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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Casos Ufológicos

Casos Ufológicos – Histórias de acontecimentos

Os grandes casos e histórias de encontros com extraterrestres e abduções, com rico material de texto e videos.
Declaração de John Lear
John Lear (JL) , um capitão de grande Companhia Aérea dos EUA, já voou com mais de 160 aeronaves diferentes, sobre mais de 50 países. Ele possui 17 recordes mundiais em velocidade com um Lear Jet, e é o único piloto comercial a possuir o certificado de piloto cedido pela Administração Federal de Aviação. JL já voou pelo mundo em missões para a CIA e outras agências do governamentais, foi o designer do Lear Jet. JL começou a interessar-se pelo fenômeno UFO, 13 meses após falar com o Pessoal da USAF. Foi testemunha do pouso de uma nave em Bentwaters AFB, próxima a Londres, Inglaterra, e três pequenos ALF’s (Alien Life Forms) andaram até o comandante da base. Confira Declaração de John Lear + Video: John Lear: Segredos revelados sobre UFOs
Caso Dolores Barrios

Determinados casos ufológicos são mais intrigantes pela estranheza do nascimento da própria história em si do que propriamente pelo assunto que retratam. É o caso da foto ao lado, de uma insuspeita senhorita que, noutro contexto, teria suscitado profundas pesquisas. Infelizmente, o caso desta mulher gerou mais ceticismo do que pesquisas aprofundadas. Quem é ela? Seria realmente uma extraterrestre? Como foi conseguida uma foto sua??? Vejamos seu caso e tiremos uma conclusão por nossa própria consciência. Confira Caso Dolores Barrios + Video: Uma venusiana chamada Dolores Barrios
O Caso Antônio Villas-Boas

Antônio Villas-Boas O famosíssimo caso ufológico Antônio Villas-Boas é muito especial para os estudantes gnósticos porque ele é relatado pelo próprio V.M. Samael em suas conferências e textos sobre Vida Extraterrestre e Origem Extraterrestre da Humanidade. Com este caso, o VM Samael afirma que estão ocorrendo fantásticos experimentos genéticos e experiências sexuais entre seres de nosso planeta Terra com extraterrestres… Qual a finalidade dessas experiências? Segundo o gnosticismo moderno, tais experiências se devem à necessidade de um aperfeiçoamento genético e espiritual de nossa humanidade, para que a futura Raça que povoará o planeta seja melhor, mais resistente e mais espiritualizada. A próxima Raça, chamada de Khoradi, nascerá da mistura entre o que há de melhor dos terrícolas com os extraterrestres. Confira O Caso Antônio Villas-Boas + Video: O Caso Mike Hawkins
O Caso Herminio e Bianca Reis

Este caso é um dos mais paradoxais da ufologia porque se reveste de alguns acontecimentos marcantes. Os extraterrestres contatados pelo casal mineiro passaram a eles diversos ensinamentos de cunho ocultista, entre eles práticas especiais de Desdobramento Astral Consciente. Confira O Caso Herminio e Bianca Reis + Video: Caso México 2004 – Encontrados 11 UFO´s

O Caso Elias Seixas
Conhecemos o senhor Elias Seixas no 2° Encontro Gnóstico de Ufologia do ABC Paulista, em, 1997. Este simpático carioca teve um interessantíssimo contato com Irmãos do Cosmos que afirmaram a ele terem vindo da estrela Ursa Menor. Confira O Caso Elias Seixas
O Caso Barney e Betty Hill

O caso desse casal de classe média americana é importante para os estudiosos de ufologia por se tratar da primeira vez em que se estuda profundamente uma inter-relação pessoal entre terrícolas e irmãos do cosmos. Este caso ocorreu nos Estados Unidos, com o casal Barney e Betty Hill, o qual seguia de carro, a passeio, para Portsmouth, no dia 19 de setembro de 1961. Confira O Caso Barney e Betty Hill + Video: Caso Barney e Betty Hill

O Caso Travis Walton
O filme “Fogo no Céu” baseuou-se neste estranho caso, do americano Travis Walton. Poucos casos de abdução geraram tanta controvérsia quanto o caso de Travis Walton no dia 5 de novembro de 1975 numa área remota do Arizona




O caso Travis Walton

O filme Fogo no Céu baseou-se no estranho caso do americano Travis Walton.
Poucos casos de abdução geraram tanta controvérsia quanto o de Travis Walton no dia 5 de novembro de 1975, numa remota área do Arizona, nos EUA.
Travis Walton, na época com 22 anos, trabalhava como cortador de madeira juntamente com um grupo na Floresta Nacional de Apache-Sitgreaves, localizado ao lados das altas montanhas de Heber.
O líder do grupo, Mike Rogers, tinha sido contratado pelo Serviço Americano de Florestas para cortar 1.277 acres de arbustos em Turkey Springs. Além de Walton e Rogers, o grupo era composto por Ken Peterson, John Goulette, Steve Pierce, Allen Dalis e Dwayne Smith. Todos eram bem jovens, na faixa de 17 a 28 anos, e viviam em Snowflake, pequena cidade de Mormon.
O caso ocorreu, segundo depoimentos do próprio Walton, da seguinte maneira:
Eles trabalharam até as 18 horas quando começava a escurecer.
Dez minutos depois, os exaustos trabalhadores entraram na pick-up de Rogers e se dirigiram para sua cidade. Ele, Walton e Peterson, que não fumavam sentaram na frente.
Logo ele estava próximo do perímetro da luz que o objeto projetava no solo. Ele não percebeu à princípio que o objeto estava começando a emitir um som. Os homens na caminhonete ouviram uma espécie de “bip”. O UFO balançou em sua direção, aumentou o barulho e aí ele pôde ouvir.

Travis Walton, à época da abdução ufológica
De repente, um brilho apareceu atrás das árvores, a umas cem jardas deles. Enquanto a pick-up subia uma ladeira os homens ficaram em silêncio. Alguns metros à frente, a luz estava mais forte, mas ainda estava obstruída pelas árvores.
Então passaram por um local que não tinha árvores e puderam ver a fonte daquela luz. Era um objeto discóide muito brilhante, parado a 6 metros de altura de um pinheiro. Ele era dividido por linhas verticais escuras.
Roger estava parando a caminhonete quando Walton saltou do veículo e foi em direção do objeto. Mas tarde ele disse: “Repentinamente,  fui atraído por aquele UFO e ter uma visão mais perto. Eu fiquei com medo dele voar embora e eu perder a chance da minha vida de ver um disco voador”.
Quando seus amigos viram o que ele estava fazendo gritaram para que voltasse. Walton parou por um momento, e depois continuou.
Walton se abaixou atrás de uma pedra e quando quis voltar para a caminhonete sentiu um impacto como se tivesse sido atingido por uma alta descarga elétrica que o acertou principalmente no peito e na cabeça, mas podia sentir em todo o seu corpo.
Seus amigos puderam ver um raio de luz azul acertar Travis. Ele foi jogado para o alto e caiu a 3 metros de distância.
Aterrorizados, seus colegas fugiram em disparada. Roger estava dirigindo perigosamente sem saber se aquele objeto os estava seguindo. Quando já estava distante do local olhou para trás e viu que o UFO não estava mais lá. Um silêncio mortal tomou conta de todos. Depois todos começaram a falar ao mesmo tempo. Peter e Roger disseram que eles deveriam voltar e pegar Walton, mas alguns rejeitaram a idéia. Alguns minutos depois eles estavam voltando ao local do incidente. Procuraram por vários lugares mas nada encontraram.
As autoridades ficaram sabendo do incidente depois das 19h30, quando um o delegado da Polícia de Navajo, Chuck Ellison recebeu um telefonema de Peter dizendo que um dos amigos dele havia sumido. Após se encontrar com o grupo e ouvir a sua estória, Chuck notificou o xerife Marlin Gillespie.

