de terra (algo como 0,07 graus na escala Richter).

Baratas transmitem 32 doenças por bactérias, 17 por fungos, 3 por protozoários e 2 por vírus.

Quer uma idéia das doenças transmitidas por baratas? Então, aí vai: cólera, peste, febre tifóide, herpes, poliomielite, conjuntivite…

Algumas espécies de baratas podem sobreviver um mês sem uma gota d´água.

Baratas podem sobreviver vários dias sem a cabeça.

Baratas podem se arrastar dezenas de metros mesmo com as vísceras expostas depois de uma chinelada.

Se uma pata da barata fôr arrancada, ela pode recuperá-la em poucos dias.

Baratas não dormem, mas se recolhem durante o dia. Aliás, não custa avisar: se você costuma encontrar baratas durante o dia em sua casa, é sinal de que a população delas anda muito alta.

Baratas correm tão rápido que, se tivessem o mesmo tamanho de um ser humano, atingiriam com facilidade a velocidade de 320 Km/h.

Um curiosidade bem nojenta (mesmo!!): baratas podem roer os seus lábios enquando você dorme.

Agora, uma curiosidade ainda mais nojenta (meeeesmo!!!!): baratas podem introduzir a cabeça nas narinas de uma pessoa para comer secreções.
Mais afinal, para que serve a barata?

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

E se Os continentes não tivessem se separado?


E Se...

Os continentes não tivessem se separado?

Em um mundo como esse, pobre em biodiversidade, a vida é mais vulnerável – como há poucas espécies, aumentam as chances de que uma única tragédia destrua todas.

 

A Pangea foi um imenso continente que existiu entre 280 e 180 milhões de anos atrás, numa época em que o mundo era habitado pelos dinossauros. Naquele tempo, quase toda a massa continental que hoje compõe as Américas, a Europa, a África, a Oceania, a Ásia e a Antártida estava grudada e formava uma imensa massa contínua de terra . Acontece que os continentes e os oceanos estão assentados numa fina casquinha que flutua ao sabor da correnteza de rocha derretida que recheia a Terra. Com o tempo, essa correnteza despedaçou a Pangea e jogou cada pedacinho para um lado, dando origem aos continentes que conhecemos hoje.

Se essa casquinha fosse mais resistente, ou a correnteza mais fraca, a Pangea continuaria unida até hoje e este seria um mundo bem diferente. O efeito mais imediato é que existiriam menos espécies animais e vegetais sobre a Terra. “O isolamento geográfico aumenta a diversidade biológi- ca”, afirma o paleontólogo Reinaldo Bertini, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Rio Claro, interior de São Paulo.

Foi a separação dos continentes que fez com que grupos de animais e vegetais tomassem caminhos evolutivos diversos e começassem a se diferenciar. A enorme diversidade das Ilhas Galápagos (América do Sul) e de Madagáscar (África), que se separaram de seus respectivos continentes, são exemplos do efeito dessa divisão. Com a fragmentação da Pangea, o número de espécies de dinossauros cresceu. Os mamíferos, que, naquele tempo, não passavam de pequenos quadrúpedes mais insignificantes que os ratos modernos, também começaram a se diversificar.

O clima também mudaria radicalmente – seria muito mais seco. Hoje, com vários continentes pequenos, os ventos úmidos que sopram do mar levam chuva até o interior. Com a Pangea isso não aconteceria. Haveria uma massa de terra tão imensa que seu centro jamais seria tocado pelos ventos úmidos. Com toda a certeza, proliferariam os desertos e eles seriam muito maiores e mais inóspitos que o Saara. O Brasil, por exemplo, seria árido como o Afeganistão. As florestas, onde se concentra a maioria das espécies, seriam poucas e concentradas no litoral.

Em um mundo como esse, pobre em biodiversidade, a vida é mais vulnerável – como há poucas espécies, aumentam as chances de que uma única tragédia destrua todas. Seria essa Terra que, há 65 milhões de anos, se chocaria com um asteróide, levantando uma imensa nuvem de poeira que bloquearia o Sol e mataria boa parte das plantas. No mundo real, dividido em continentes, esse desastre cósmico foi suficiente para matar de fome os dinossauros, abrindo espaço para que os mamíferos crescessem e conquistassem os ecossistemas. Mas, nesse nosso mundo fictício, o da Pangea, a tragédia teria sido maior ainda. Os mamíferos, que seriam poucos, talvez se extinguissem inteiramente junto com os dinossauros. Com isso, seus descendentes – baleias, vacas, cachorros, macacos, humanos – jamais poderiam nascer.

