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sábado, 7 de janeiro de 2012

Bolas de fogo verde

Manchete de diversos jornais norte-americanos: “Bola de Fogo assustou nos Estados Unidos”. O que terá sido essa visão tão aterrorizante, que tem aparecido nos céus com frequência cada vez maior desde o início da década de 1940, nos Estados Unidos e outros países?
A noite fez-se dia quando uma “enorme bola de fogo verde” foi visível nos céus no em vários estados do centro oeste dos EUA, durante cerca de 15 minutos. Foram muitos os cidadãos surpreendidos e assustados que ligaram para o Serviço de Meteorologia norte-americano (NWS, em inglês), na noite de quarta-feira, cerca das 22 horas. A “bola de fogo verde vista a mover-se de oeste para leste” e, “antes de ter alcançado o horizonte, desfez-se em pedaços”, explicou o NWS ao canal CNN.
Para além de Wisconsin, o fenômeno foi visível nos estados de Missouri, Illinois e Indiana. Uma televisão associada da CNN garante que habitantes de Ohio também viram. Não há uma explicação oficial para o sucedido, mas o NWS lembra que há uma chuva de meteoritos denominada “Gamma Virginids”, que ocorre geralmente entre 4 e 21 de abril, mas nunca com um tamanho tão descomunal. “Pode ter sido um grande meteorito que causou a brilhante bola de fogo que foi relatada”, disseram cientistas à CNN.
No entanto, qual a real explicação? os estudos do VM Samael Aun Weor sobre o tema têm uma conclusão estarrecedora, como veremos no texto abaixo, escrito em meados da década de 1960. Vejamos o que o Mestre Samael nos ensina sobre as misteriosas Bolas de Fogo Verde (Green Fireballs, em inglês).
Nestes momentos de crise mundial, cientistas modernos se enfrentam com um enigma do espaço. Quero me referir, de forma enfática, ao Mistério das Bolas de Fogo Verde. Estas bolas refulgem, rutilam, resplandecem e logo se desvanecem como se fossem apagadas por algum por algum aparelho de controle remoto e sem deixar o menor rastro.
Foi-nos dito que os residentes de Albuquerque (Novo México), estão acostumados com essa classe de mistérios, pois é ostensivo que vivem junto à área de Los Alamos, de segredos atômicos. Os viajantes sabem muito bem que ao final da cidade estão as Forças Armadas da Base de Sandia, lugar onde a terrível bomba atômica foi armada para desgraça deste aflito mundo.
É evidente que no mesmo estado se encontra o laboratório de White Sands, especializado na fabricação de projéteis teleguiados. Sem embargo, apesar de todos esses mistérios, os moradores do lugar viram passar silenciosamente uma brilhante bola de fogo verde através do espaço infinito e se assombraram, ficaram admirados, surpreendidos.
“Em um lugar do deserto que cruza o Novo México, um domingo pela noite de um passado mês de novembro” – isso já faz muitos anos – “teve lugar um acontecimento misterioso.”
No céu, as estrelas brilhavam em uma noite clara. Pela rodovia, um jipe corria a 25 milhas por hora, e este transportava três estudantes da Universidade do Novo México: Ted Chamberlain, estudante de Geologia; seu amigo Gus Armstrong, dono do jipe; e o terceiro, Tom Bebooy. Eram cerca de 9 da noite e os jovens regressavam de uma caça em San Agustín, perto de Magdalena. Na parte de trás do jipe levavam sua caça.
De repente, os três ficaram cegos por um segundo. À distância, no céu a noroeste, uma gigantesca bola de fogo ardia e cruzava rapidamente o firmamento. Sua cauda era esbranquiçada, porém a bola era de uma cor verde radiante, como se fosse de um tubo de néon ou, como disse Chamberlain, como o cobre quando arde em um forno de laboratório.
Olhem, gritou Armstrong, ao mesmo tempo que perdia o controle de seu jipe, o qual se desviou de sua rota, deu um cavalo-de-pau e jogou seus ocupantes nas areias do deserto. Sobre suas cabeças, a bola de fogo se desvaneceu silenciosamente, minutos depois, e os três embaraçados jovens regressaram ao jipe e se dirigiram a Albuquerque.
Algo similar aconteceu duas noites antes. Lertes Miller e sua esposa, de Palo Alto, Califórnia, vinham dirigindo pela Rota 60, perto de Glove, no Arizona. Pouco antes do anoitecer, viram uma chama verde-azulada que ardia sobre suas cabeças.
Era tão intensa que quase saí do caminho, pois me ceguei por uns segundos, disse mister Miller. Isso não era um meteoro comum e corrente, disse um sábio autor. Observadores através de mil milhas, de Santa Fé, Novo México, até a Califórnia, viram a bola de fogo verde nos céus. É inquestionável e a todas as luzes, ressalta que as bolas de fogo verde resultam radicalmente diferentes dos meteoros comuns e correntes.
É evidente e os observadores sabem muito bem, que essas bolas certamente são maiores e mais luminosas que a bela Selene. É óbvio que nenhum meteoro é assim. Assombra seu espantoso silêncio, qualquer meteoro desse tamanho é ostensivo que cai com grande estrondo. Todas as testemunhas estão de acordo em que tais bolas dentro de nossa atmosfera planetária se movem em linha reta. É claro que qualquer meteoro, grande ou pequeno, ao entrar em nosso ambiente, cai em curva côncava.
Existem agora infinitas conjecturas sobre o mistério das bolas de fogo verde. Alguns habitantes do Oeste culpas a bola pelo colapso que a torre de água de Tucumari, Novo México, sofreu, e que matou quatro pessoas, pois as investigações revelaram que a bola de fogo passou nos momentos precisos em que o colapso foi produzido por um curto-circuito nas linhas. Estamos, pois, ante um enigma tremendo e francamente não nos sobra mais remédio que voltar à Panspermia de Arrhenius.
“O espetáculo das grandes bolas de fogo verde, cruzando como relâmpago os céus, é uma experiência inolvidável; eles como todos os milhares de americanos que as viram pelo Sudeste, se perguntam: “O que é isso?”
A resposta a essa formidável interrogante a tem o Movimento Gnóstico Internacional, quando diz: “Redemoinhos elétricos, vórtices de força, escapam dos mundos portando em seu seio Germes de Vida. Torvelinhos elétricos chegam aos mundos trazendo em seus ventres os Germes de Vida”.
O sistema solar, incluindo nosso aflito mundo, é óbvio que já chegou a certo rincão do Cosmo onde os vórtices elétricos portadores de Germes Vitais se fizeram visíveis. Nosso sistema solar, em sua eterna viagem através do inalterável infinito, chegou a um rincão do Universo onde eventos cósmicos jamais esperados podem ocorrer.
Samael Aun Weor, Desfazendo Mistérios

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