Por 5 dias Travis Walton ficou desaparecido. Até mesmo os seus amigos foram suspeitos de tê-lo assassinado e inventado toda a estória. Para “limpar” seus nomes eles passaram pelo detector de mentiras e todos passaram. Finalmente Walton reapareceu.
De acordo com Travis, ele foi abduzido pelo UFO e tinha encontrado pequenos seres com grandes cabeças à bordo do objeto.
Ele viu 3 seres vestindo roupas justas alaranjadas na sua frente.
“Eles eram pequenos, bem pequenos e tinham uma cabeça bem grande sem cabelos. Pareciam com fetos. Eles não tinham cílios ou sobrancelhas. Seus olhos eram bem grandes. Escuros, marrons. Eles tinham cinco dedos em cada mão”.
Travis se levantou e gritou com os seres. Ele os empurrou e percebeu que eles eram bem leves. Então ele pegou um tubo cilíndrico que parecia feito de vidro e tentou quebrar a parte de cima para poder ameaçar os seres, mas o objeto era inquebrável. Os seres faziam sinais de “não” ou “pare” para ele, e então saíram por uma porta atrás deles.
Ele correu por um corredor e entrou numa sala redonda, que tinha somente uma cadeira no seu centro. Aproximou-se dela para ver se havia alguém sentado; então a luz diminuía, ele se afastava e a luz aumentava. Ele não pôde dizer como as paredes e o teto ficavam transparentes e logo se viu cercado de estrelas.
Havia um painel cheio de botões e uma tela com linhas verticais. Travis apertou alguns deles, mas nada aconteceu. Ele sentou na cadeira e puxou o painel para junto de si. As linhas verticais de moveram e ele levou um susto. As estrelas pararam de se mover como se estivessem congeladas.
Travis saiu da sala e andou pelo corredor. De repente uma porta se abriu e ele viu um ser de uns 2 metros parecido com um humano vestindo um capacete transparente. O ser era musculoso, tinha cabelos cumpridos loiros e vestia uma roupa justa azul.
O ser se aproximou de Travis que ficou lhe fazendo várias perguntas. Ele achou que o homem não respondeu nada por causa do seu capacete e pensou que estavam indo para um lugar onde ele poderia tirar o capacete e conversar. Levado pelo braço, ele foi em direção a um corredor. Depois de perguntar onde estavam indo, sem obter resposta, eles chegaram a um lugar que tinha uma brisa fresca, que se parecia com um hangar.
Eles finalmente foram a outra sala, onde Travis viu uma mulher e dois homens sentados na sala. Eles estavam vestidos igual ao ser que o acompanhava e como ele tinham feições e corpo perfeitos. A mulher tinha um cabelo mais comprido do que o dos homens. Eles não usavam capacetes. Ele chegou a perguntar “onde diabos estava”. Os seres somente olharam para ele com uma expressão serena. O ser que estava de capacete sentou Travis numa cadeira e saiu da sala.
Travis continuava a falar, e a mulher e um dos homens pegaram seus braços e colocaram numa mesa próxima, mas ainda com aquela expressão de compaixão e serenidade. Viu que eles não iriam responder a nada e então começou a gritar com eles. A mulher pegou um objeto que parecia uma máscara de oxigênio e colocou no nariz e boca de Travis, que perdeu a consciência e só acordou quando estava deitado perto de uma rua em Heber.
Travis ainda pôde ver o objeto se distanciando quando ele acordou no meio da estrada. Depois ele correu até um posto de gasolina e telefonou para a irmã de sua ex-esposa, pedindo que alguém fosse pegá-lo.
Travis também foi examinado no detector de mentiras, mas nada conseguiram provar. O dr. Gene Rosenbaum afirmou que: “Este jovem não está mentindo… ele realmente acredita naquilo”.
Walton ficou muito surpreso ao saber que ficou sumido por cinco dias