Mas a tragédia dificilmente varreria toda a vida do planeta. “Sempre sobra alguma coisa”, diz Bertini. É pouco provável que os insetos se extinguissem – eles são pequenos, precisam de pouca comida e provavelmente se alimentariam dos cadáveres dos outros seres. Com o tempo, esses insetos dominariam o planeta e, sem a concorrência de mamíferos e dinossauros, iriam lentamente ganhar tamanho. Nesse cenário, a Terra chegaria aos dias de hoje dominada por formigas enormes, moscas imensas, baratas gigantes. Que bom que a Pangea se dividiu.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

OQUE É A FÍSICA QUANTICA"


"CIÊNCIA - OQUE É A FÍSICA QUANTICA"

(Somos Informações Frequenciais)

Física Quantica; com ela a ciência física ingressou, sem que quisesse ou tivesse se proposto à isso, no campo que, tradicionalmente, havia sido terreno religioso, chamado de "mundo sutil, espiritual ou mental". Calma..siga adiante !

Através de um experimento realizado por cientistas com um acelerador de partículas atômicas, pôde-se comprovar que os elétrons que giram em órbitas ao redor do núcleo de um átomo só se materializam quando a consciência humana os visualiza a partir de seu veículo tridimensional ou corpo físico.

A física quântica demonstrou, em suas tentativas de compreender as leis que regem o mundo das partículas subatômicas, que o observador da matéria, ou seja, a consciência humana, altera o mundo subatômico quando este é observado pelo homem.

Isso nos levou a inúmeras conclusões científicas, morais e espirituais. Em outras palavras, a física quântica demonstrou que somos co-criadores do universo junto com Deus e que, quando vemos uma árvore em vez de um acúmulo de moléculas em ação, é porque a consciência humana concede à manifestação física da árvore as características particulares que lhe permitem ser visível.

E aqui recordamos esse antigo coan Zen, que nos pergunta:"Se uma árvore cai no bosque e não há ninguém presente, será que a queda provoca algum ruído?".

Do ponto de vista da ciência física newtoniana a resposta era sim, claro que faz ruído, porque os sons são ondas que são geradas como resultado do choque da matéria com a matéria, mas do ponto de vista quântico científico espiritual a resposta é outra.

A árvore não faz ruído a menos que uma consciência o entenda desta maneira. Na ausência de uma consciência, as partículas que compõem a árvore, assim como as partículas com as quais se choca, simplesmente reagem de maneiras impredizíveis e não geram sons, porque as partículas subatômicas não são nem partículas nem ondas. São ambas as coisas ao mesmo tempo.

À luz destes descobrimentos, muitas coisas que tradicionalmente foram classificadas como espirituais tomam um sentido científico.

A prece, a afirmação metafísica, a oração científica, a meditação e a visualização criativa são funções elevadas da consciência humana e estas funções interagem com a realidade de maneira específica no mundo quântico que é a matriz do mundo material, já que é ali que a energia se converte em matéria.

No preciso instante em que pensamos "estou contente" um mensageiro químico traduz nossas emoções, e todas as células de nosso corpo entendem nosso desejo de felicidade e se somam a ele.O fato de podermos falar instantaneamente com cinqüenta trilhões de células em sua própria linguagem é tão inexplicável como o fato de que a natureza criou o primeiro fóton a partir do espaço vazio. As moléculas mensageiras são a expressão material mais fina da inteligência que o cérebro pode produzir.

A física quântica nasceu do desejo de explicar estas regiões de aparência paradoxal que se acham nas fronteiras do espaço tempo .

Na antiga Grécia, o filósofo Demócrito foi o primeiro a propôr que o mundo material se compõe de diminutas partículas invisíveis que ele batizou de átomos, que quer dizer "não divisíveis".

Quando Platão escutou esta teoria, fez uma objeção que prognostica com assustadora clareza a física quântica. Segundo o argumento de Platão, se acreditamos que um átomo é uma coisa, então ele deve ocupar uma certa quantidade de espaço e, portanto, pode ser cortado em dois para ocupar um espaço ainda menor. Nada que possa ser partido em dois poderá ser o menor elemento do mundo material.

Mediante este argumento impecável, Platão demoliu a possibilidade de que os ladrilhos básicos da natureza sejam partículas sólidas; não só o átomo, mas também o próton, o elétron e o quark.