O Caso Barney e Betty Hill

O caso desse casal de classe média americana é importante para os estudiosos de ufologia por se tratar da primeira vez em que se estuda profundamente uma inter-relação pessoal entre terrícolas e irmãos do cosmos. Este caso ocorreu nos Estados Unidos, com o casal Barney e Betty Hill, o qual seguia de carro, a passeio, para Portsmouth, no dia 19 de setembro de 1961.
Pretendiam continuar viajando durante a noite, devido a um alerta do serviço meteorológico relativo à possibilidade de um furacão, pois desejavam estar em casa antes que este chegasse. Pararam em um pequeno restaurante em Colebrook, situado na região norte de New Hampshire, para fazer uma refeição rápida. Depois seguiram viagem, pois pretendiam estar em casa por volta de 02h30.
Já ao sul de Lancaster, os dois começaram a observar um objeto que brilhava muito no céu. O aparelho parecia acompanhar o trajeto do carro. Os Hill pararam o automóvel e observaram o UFO através de um binóculo.
Tratava-se de uma nave enorme, de forma discóide, a poucas centenas de metros do solo, apresentando uma cúpula giratória. Betty pôde notar claramente uma fileira dupla do que pareciam ser janelas. Tanto ela como seu marido tiveram a chance de observar através das janelas vários ocupantes do aparelho. Através do binóculo, Barney conseguia ver que alguns dos tripulantes da nave pareciam manejar uma espécie de painel de controle, enquanto o objeto descia lentamente.
Quando a nave pousou, Barney estava fora do carro, enquanto Betty, gritando, insistia para que ele retomasse ao carro. Porém seu marido parecia estar hipnotizado pelos olhos de um dos tripulantes do objeto. Sentiu que estava prestes a ser capturado, correu para o carro, Betty deu partida, mas logo em seguida o casal ouviu um estranho som eletrônico, e os dois foram prontamente envolvidos por um estado de sonolência repentina.
Tudo que aconteceu em seguida ficou bloqueado em suas mentes. Apenas se recordavam de que ouviram um outro som estranho e estavam viajando novamente pela estrada. Só tempos depois é que a amnésia começou a incomodá-los, e procuraram ajuda médica. Haviam perdido aproximadamente duas horas transcorridas naquela noite, das quais nada conseguiam se lembrar.
Após sucessivas hipnoses regressivas, realizadas separadamente com Betty e Barney Hili, o doutor Benjamim Simon, um psiquiatra de renome, pôde reconstituir passo a passo os acontecimentos vividos pelo casal. Ambos tinham sido levados para dentro da nave pelos seres, que pareciam usar uniformes.
Barney notou que a criatura que parecia comandar a nave, o único que aparentemente sabia falar inglês, usava um cachecol preto no pescoço, que caía sobre o ombro esquerdo. Segundo o casal, o traço que mais os diferenciava dos humanos da Terra eram os olhos.
Os seres ficaram surpresos quando não conseguiram remover os dentes de Betty, ao contrário do que tinham conseguido com Barney, já que este usava dentadura. Introduziram uma agulha no umbigo de Betty, sendo explicado para ela que se tratava de um teste de gravidez, com uma técnica semelhante que seria utilizada na Terra anos mais tarde, na década de 70. Quando a agulha foi introduzida, a contatada sentiu dor, que foi remediada imediatamente com o toque de uma das mãos do líder na cabeça de Betty.
Além do comandante (líder) e do “médico”, existiam aparentemente dentro da nave mais nove seres. Todos de baixa estatura. Seus corpos pareciam desproporcionais, apresentando um tórax grande, com braços mais compridos. Seus rostos eram planos, apresentando olhos muito grandes. Seu nariz era muito pequeno e a boca não passava de uma fenda. Segundo Betty, o líder e o “examinador” eram diferentes: mais altos, apresentando ainda uma cor de pele diferente. O que mais chamava atenção na tripulação da nave, entretanto, eram os olhos, diferentes de tudo que os Hill tinham visto até aquele momento.
Muito interessante é também a história do mapa estelar observado por Betty Hill dentro da nave. A contatada perguntou ao líder de onde eles eram, afirmando que já sabia que não eram da Terra. Nesse estágio da experiência. Betty observa um mapa retangular, que media em seu eixo maior cerca de 120cm.
Existiam várias linhas ligando as estrelas. Segundo foi explicado para Betty as linhas duplas significavam rotas comerciais, as linhas individuais correlacionavam estrelas que eram visitadas ocasionalmente, e as pontilhadas eram expedições. O líder perguntou se Betty sabia onde estava o nosso sistema no mapa. A contatada respondeu que não. Pouco tempo depois o casal era levado para fora da nave, de onde puderam observar a partida do UFO.
Durante as sessões de hipnose a senhora Hill conseguiu desenhar o referido mapa. De início não foi encontrado qualquer padrão comum entre o mesmo e nossas cartas celestes. Coube a uma astrônoma amadora, a professora Majorie Fish, a identificação das estrelas que apareciam no mapa. Inicialmente, apesar de muitas tentativas, a astrônoma não conseguiu também resultados positivos, mas com o passar dos anos, e a divulgação de novas cartas celestes, que traziam dados mais precisos, relativos às distâncias entre algumas estrelas das nossas vizinhanças cósmicas, foi finalmente encontrado um padrão exatamente igual.
Quando Fish tomou apenas as estrelas próximas de nosso Sistema Solar, que segundo astronomia terrestre teriam condições de possuir planetas adequados à vida, surgiu uma carta igual à desenhada por Betty Hill. Com base nesses estudos foi possível identificar o ponto de origem dos extraterrestres. Tudo parece indicar que seriam provenientes da estrela Zeta da constelação do Retículo, a cerca de 36 anos-luz do nosso sistema solar. A validade da interpretação de Fish foi posteriormente confirmada também por astrônomos profissionais. Estava descoberto um dos locais dos discos voadores.

UMA ENTREVISTA COM A SENHORA BETTY HILL

Betty Hill foi entrevistada pela revista Argosy, em dia l0 de março de 1978.
Pergunta: Se o Boston Herald não tivesse tornado pública a história de seu seqüestro, em 1965, você – ainda assim – teria cooperado na publicação de um livro referente ao incidente ou tornado-o público de alguma maneira?
BETTY: Não, eu acho que a história teria ficado comigo, Barney e o Dr. Simon. Mas claro, a história do Herald saiu fora de nosso controle e não foi feita com nossa permissão.
Pergunta: Depois de quanto tempo depois de seu seqüestro, vocês voltaram a estrada procurando OVNIs ou outra prova de sua experiência?
BETTY: Desde o principio, começamos a voltar àquela mesma estrada, procurando e tentando encontrar alguma explicação para o que tinha acontecido – o que nós estávamos omitindo.
Pergunta: Você mantêm um caderninho cheio de anotações de avistamentos de OVNIS de todos os tipos, entretanto, você está sempre só quando tais avistamentos acontecem ou você já levou observadores com você?
BETTY : Tenho levado todo o tipo de pessoas. Por exemplo, Jim Voutrot do canal 9 de Manchester (New Hampshire), veio uma noite e teve um excelente avistamento. Tanto que ele filmou o OVNI e mais tarde mostrou o filme na TV (N.T: Voutrot confirmou esta afirmação de Betty).
Pergunta: Você se sente de alguma forma privilegiada de ter visto OVNIS tantas vezes?
BETTY: De forma alguma. Há pessoas por todo o estado (New Hampshire) que tiveram avistamentos, mas eu só ponho mais tempo na coisa e sei o que procurar.Acho que a paciência é a chave de tudo. Vou a vários lugares numa média de 3 vezes por semana e usualmente gasto cerca de horas numa esticada dessas.
Pergunta: Como se explica que não haja relatos de OVNIS mais oficiais, de pilotos por exemplo?
BETTY : Se você se decide a contar que viu um OVNI você é levado a sentir-se extenuado só de pensar que você terá de passar por um monte de perguntas, entrevistas e preencher um montes de papéis, no seu próprio tempo. Ademais torna-se um caso impar e quem quer ser levado ao ridículo.
Pergunta: Você pensa que o governo sabe mais do que ele está deixando transparecer?
BETTY: Eu suponho que o governo sabe um bocado. Ninguém pode me convencer do contrário.
Pergunta: Na sua opinião, qual é a principal fonte de informação sobre OVNIS?
BETTY: Sem dúvida, a APRO (Aerial Phenomena Research Organization) em Tucson, Arizona. São totalmente profissionais e realmente sabem das coisas.
Pergunta: Recordando um pouco, há alguma coisa relacionada com o incidente de 1961 que, par uma razão ou outra, possa não ter sido registrada no livro?
BETTY : Depois de uma busca mais ou menos continua, finalmente encontramos o local de nossa captura, em Campton, cerca de 15 a 18 milhas (24 a 29 km) de Indiahead. Preenchia perfeitamente nossas recordação, até por ter um solo de areia fina, que é altamente incomum naquela área. Outra coisa que eu nunca mencionei no livro foi a história dos meus brincos. Cerca de vinte semanas depois do incidente (o seqüestro) voltei para casa com Barney e encontramos algumas folhas secas e um par de brincos meus sobre a mesa da cozinha. A casa estivera trancada e não tivemos idéia de como e porque eles haviam ido parar ali.
Pergunta: O que havia de significativo nisto?
BETTY: Depois de nosso tratamento com o Dr. Simon, eu me lembrava com clareza do líder alienígena dizendo – ou talvez comunicando – para mim: “se quisermos você saberemos onde encontrá-la.” Bem, esses brincos eram o mesmo par que eu usara na noite da captura e ali estavam, devolvidos para mim de alguma forma, com as folhas como lembrança do lugar onde a captura tivera lugar. Ao menos, essa é a minha interpretação, a qual cheguei depois das sessões de hipnose. Antes eu não tinha idéia do seu significado.
Pergunta: Quando Barney estava observando o OVNI, lá no campo, em Indianhead, por que ele sentiu que ia ser capturado?
BETTY: Barney simplesmente recebeu a mensagem (telepáticamente). Eu digo “recebeu a mensagem” querendo dizer que eles se comunicaram com ele de alguma maneira e disseram-lhe para ficar ali e ficar olhando. Quando a nave começou a descer é que ele tirou o binóculo dos olhos e correu de volta para o carro.
Pergunta: Qual a sua opinião sobre a serie de sonhos que você teve depois do encontro ?
BETTY: Acho que foi uma maneira natural de começar a lembrar do que o líder havia me instruído para esquecer. Isto é semelhante ao que aconteceu quando o Dr. Simon nos fazia esquecer cada sessão realizada, como dispositivo de segurança, para que não houvesse confabulação entre nós. Dr. Simon sentiu que ao redor da marca de dez dias (após cada consulta), começaríamos a nos lembrar de tudo, automaticamente. Então, ele insistia que o visitássemos cada sete dias e se não tivéssemos tempo para uma sessão completa, deveríamos ao menos ter um reforço na hipnose (N.T.: Betty se refere à sugestão pós-hipnótica de esquecer, a nível consciente, do conjunto de lembranças, obtidas sob hipnose em cada sessão). Uma coisa interessante é que, nos meus sonhos, eu usava objetos mais familiares para descrever o que estava acontecendo. Por exemplo: nos meus sonhos eu pensava que subira uma escada, mas – sob hipnose – lembrei-me de estar subindo uma rampa para entrar na nave.
Pergunta: Qual é sua opinião sobre o mapa estelar que você descreveu sob hipnose e depois desenhou?
BETTY: Acho que tanto quanto se possa imaginar, as duas estrelas grandes, conectadas por linhas grossas e múltiplas, no meu mapa, do Zeta Reticuli I e Zeta Reticuli II. Mas estas estrelas não podem ser vistas das Montanhas Brancas de New Hampshire. Na verdade, temos de estar ao Sul da Cidade do México para vê-las, então obviamente este mapa não foi feito por mim, olhando o céu e desenhando !
Pergunta: Sua experiência com o OVNI e sua tripulação mudou sua vida de alguma forma?
BETTY: A não ser pela publicidade estouvada da revista LOOK e tudo o mais, no começo e até dois anos atrás, quando me aposentei, diria que muito pouco. Continuei com meu trabalho como assistente social do estado e andei muito ocupada com isto. Mas agora, naturalmente, estou mais disponível para a imprensa e para receber relatos de OVNIS e há minha série de palestras. Vocês sabem, eu nunca recebi um tostão pelas conferências, antes. Mas agora que estou aposentada, achei que já era tempo de sobra para ser paga pelo meu trabalho ufológico.
Pergunta: Você tem um agente agora?
BETTY: Sim, sou representada pelo Program Corporation of America. A sede é em Hartsdale, estado de Nova Iorque e eles estão me mandando para lugares como Powell em Wyoming e Centralia, Washington, um montes de lugares. Até gravei um especial para a TV Australiana.
Pergunta: O que você sente sobre o filme “Contatos Imediatos de 30. Grau?
BETTY: É divertido, mas estritamente, Hollywood. Eu ache que o filme jogará muita gente fora dos trilhos se esperarem ver topos de montanha iluminados e tudo aquilo.
Pergunta: No filme, o herói, Roy Neary, entra num OVNI como voluntário. Mas e você? Se você tivesse a oportunidade de ver esses extraterrestres de novo e a chance de entrar na nave, você teria medo? O que você faria?
BETTY: Eu não faria nada disso e acho que ninguém com qualquer quantidade de juízo o faria também. Absolutamente, não!
Pergunta: Que tal a versão cinematográfica dos extraterrestres?
BETTY: A cabeça estava próxima da minha descrição mas os corpos pareciam frágeis e quanto aos dedos, bem, quem quer que desenhou as mãos deveria freqüentar um curso de anatomia. São um pouco ridículas
Pergunta: Finalmente o que você achou da “Nave Mãe” no fim do filme?
BETTY: Exagerada, iluminada e grande demais, somente uma invenção da imaginação de alguém. Simplesmente não acontece daquele jeito!

O caso Elias Seixas

Conhecemos Elias Seixas no 2° Encontro Gnóstico de Ufologia do ABC Paulista, em 1997, patrocinado pelo Instituto Michael e pelo site GnosisOnline. Este simpático carioca teve um interessantíssimo contato com Irmãos do Cosmo, que afirmaram a ele terem vindo da estrela Ursa Menor.
Na época do contato, no ano de 1980, Elias trabalhava como caminhoneiro, quando teria vivenciado uma experiência inexplicável. Seu relato, junto ao de outros dois amigos, entrou para a história da Ufologia brasileira pela riqueza de detalhes com que descreveu as situações pelas quais passou a dois ufólogos, a saudosa professora Irene Granchi e Silvio Lago.
Mais pecisamente no dia 25 de setembro de 1980, Elias e seus amigos, que estavam na boleia de seu caminhão (seu primo Alberto Seixas Vieira e o amigo Guaraci de Souza), voltavam de Goiás, onde haviam deixado uma carga. Na volta, alguns fenômenos estranhos começaram a ocorrer, como o piscar dos faróis do veículo, mesmo desligados, e sensações de desconforto e sonolência.

Elias Seixas
No caminho, quando estavam a 100 quilômetros de Conceição do Araguaia (em Goiás), uma sensação de pressão na nuca, o retorno do pisca-pisca dos faróis e a impressão de ouvir uma voz forçaram Elias a parar. Quando saía do caminhão, ele não percebeu, mas seus colegas teriam visto um feixe de luz azulada atingi-lo.
Quando já estavam todos fora da cabine, eles avistam uma espécie de ‘fogo no mato’ a cerca de 1.500 metros e resolvem investigar. Desde o princípio, Alberto sentiu muito medo e resolveu não continuar andando naquela direção. Poucos segundos depois, Elias também foi tomado de pavor e decidiu desistir.

Medo e amnésia

Assim os três voltaram, entraram no caminhão e continuaram o percurso. Elias continuou ao volante. Guaraci carregava um chapéu de palha preso por um fio de nylon que, aparentemente sem nenhuma explicação, foi lançado pela janela. Sem entender o que aconteceu, os três resolveram novamente parar e descer do caminhão e, um de cada lado da carreta, encontrar-se-iam na traseira do veículo para pegar o chapéu.
A partir daí, nenhum deles lembrava-se muito bem da seqüência de acontecimentos, exceto a sonolência com que retornaram à cabine do caminhão e o fato de chegarem à próxima parada cerca de cinco horas depois do previsto. Essa amnésia parcial combinada aos estranhos fenômenos ocorridos durante a viagem teriam feito os três buscarem a ajuda, num congresso de Ufologia, da pesquisadora Irene Granchi.