Segundo Platão, o mundo surge a partir de formas perfeitas invisíveis, similares aos corpos geométricos. Ninguém pode dizer com certeza do que um quark é feito, mas, decididamente, não é um pedaço de matéria sólida. Seus elementos constitutivos podem bem ser simples vibrações com possibilidade de converter-se em matéria. Como conseqüência, serão menores que o próprio quark.

Para ser como o quantum, o corpo não necessita lançar suas moléculas para outra dimensão. Basta que aprenda a reagrupá-las sob novos padrões químicos. São estes padrões que saltam da inexistência para a existência. Como todas as células do corpo existem dentro do campo da inteligência, cada uma delas se alinha com o cérebro, que representa o pólo norte magnético.

Uma célula é como uma pequena protuberância no campo, enquanto que o cérebro é uma gigantesca protuberância. No entanto, quando a célula "fala" ao resto do corpo, não é inferior ao cérebro quanto à qualidade do que diz.

Do mesmo modo que ele deve correlacionar sua mensagem com outros trilhões, tem que participar de milhares de trocas químicas a cada segundo e, o que é mais importante, seu DNA é exatamente igual ao de qualquer neurônio. Consequentemente, o mais diminuto dos impulsos da inteligência é tão inteligente quanto o maior deles. Cada célula é um pequeno ser vivo e "sabe", à sua maneira, tudo o que sabemos. O campo silencioso da inteligência é nossa realidade fundamental.

Quando temos atitudes positivas com relação a nós mesmos como parte de uma terapia planejada, obteremos, como ficou demonstrado, apenas êxitos no combate contra as enfermidades. O sistema mente-corpo que está a ponto de vencer um câncer, deve poder perceber quando está havendo o processo (de cura) [1] conveniente e que pode então começar a gerar mais pensamentos positivos. O mundo quântico é constituído de possibilidades. Não somos mais que protuberâncias em um campo infinito e invisível.

O mundo conhecido de nossos sentidos, dos átomos e das moléculas, não se interrompe abruptamente, havendo uma gradação imperceptível para as diferentes realidades. Em algum ponto incerto desta gradação, uma realidade de repente se converte em outra.

Duas coisas que parecem totalmente diferentes podem se transformar uma na outra, num nível mais profundo da natureza. Os antigos supunham que a realidade é diferente segundo os diferentes estados de consciência. O segundo aspecto que com base no qual podemos conectar a física quântica com o espiritual é a descrição destas partículas subatómicas.

Elas são os ladrilhos que formam a realidade material. Estes ladrilhos são formados 99,999 por cento de espaço vazio e somente 0,001 por cento de algo que não é sólido, mas que pelo menos tem propriedades mensuráveis. Então, a realidade material que percebemos muda radicalmente.

O universo conhecido é principalmente formado por infinitos acúmulos de nada, de vazios que já haviam sido descritos pelas antigas tradições de pensamento, inclusive pela Maçonaria, que inicia seus rituais diários com uma ordem "Silêncio Meus Irmãos" dando-nos a entender que o que existe primeiro é o silêncio, o vazio, a luz obscura do judaísmo ou o AUM budista, que teria antecedido toda a criação.

A ciência moderna pretende ser a nova religião do mundo. Na mente finita do homem, a evidência derivada da prova e do erro conduz ao caminho de uma suposta verdade à qual chama de ciência. A ciência humana não cria as coisas; simplesmente as descobre e descreve.

Por exemplo, a ciência humana não inventou a fotossíntese. Simplesmente a descobriu e a descreveu. A ciência física e a espiritual parecem convergir, porque ambas são descrições de uma realidade que podemos chamar de universo. Mas a realidade que a ciência física descreve não é essa, já que as bases de seus enunciados se chocam fortemente com o finito, o mutável e o temporal do plano terreno.

Portanto, suas leis são erráticas e pouco confiáveis. A ciência espiritual tem suas bases no infinito imutável e atemporal.

Portanto, suas leis descrevem o processo de uma criação sólida e real.

Há cerca de um século, a ciência física caminhava sobre um terreno onde tudo lhe era claro. Pode-se dizer que o descobrimento deste nível da realidade é a base que dá à ciência espiritual uma comprovação tangível a partir da ciência material.