Hipnose regressiva

A partir desse primeiro contado, suas histórias – e a de Elias com mais destaque que as dos demais – foram reveladas através de várias sessões de hipnose regressiva às quais os caminhoneiros foram submetidos. Segundo seu depoimento, antes de encontrar Guarani, Elias foi surpreendido por um foco muito forte de luz e levado para uma nave. Dentro da nave, ele viu um ser de frente para uma série de alavancas. Sentado, o ser de enormes braços estava com o cotovelo na coxa, mas não curvava o tronco.
Durante sua permanência na nave, o abduzido teria sido submetido a uma série de experiências. Por um momento, quando deitado numa espécie de “cama” onde seria estudado, viu um de seus companheiros, que teria dado um soco no ser que o estudava (segundo Elias eram ao todo três seres).
Entre outros testes que teriam feito com Elias, o abduzido relatou que implantaram algo em seu crânio e colocaram um aparelho em seu peito. Coletaram amostras de sangue e esperma e fizeram furos em seus dedos.
Elias contou ainda que foi levado para o que foi explicado pelos seus raptores como uma “base” espacial, localizada em Marte. Ali ele pôde ver – sem ser visto – uma série de seres de cabeça grande, desproporcional ao corpo, e muito pequenos, que pareciam estar trabalhando.
O relato continuou e Elias afirmou estar no que parecia ser uma rua, quando teria visto dois homens, um negro e outro branco, que ele percebeu serem siameses, grudados pelo braço. Ele quis tocá-los, mas seu raptor não permitiu. O caminhoneiro foi então levado a uma marquise onde viu seres que pareciam bonecos plásticos, de aspecto cinzento, após o que, foi trazido de volta à Terra.

Seres extraterrestres

Entre outras revelações feitas durante a hipnose, Elias disse que os seres informaram vir da estrela Ursa Menor. Tinham 2,10 metros de altura, olhos rasgados horizontalmente, de cor brilhante, e sua vestimenta assemelhava-se a uma espécie de roupa emborrachada.
Sem a regressão, Elias só se recordava de ter descido do caminhão e de já estar na cabine.
Ele e seus acompanhantes só começaram a se dar conta da estranheza dos acontecimentos quando perceberam que chegaram 5 horas além do previsto na próxima parada e gastaram pouquíssimo combustível para a distância percorrida.
O suposto abduzido teve ainda sequelas físicas, como dores nos dedos e no ombro. Não reconheceu a própria filha ao chegar em casa. Também sofreu de impotência sexual durante os 4 meses seguintes ao suposto encontro, sem que os médicos que procurou, segundo ele, conseguissem chegar a algum diagnóstico.
O abduzido ficou com uma calcificação no crânio que, segundo os especialistas aos quais foi levado, só poderia existir se tivesse feito uma cirurgia. A marca no peito, por terem aparentemente introduzido um aparelho, permaneceu.




O Caso Herminio e Bianca Reis

Este caso é um dos mais paradoxais da ufologia porque se reveste de alguns acontecimentos marcantes. Os extraterrestres contatados pelo casal mineiro passaram a eles diversos ensinamentos de cunho ocultista, entre eles práticas especiais de Desdobramento Astral Consciente.
Essas práticas são ensinadas até hoje por Hermínio Reis em cursos e vivências, e têm beneficiado inúmeras pessoas.
Hermínio e Bianca de Oliveira são de Minas Gerais, sendo que ela nasceu em Ewbank da Câmara, pequeno município mineiro. Ela uma pessoa simples, de instrução primária, e ele um pastor evangélico. Suas vidas continuariam sendo comuns e correntes se não tivessem vivenciado um contato ufológico.
…….
O casal acordou cedo, como de costume, e durante o café da manhã resolveram ir a Belo Horizonte vender seu velho, um Karmann-Ghia. Saíram do Rio por volta das 18 horas.
Logo que passaram por Paraibuna, às 23h30, Hermínio, que dirigia, começou a sentir-se cansado e com sono, seus olhos também ardiam devido à fumaça excessiva que seu carro emitia, então ele parou no acostamento e dormiu. Já Bianca ficou acordada para evitar que fossem surpreendidos por assaltantes. Dado um tempo, cerca de 15 minutos, ela acendeu um cigarro e começou a olhar para o céu, que na ocasião estava muito limpo.
Então ela notou uma luz movendo-se de um lado para outro, no principio imaginou que fosse um balão, apresentava uma luz intensamente alaranjada, mas de repente ela percebeu que o objeto entrava e saía das nuvens. A princípio o objeto parecia estar distante, mas a certo momento pareceu sumir de sua vista reaparecendo apagado muito próximo parecendo que ia cair sobre o automóvel.
Bianca começou a gritar: “Hermínio, Hermínio, um avião está caindo em nossas cabeças”, Hermínio acordou, mas nada pôde fazer, pois no momento tudo já havia escurecido a ponto de eles não enxergarem a si próprios. Mas isso durou pouco, o automóvel que parecia estar em movimento parou, e um lugar muito iluminado, com luz por todos os lados, cegou os dois.
Dois homens, de grande estatura, por volta de 2 metros, se aproximaram do veiculo com sorriso nos rostos, e cordialmente ajudaram-nos a sair do automóvel.
Depois de se acalmarem (pois haviam tido um grande ataque de pânico), Bianca e Hermínio seguiram os homens que os levaram a uma espécie de elevador chegando a outra sala, parecida com um laboratório.
Os seres eram parecidos, como se fossem gêmeos, e conversavam entre si, eles tiveram uma longa conversa com Bianca e Hermínio, através de um aparelho parecido com uma espécie de capacete e muitos fios, o qual funcionava como tradutor.
Nessa conversa o interlocutor se apresentou como KARRAN, do planeta KLERMER, um corpo celeste muito longínquo e desconhecido pelos terráqueos. Nesse diálogo eles falaram sobre religião, contatos entre humanos e esses seres e a criação do homem, além de outas questões filosóficas e místicas (devido principalmente ao fato de Hermínio ser pastor evangélico).
Após um tempo de conversa os ETs ofereceram um tipo de pão bem macio mas sem gosto, e um tipo de soro hospitalar. Ao fim da conversa, Karran gravou as ondas cerebrais de Bianca para poder entrar em contato mais tarde, depois ofereceu um liquido verde aos seus convidados dizendo que era para eles esquecerem o ocorrido, mas Bianca pediu para que eles não fizessem isso, e seu pedido foi gentilmente atendido.
Depois dessa experiência Bianca voltou para casa e ficou gaga por um longo período, desde então ambos permaneceram calados por algum tempo, começando a contar sua história fantástica aos poucos, indo posterioremente a programas de rádio e TV, como o de Flávio Cavalcanti.
Uma das peculiaridades mais interessantes deste caso foram as TÉCNICAS DE DESDOBRAMENTO CONSCIENTE ensinadas por Karran a Hermínio e Bianca, as quais baseiam-se em 3 etapas:
1. Hiperventilação: exercícios respiratórios que servem, segundo Karran, para a regeneração celular e cerebral;
2. Desenvolvimento das glândulas Pituitária e Pineal, para o aumento da autoconsciência dentro e fora do veículo físico; e
3. Despertar de pontos específicos do cérebro para que o Desdobramento Astral Consciente ocorra.
Como Hermínio e Bianca conseguiram que Karran ensinasse essa série de técnicas de Viagem Astral nos diversos encontros entre eles? Hermínio perguntou a Karran por que eles, os ETs, não se comunicavam conosco e por que não nos ajudavam em nossos problemas planetários. Karran respondeu, primeiro apontando para si e dizendo “Eu não estou aqui?”, e depois abrindo os braços e mostrando a nave toda e dizendo: “Nós não estamos aqui?” Então Hermínio, entre uma pergunta e outra, pediu a Karran para que lhes ensinassem técnicas para que pudessem ser divulgadas para toda a humanidade doente.




O Caso Antônio Villas-Boas

O famosíssimo caso ufológico Antônio Villas-Boas é muito especial para os estudantes gnósticos porque ele é relatado pelo próprio V.M. Samael em suas conferências e textos sobre Vida Extraterrestre e Origem Extraterrestre da Humanidade. Com este caso, o VM Samael afirma que estão ocorrendo fantásticos experimentos genéticos e experiências sexuais entre seres de nosso planeta Terra com extraterrestres…
Qual a finalidade dessas experiências? Segundo o gnosticismo moderno, tais experiências se devem à necessidade de um aperfeiçoamento genético e espiritual de nossa humanidade, para que a futura Raça que povoará o planeta seja melhor, mais resistente e mais espiritualizada.
A próxima Raça, chamada de Khoradi, nascerá da mistura entre o que há de melhor dos terrícolas com os extraterrestres.



Um dos mais espantosos relatos sobre sequestro de seres humanos por criaturas extraterrestres; contato imediato de quinto grau, ou CE5 – foi mantido em segredo por muito tempo: aproximadamente oito anos.
Isso aconteceu porque os pesquisadores que entrevistaram o sequestrado pela primeira vez consideraram desaconselhável a divulgação do fato. Os relatórios iniciais foram cuidadosamente redigidos, de modo a manter o anonimato da pessoa envolvida.
Assim, durante muito tempo, o seqüestrado ficou conhecido apenas pelas inicias A.V.B. As primeiras informações sobre esse surpreendente caso surgiram em fins de 1957. Na época, o jornalista brasileiro João Martins publicava, na revista O Cruzeiro, uma série de matérias sobre discos voadores.
Tendo convidado seus leitores a lhe enviarem narrativas de casos que tivessem testemunhado, João Martins recebeu, entre inúmeras outras, a carta de um jovem agricultor que morava próximo à pequena cidade de São Francisco de Sales, em Minas Gerais.
O agricultor narrava uma história tão extraordinária que João Martins resolveu enviar-lhe ajuda financeira para que fizesse a longa viagem até o Rio de Janeiro, onde poderia relatar com mais detalhes o ocorrido.
Assim, em 22 de fevereiro de 1958, no consultório do médico Olavo T. Fontes, conhecido do jornalista, teve início uma longa investigação científica, que surpreenderia os círculos especializados em ufologia. A história revelada mostrou-se tão espantosa que os investigadores decidiram conservá-la em segredo.
Estavam preocupados em evitar que narrativas semelhantes surgissem por influência do caso de A.V.B., se o relato fosse amplamente divulgado. Se isso ocorresse, a própria experiência do jovem agricultor poderia ficar invalidada. Apesar de todas as precauções, no entanto, parte do relato veio a ser comentada.
A pessoa que tomou conhecimento do caso era um competente ufologista, o dr. Walter Bühler, que em 1961 começou a fazer pormenorizadas investigações por conta própria. O relatório Bühler apareceu depois como simples boletim informativo. Mas, traduzido por Gordon Creighton e enriquecido com comentários do editor, foi publicado na Flying Saucer Review (Revista dos Discos Voadores), em janeiro de 1965.
Pouco depois, o jornalista João Martins publicou sua própria versão do fato na edição em espanhol (não na edição em português, como seria de esperar) da revista brasileira O Cruzeiro.
Por fim, a história completa do caso, incluindo os resultados de vários relatórios clínicos, surgiu no livro Os humanoides, uma coletânea de relatos de contatos de seres humanos com tripulantes de objetos voadores não identificados (óvnis), publicado em 1969.
Com isso, esclareceu-se de uma vez por todas a história, que havia sido considerada muito ousada para ser conhecida pelo grande público. Revelou-se também que A.V.B. era Antônio Villas-Boas, um lavrador mineiro de 23 anos.
Este caso ocorreu em outubro de 1957 e envolveu o jovem Antônio Villas-Boas, na fazenda de sua família, situada em São Francisco de Salles, Minas Gerais. A fazenda abrange campos extensos e muitas plantações. Para lavrar as terras, a família de Villas-Boas usa um trator com o qual trabalham em duas turmas, uma diurna e outra noturna.
De dia, trabalham os empregados da fazenda e à noite, por sua vez, o próprio Antônio Villas-Boas, sozinho ou acompanhado de seus irmãos, lavra as terras com o trator.
Tudo começou na noite de 5 de outubro de 1957. Naquela noite, a família de Antônio se recolheu para dormir por volta das 23 horas. Fazia bastante calor naquela noite e, por isso, Villas-Boas abriu a janela, que dá para o terreiro. Nesse momento, ele avistou uma luz brilhante, que iluminava todo a área. Era uma luz bem mais clara do que a do luar e Villas-Boas não conseguiu distinguir sua procedência – apenas que vinha do alto como se um poderoso holofote estivesse direcionado para o chão.
Diante disso, Villas-Boas chamou seu irmão para mostrar o estranho fenômeno. Apesar do quadro inusitado, ambos não deram muita importância e fecharam a janela para dormir.
No entanto, aquela luz não saía da cabeça de Villas-Boas e, sentindo uma curiosidade imensa, tornou a levantar-se e abriu a janela para ver o que se passava lá fora. A luz continuava inalterada, no mesmo lugar. Villas-Boas ficou com o olhar fixo naquela luz quando, de repente, a mesma se deslocou para perto de sua janela.
Assustado, Villas-Boas fechou a janela com tanta força que acordou seu irmão e, dentro do quarto escuro, ambos acompanhavam a luz que entrava pelas venezianas da janela. Logo em seguida, a luz se deslocou para o alto do telhado da casa, onde penetrou pelas frestas entre as telhas. Finalmente, depois de alguns minutos, a luz desapareceu e não retornou mais.
Em 14 de outubro houve um segundo incidente que ocorreu por volta de 21h30 ou 22 horas. Naquela ocasião, Villas-Boas trabalhava com o trator em companhia de outro irmão. De repente, eles avistaram uma luz muito clara, penetrante, a ponto de fazer doer suas vistas.
Segundo o depoimento de Villas-Boas, a luz era grande e redonda, como uma roda de carroça, e estava na ponta norte do campo. Ela era de um vermelho claro e iluminou uma grande área. Ao observarem melhor, distinguiram alguma coisa dentro daquela luz, mas não conseguiram precisar o que era, pois suas vistas ficavam totalmente ofuscada.
Curioso, Villas-Boas foi em direção da luz para ver o que era, porém, assim que se aproximou, ela se deslocou repentinamente e velozmente para a ponta sul do campo, onde ficou novamente parada. Villas-Boas correu atrás da luz, que então, tornou a voltar para onde estava antes.
Finalmente, Villas-Boas desiste de tentar chegar na luz e volta para junto de seu irmão. Por uns poucos minutos, a luz ficou imóvel, à distância; ela parecia emitir raios intermitentes, em todas as direções. Em seguida, desapareceu tão repentinamente, que deu a impressão que ela simplesmente “se apagou”.
Na noite do dia seguinte, 15 de outubro, Villas-Boas trabalhou sozinho com o trator. Era uma noite fria e o céu noturno estava claro e estrelado. Por volta da 1 hora da madrugada, Villas-Boas viu uma estrela vermelha. No entanto, logo percebeu que não se tratava de uma estrela, pois aumentava progressivamente de tamanho e parecia se aproximar velozmente dele. Dentro de alguns poucos instantes, a estrela se revelou um objeto brilhante, com o formato de um ovo, que se dirigia na direção de Villas-Boas com uma velocidade incrível.