Este é o mundo da alma, e ainda que as escolas esotéricas promulguem a crença na geração e na imortalidade da alma, a física quântica o demonstra e nisso reside sua virtude. As características dos três planos que compõem nosso universo e dos quais dois já foram descobertos e descritos pela ciência física, são:

Características do plano material ou universo visível:
Os acontecimentos são definidos.
Os objetos têm limites fixos.
A matéria se situa sobre a energia.
O espaço é tridimensional e perceptível aos cinco sentidos humanos.
O tempo flui em uma só direção.
As ações no plano físico são finitas, mutáveis e sujeitas à extinção.
Todas as coisas têm um princípio, um desenvolvimento e um final.
Os organismos nascem, se desenvolvem e morrem.
Tudo é facilmente predizível.
As causas e seus efeitos são estáticos.

Características do Universo quântico:
Manifesta-se a criação.
Existe a energia.
Começa o tempo.
O espaço se encontra em constante expansão desde sua origem.
Os fatos são incertos e impredizíveis.
Ondas e partículas se alternam umas com as outras.
Só de pode medir probabilidades.
Causa e efeito são fluidas e não se distinguem.
Nascimento e morte se sucedem à velocidade da luz.
A informação está imersa na energia.
Somos informações frequenciais comandadas pela mente.
Somos Deuses, particulas vibracionais de um Todo Unificado.
Somos Eternos !

computadores quântico


 A enorme capacidade de processamento criada pelos fabricantes de computador ainda não foi capaz de saciar nosso ávido desejo por velocidade. Em 1947, o engenheiro da computação Howard Aiken disse que bastariam seis computadores digitais eletrônicos para satisfazer as necessidades dos Estados Unidos. Outros fizeram previsões igualmente desastrosas de quanta capacidade de processamento eletrônico seria necessária para as crescentes necessidades tecnológicas mundiais. Naturalmente Aiken não considerou os vastos volumes de dados gerados pela pesquisa científica, a proliferação de computadores pessoais ou o surgimento da Internet, que apenas alimentou nossa necessidade por mais, mais e mais potência dos computadores.
Será que algum dia teremos computadores com a potência que necessitamos ou desejamos? Como declara a Lei de Moore, se o número de transistores em um microprocessador continuar dobrando a cada 18 meses, no ano 2020 ou 2030 os circuitos em um microprocessador serão medidos em escala atômica. O próximo passo lógico será a criação de computadores quânticos, que vão utilizar a potência de átomos e moléculas para realizar funções de memória e processamento. Os computadores quânticos têm potencial para realizar cálculos bilhões de vezes mais rápido que qualquer computador baseado em silício.
Cientistas já criaram computadores quânticos básicos que podem realizar certos cálculos, mas um computador quântico, na prática, ainda está a anos de acontecer. Nesta edição, você vai aprender o que é um computador quântico e para que ele será usado na próxima era da computação.
Não é preciso voltar muito no tempo para encontrar as origens do computador quântico. Eles foram idealizados há apenas 20 anos atrás, por um físico do Laboratório Nacional de Argonne (em inglês), Paul Benioff, creditado como a primeira pessoa a aplicar a teoria quântica a computadores em 1981. Benioff idealizou a criação de uma máquina de Turing quântica. A maioria dos computadores digitais, como o que você está usando para ler este artigo, é baseada na Teoria de Turing