Sua aproximação era tão veloz que já estava sobre o trator antes de Villas-Boas ter qualquer reação. De repente, o objeto parou a uma altura estimada pelo protagonista como em torno de uns 50 metros, e bem acima de sua cabeça. O trator e o campo ficaram iluminados como se fosse de dia.
Essa situação durou uns dois minutos e Villas-Boas, hesitante, sem saber o que fazer, ficou paralisado. Finalmente, a luz tornou a se deslocar e parou a uns 10 a 15 metros à frente de seu trator, para então, lentamente, pousar no solo. Nesse momento, já era possível distinguir nitidamente os contornos da máquina: era parecida com um ovo alongado, apresentando três picos, um no meio e um de cada lado; eram picos metálicos, de ponta fina e base larga.
Villas-Boas não pôde distinguir sua cor por causa da forte luz vermelha que o objeto emitia. Em cima havia algo girando a alta velocidade que, por sua vez, emitia uma luz vermelha fluorescente.
De repente, a parte debaixo do objeto se abriu e deles saíram três suportes metálicos… e isso aterrorizou totalmente Villas-Boas, que via que algo iminente iria acontecer com ele. Não disposto a esperar para ver do que se tratava, Villas-Boas pôs o pé no acelerador, desviou-o do objeto voador e tentou escapar; porém, após avançar alguns metros, o motor parou e os faróis se apagaram.
Aterrorizado, ele tentou dar a partida, mas o motor não pegou mais. Em vista disso, Villas-Boas pulou do trator, que estava atrás do objeto, e correu desesperadamente. Porém, um minúsculo ser estranho, que mal chegava a altura dos seus ombros, pegou em seu braço.
Chocado, Villas-Boas aplicou-lhe um golpe que o fez perder o equilíbrio, largar o seu braço e cair para trás. Novamente, tentou correr quando, instantaneamente, três outros seres alienígenas pegaram-me por trás e pelos lados, segurando seus braços e pernas. Villas-Boas perdeu o equilíbrio e acabou ficando totalmente dominado pelas criaturas. Os seres o levantaram do solo, sem que ele pudesse esboçar sequer o menor gesto.
Tomado pelo mais completo desespero, Villas-Boas tentou se livrar dos alienígenas, mas os seres o seguravam firme e não deixaram que ele conseguisse escapar. Nesse momento, Villas-Boas gritou por socorro e xingou as criaturas exigindo que o soltassem – mas nada adiantou.
Os alienígenas levaram, então, para sua nave que estava pousada sobre suportes metálicos. Na parte traseira do objeto voador havia uma porta, que se abria de cima para baixo, e, assim, servia de rampa. Na sua ponta havia uma escada de metal, do mesmo metal prateado das paredes da máquina, e que descia até o solo.
Os alienígenas estavam com a situação completamente dominada e só tiveram dificuldade em fazer Villas-Boas subir pela escada, que só dava para duas pessoas, uma ao lado da outra – e não era firme, mas móvel, balançando fortemente a cada uma das tentativas de Villas-Boas se livrar dos seus raptores.
De cada lado havia um corrimão, com a espessura de um cabo de vassoura, no qual Villas-Boas agarrou para não ser levado para cima – o que fez com que os alienígenas tivessem de parar, a fim de desprender à força as suas mãos do corrimão.
Por fim, os alienígenas conseguiram arrancar as mãos de Villas-Boas do corrimão e levá-lo para o interior da nave. Logo em seguida, deixaram Villas-Boas em um pequeno recinto quadrado. A luz brilhante do teto metálico refletia-se nas paredes de metal polido – era emitida por numerosas lâmpadas quadradas, embutidas debaixo do teto, ao redor da sala. Logo em seguida, a porta de entrada, junto com a escada recolhida, levantou-se e se fechou.
O que impressionou Villas-Boas é que, uma vez a porta fechada, ela se integrava à parede de tal forma que era impossível percebê-la. Um dos cinco seres presentes apontou com a mão para uma porta aberta e fez Villas-Boas compreender que deveria segui-lo para aquele recinto. Cansado, estressado e vendo que não tinha qualquer outra alternativa, Villas-Boas obedeceu à criatura.
Dentro desse recinto, os únicos móveis existentes eram uma mesa de desenho esquisita e várias cadeiras giratórias, parecidas com as nossas cadeiras de balcão de bar. Todos os objetos eram de metal. A mesa e as cadeiras tinham um só pé no centro.
Os seres alienígenas continuavam segurando firmemente Villas-Boas e pareciam conversar entre si numa linguagem completamente estranha e incompreensível – pareciam estar discutindo. Quando finalmente deu a entender que os alienígenas tinham chegado a uma decisão, os cinco pararam de falar entre si e começaram a tirar as roupas de Villas-Boas.
Claro que Villas-Boas não gostou nada da idéia de ficar nu e, então, reagindo, começou a tentar se defender de todas as formas, inclusive debatendo-se, gritando e xingando os seres.
Não adiantou: Villas-Boas ficou completamente nu. Um dos alienígenas se aproxima de Villas-Boas segurando algo que parecia ser uma espécie de esponja, com a qual passou um líquido em todo o seu corpo. Era uma esponja bem macia e o líquido era bem claro e inodoro, porém mais viscoso do que a água.
Primeiro, Villas-Boas pensou que fosse um óleo, mas chegou à conclusão que não era porque a sua pele não ficou oleosa, nem gordurosa. Quando passaram aquele líquido no corpo de Villas-Boas, ele sentiu um frio intenso, e tremeu muito; no entanto, logo o líquido secou e Villas-Boas já não sentia mais nada.
Então, três dos alienígenas levaram Villas-Boas para a porta, do lado oposto daquela pela qual eles haviam entrado no interior da nave. Um deles tocou em algo bem no centro da porta, que, em seguida, se abriu para os dois lados, como uma porta de encaixar, de bar, feita de uma só folha, do piso ao teto.
Em cima, havia uma espécie de inscrição com letreiros luminosos, vermelhos; os efeitos da luz deixaram aqueles letreiros salientes, destacados da porta em um ou dois centímetros. Eram totalmente diferentes de quaisquer dos símbolos ou caracteres conhecidos. Villas-Boas tentou gravá-los em sua memória, mas não conseguiu.
Em companhia de dois seres alienígenas, Antônio Villas-Boas ingressou em uma pequena sala quadrada, iluminada como os demais recintos, e a porta foi fechada atrás deles. De repente, a parede tornou a se abrir e pela porta entraram mais dois seres; levavam nas mãos dois tubos de borracha vermelha, bastante grossos, cada um medindo mais de um metro.
Uma das pontas do tubo estava ligada a um recipiente de vidro em forma de taça; na outra ponta havia uma peça de embocadura, parecida com uma ventosa, que colocaram sobre a pele, debaixo do queixo. Antes do alienígena iniciar sua operação, comprimiu o tubo de borracha fortemente com a mão, como se dele quisesse expelir todo o ar.