Definindo o computador quântico

A esfera de Bloch é uma representaçãp de um qubit, o bloco de contrução básico dos computadores quânticos
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A esfera de Bloch é uma representação de um qubit, o bloco de construção básico dos computadores quânticos
A máquina de Turing, desenvolvida por Alan Turing nos anos 30, consiste em uma fita de comprimento ilimitado dividida em pequenos quadrados. Cada quadrado pode comportar um valor (1 ou 0) ou ser deixado em branco. Um dispositivo de leitura e gravação lê esses valores e espaços em branco, o que fornece à máquina instruções para executar determinado programa. Soa familiar? Bem, a diferença na máquina de Turing quântica é que a fita existe em um estado quântico, assim como o cabeçote de leitura e gravação. Isso significa que os valores na fita podem ser 0, 1 ou uma sobreposição de 0 e 1; em outras palavras, os símbolos são 0 e 1 (e todos os pontos entre eles) ao mesmo tempo. Enquanto uma máquina de Turing normal pode realizar apenas um cálculo por vez, sua versão quântica pode realizar várias de uma vez só. Os computadores de hoje, como a máquina de Turing, funcionam pela manipulação de bits que existem em dois estados: 0 ou 1. Os computadores quânticos não são limitados a dois estados - eles codificam as informações como bits quânticos, ou qubits, que podem existir em sobreposição. Qubits representam átomos, íons, fótons ou elétrons e seus respectivos dispositivos de controle que trabalham juntos para agir como uma memória de computador e um processador. Como um computador quântico pode conter esses estados múltiplos simultaneamente, ele tem potencial de ser milhões de vezes mais potente que os supercomputadores atuais.
Controle de qubits
Cientistas da computação controlam as partículas microscópicas que agem com qubits nos computadores quânticos usando os seguintes dispositivos de controle:
  • Armadilhas de íons usam campos óticos ou magnéticos (ou uma combinação de ambos) para prender os íons.
  • Armadilhas óticas usam ondas de luz para prender e controlar partículas
  • Pontos quânticos são feitos de material semicondutor e são usados para conter e manipular elétrons.
  • Impurezas semicondutoras contêm elétrons ao usar átomos indesejados encontrados no material semicondutor.
  • Circuitos supercondutores permitem aos elétrons fluírem com quase nenhuma resistência a temperaturas muito baixas.
  • Essa sobreposição de qubits é o que dá aos computadores quânticos seu paralelismo inerente. De acordo com o físico David Deutsch, esse paralelismo permite que um computador quântico realize 1 milhão de cálculos ao mesmo tempo, enquanto que o seu PC faz apenas um. Um computador quântico de 30 qubits deve igualar a potência de um computador convencional a 10 teraflops (trilhões de operações de ponto flutuante por segundo). Os computadores pessoais de hoje rodam a velocidades medidas em gigaflops (bilhões de operações de ponto flutuante por segundo). Os computadores quânticos também utilizam outro aspecto da mecânica quântica conhecido como entrelaçamento. Um problema com a ideia de computadores quânticos é que se você tentar olhar as partículas subatômicas, pode danificá-las, alterando o seu valor. Se você observar um qubit em sobreposição para determinar seu valor, o qubit vai assumir o valor 0 ou 1, mas não ambos (efetivamente tornando seu computador quântico  um computador digital normal). Para fazer um computador quântico, os cientistas devem determinar maneiras de medir, indiretamente, de modo a preservar a integridade do sistema. O entrelaçamento fornece uma resposta potencial. Na física quântica, quando se aplica uma força externa a dois átomos, isso pode torná-los entrelaçados, fazendo com que o segundo átomo adote as propriedades do primeiro. Se for deixado em paz, o átomo vibrará em todas as direções, mas no momento em que houver interferência, ele vai escolher um giro (valor). Ao mesmo tempo, o segundo átomo entrelaçado irá escolher um giro (valor) contrário. Isso permite que cientistas saibam o valor dos qubits sem precisar, de fato, olhá-los.
    Vamos dar uma olhada em alguns dos recentes avanços em computação quântica.


    Os computadores quânticos hoje

    Os computadores quânticos podem substituir os chips de silício um dia, assim como o transistor substituiu o tubo a vácuo. Por hora, a tecnologia requerida para desenvolver tal computador está além do nosso alcance. A maioria das pesquisas em informática quântica ainda é muito teórica. Os computadores quânticos mais avançados ainda não foram além da manipulação de mais de 16 qubits, o que significa que eles ainda estão longe da aplicação prática. Permanece, portanto, o potencial dos computadores quânticos de realizar com facilidade e rapidez cálculos que demandam uma grande quantidade de tempo em computadores convencionais. Vários avanços-chave foram feitos na computação quântica nos últimos anos. Vamos dar uma olhada nos poucos computadores quânticos que já foram desenvolvidos.
    1998
    Pesquisadores do Laboratório Nacional Los Alamos e do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) conseguiram propagar um único qubit por três giros nucleares em cada molécula de uma solução líquida de alanina (um aminoácido usado para analisar o estado de desintegração quântica) ou de moléculas de tricloroetileno (hidrocarboneto clorado usado para a correção de erro quântico). A propagação do qubit tornou difícil para ele corromper-se, permitindo aos pesquisadores usar o entrelaçamento para estudar a interação entre os estados como um método indireto para análise de informação quântica.
    2000
    Em março, cientistas do Laboratório Nacional de Los Alamos anunciaram o desenvolvimento de um computador quântico de 7 qubits dentro de uma única gota de líquido. O computador quântico utiliza a RMN para manipular partículas dentro do núcleo atômico das moléculas de ácido transcrotônico, um fluido simples que consiste de moléculas feitas de seis átomos de hidrogênio e quatro de carbono. A RMN é utilizada para aplicar pulsos eletromagnéticos, que fazem com que as partículas se alinhem. Essas partículas, em posições paralelas ou em sentido contrário ao campo magnético, permitem que o computador quântico controle a codificação de informações em bits para computadores digitais.
    Em agosto, pesquisadores do Centro de Pesquisas Almaden da IBM desenvolveram o que eles alegam ser o mais avançado computador quântico até o presente. O computador quântico de 5 qubits foi projetado para permitir que os núcleos de cinco átomos de flúor interagissem entre si, programado por pulsos de rádio-freqüência e detectado por instrumentos de ressonância magnética nuclear (RMN) semelhantes aos utilizados em hospitais (veja Como funciona a geração de imagens por ressonância magnética para detalhes). Comandada pelo Dr. Issac Chuang, a equipe da IBM foi capaz de resolver em uma etapa um problema matemático que computadores convencionais levariam repetidos ciclos para resolver. O problema, chamado order-finding, envolve encontrar o período de uma determinada função, um aspecto típico de muitos problemas matemáticos na área da criptografia. 
    2001
    Cientistas da IBM e da Universidade de Stanford demonstraram com sucesso o Algoritmo de Shor em um computador quântico. O Algoritmo de Shor é um método para descobrir os fatores primos dos números (que tem um papel intrínseco na criptografia). Eles usaram um computador de 7 qubits para descobrir os fatores de 15. O computador deduziu corretamente que os fatores primos eram 3 e 5.
    2005
    O Instituo de Ótica Quântica e Informação Quântcia da Universidade de Innsbruck anunciou que cientistas tinham criado o primeiro qubyte, ou série de 8 qubits, usando armadinhas de íon.
    2006
    Cientistas em Waterloo e Massachusetts distinguiram métodos para controle quântico em um sistema de 12 qubits. O controle quântico se torna mais complexo à medida que o sistema emprega mais qubits.

    O computador quântico de 16 qutbits demonstrados pela D-Wave em 2007
    Divulgação
    O computador quântico de 16 qutbits demonstrados pela D-Wave em 2007
    2007
    A companhia canadense recém-criada D-Wave demonstrou um computador de 16 qubits. O computador resolveu um quebra-cabeça Sudoku e outros problemas de combinação de padrões. A companhia alegava que iria produzir sistemas práticos em 2008 (em dezembro de 2008, a empresa apresentou não um computador quântico comercial, mas apenas um chip de 128 qubits). Os céticos de plantão acreditam que computadores quânticos práticos ainda estão a anos-luz de distância, que o sistema que a D-Wave criou não era escalável, e que muitas das afirmações no Web site da D-Wave são simplesmente impossíveis (ou ao menos impossíveis de saber ao certo dada nossa compreensão da mecânica quântica).
    Se computadores quânticos funcionais puderem ser construídos, serão de grande valia para a fatoração de grandes números e, assim, extremamente úteis para a codificação e decodificação de informações secretas. Se um computador quântico fosse construído hoje, nenhuma informação na Internet seria segura. Nossos atuais métodos de criptografia são simples em comparação com os complicados métodos possíveis em computadores quânticos, que também poderiam ser usados para pesquisar extensos bancos de dados em bem menos tempo do que um computador convencional.Outras aplicações podem incluir o uso de computadores quânticos para estudar mecânica quântica, ou mesmo para projetar outros computadores quânticos.Contudo, a computação quântica ainda está em seu estágio inicial de desenvolvimento, e muitos cientistas acreditam que a tecnologia para criar um computador quântico prático está a anos de distância. Os computadores quânticos devem ter no mínimo algumas dúzias de qubits para serem capazes de resolver problemas do mundo real e, então, servir como um método de computação viável.
     

    segunda-feira, 30 de julho de 2012

    Arma Contra Estupro




     O estupro tornou-se um problema endêmico na África do Sul, então uma técnica da área médica, chamada Sonette Ehlers desenvolveu um produto que imediatamente chamou a atenção nacional. Ehlers nunca se esqueceu de uma vítima de estrupo lhe dizendo, "Se ao menos eu tivesse dentes lá embaixo." Algum tempo depois, um homem chegou ao hospital no qual Ehlers trabalha com uma dor terrível, por conta do zipper que havia fechado sobre seu pênis. Ehlers misturou as duas imagens e desenvolveu um produto chamapo Rapex. O produto parece um tubo, com fisgas dentro. A mulher o coloca como um absorvente interno, através de um aplicador, e qualquer homem que tentar estuprar a mulher irá se rasgar com as fisgas e precisará ir a um hospital para remover o Rapex. Quando os críticos reclamaram que se tratava de uma punição medieval, Ehlers respondeu, "Uma punição medieval para uma atitude medieval."