Logo no início, Villas-Boas não sentiu dores, nem comichão, mas notou apenas que sua pele estava sendo sugada. Em seguida, Villas-Boas sentiu uma ardência e teve vontade de coçar no local. Neste momento a taça se encheu lentamente de sangue até a metade. Logo em seguida, retiraram o tubo de borracha e substituíram-no por outro.
Novamente Villas-Boas sofre nova sangria, só que desta vez no outro lado do queixo. Nessa segunda sangria, os alienígenas encheram a taça de sangue. Terminada a operação de retirada de sangue, os alienígenas se retiraram do recinto e deixaram Villas-Boas sozinho.
Por mais de meia hora, Antônio Villas-Boas ficou a sós na sala. Segundo seus depoimentos, não havia móveis, exceto uma espécie de cama, sem cabeceira nem moldura. Como estava se sentido cansado, Villas-Boas sentou-se naquela cama. No mesmo instante, começou a sentir um odor forte, estranho e que lhe causou náuseas. Villas-Boas teve a impressão de estar inalando uma fumaça grossa, cortante, que o deixou quase asfixiado.
Talvez fosse isso mesmo que estivesse acontecendo, pois, quando examinou a parede da sala com mais atenção, notou uma quantidade de pequenos tubos metálicos embutidos na parede, à altura da sua cabeça. Semelhantes a um chuveiro, os tubos apresentavam múltiplos furinhos, pelos quais saía uma fumaça cinzenta, que se dissolveu no ar.
Villas-Boas estava preso na sala e os alienígenas estavam aplicando um gás lá. Sentindo-se bastante mal e com ânsias de vômito, Villas-Boas foi para um canto da sala e acabou vomitando. Em seguida, pôde respirar sem dificuldades, porém continuava a se sentir mal com aquele cheiro.
Até aquele momento, Antônio Villas-Boas não fazia a menor idéia de qual era a aparência dos alienígenas que o haviam raptado. Os cinco usavam macacões bem colantes, de um tecido grosso, cinzento, muito macio, e, em alguns pontos, colado com tiras pretas. Cobrindo a cabeça e o pescoço, usavam um capacete de mesma cor, mas de material mais consistente, reforçado atrás, com estreitas tiras de metal.
Esse capacete cobria toda a cabeça deixando à mostra somente os olhos que Villas-Boas pôde distinguir através de algo parecido com um par de óculos redondos. Acima dos olhos, o capacete tinha duas vezes a altura de uma testa normal. A partir do meio da cabeça, descendo pelas costas e entrando no macacão, à altura das costelas, Villas-Boas notou três tubos redondos de prata, dos quais não soube dizer se eram de borracha ou metal.
O tubo central descia pela coluna vertebral; à esquerda e à direita desciam os dois outros tubos, até uns 10 centímetros abaixo das axilas. As mangas do macacão eram estreitas e compridas; os punhos continuavam em luvas grossas, de cinco dedos, da mesma cor. Nenhum dos macacões tinha bolsos ou botões.
As calças eram compridas e colantes e continuavam numa espécie de botas. Todavia, a sola dos sapatos deles era de quatro a sete centímetros de espessura. Eram bem diferente dos nossos sapatos. Nas pontas, os sapatos eram levemente encurvados para cima.
Depois de passado um longo tempo que Villas-Boas não soube precisar, começou um ruído na direção da porta. Villas-Boas virou-se naquela direção e deparou-se com uma moça aproximando-se lentamente. Estava totalmente nua e descalça. Seus cabelos eram macios e louros, quase cor de platina – como que esbranquiçados – e lhe caíam na nuca, com as pontas viradas para dentro.
Usava o cabelo repartido ao meio e tinha grandes olhos azuis, amendoados. Seu nariz era reto. Os ossos da face, muitos altos, conferiam às suas feições uma aparência heterogênea, deixando o rosto bem largo e com o queixo pontudo, que ficava quase triangular. Tinha os lábios finos, pouco marcados, e suas orelhas eram exatamente como a de nossas mulheres terrestres.
Tinha um corpo lindo, segundo Villas-Boas, e com os seios bem formados, firmes e altos. Sua cintura era fina. Os seus quadris eram largos, as coxas compridas, os pés pequenos, as mãos finas e as unhas normais. Ela era de estatura bem baixa – mal chegava nos ombros de Villas-Boas.
Essa alienígena se aproximou de Villas-Boas, em silêncio, e fitou-lhe com seus olhos grandes – não deixando dúvidas para com suas intenções. De repente, ela abraçou Villas-Boas e começou a esfregar seu rosto e corpo contra o dele. A porta tornou a se fechar e Villas-Boas ficou a sós com aquela alienígena.
Considerando a situação em que se encontrava, isso parece um tanto improvável. Mas Villas-Boas acredita que a excitação pode ter sido resultado do líquido que passaram por todo o seu corpo. De qualquer forma, Villas-Boas não conseguiu mais refrear seu apetite sexual – acabaram tendo várias relações sexuais.
Depois, a alienígena ficou cansada e começou a respirar ofegantemente. Segundo Villas-Boas, ele ainda estava excitadíssimo – o que demonstra que não era um estado de excitação sexual comum e natural. Antônio até tentou transar mais, mas ela recusou continuar com o sexo. No momento da recusa, Villas-Boas se sentiu mal: ele percebeu que queriam ele apenas como um reprodutor para algum tipo de experiência.
Apesar disso, segundo seu próprio depoimento, ele tomou o cuidado para não deixar que percebessem a sua irritação; afinal, ele se encontrava nu, num lugar estranho, com seres estranhos, completamente sem chance de fuga e, sendo assim, não seria muito prudente e inteligente demonstrar qualquer tipo de hostilidade.
Pouco depois de seus corpos terem se separado, a porta se abriu e um dos alienígenas chamou a moça. Antes de sair da sala, ela virou-se para Antônio Villas-Boas e apontou, primeiro, para sua barriga, depois, com uma espécie de sorriso, para o próprio Villas-Boas e, por último, para o alto – como se quisesse dizer que Villas-Boas iria ser pai de uma criança que irá viver no espaço.
Logo em seguida, um dos alienígenas voltou com a roupa de Villas-Boas e ele, por sua vez, se vestiu imediatamente. Segundo Villas-Boas, os alienígenas lhe devolveram tudo, menos um isqueiro que tinha em um dos bolsos – apesar de cogitar a possibilidade de que ele possa ter caído no chão no momento da luta na hora que o estavam capturando. Quando Villas-Boas terminou de se vestir, os alienígenas o levaram de volta para o mesmo recinto que estava antes de ter entrado naquela sala.
Chegando lá, três dos tripulantes estavam sentados nas cadeiras giratórias, conversando um com o outro. Aquele que veio buscar Villas-Boas juntou-se a eles e deixaram-no sozinho. Enquanto eles falavam entre si, Villas-Boas tentou gravar na memória todos os detalhes ao seu redor e observava minuciosamente tudo quanto ali se passava.
Assim, reparou que dentro de uma caixa com tampa de vidro que estava sobre uma mesa havia um disco parecido com um mostrador de relógio; havia um ponteiro e, no lugar dos números 3, 6 e 9, uma marcação negra. Somente no lugar em que normalmente está o número 12, havia quatro pequenos símbolos negros, um do lado do outro.
Naquele momento, já bem mais calmo, Antônio Villas-Boas teve a idéia de pegar aquela coisa e levá-la consigo – a título de ter uma prova concreta de sua inacreditável aventura de abdução.
Imaginando que se os extraterrestres percebessem seu interesse por aquele objeto, talvez acabassem presenteando-o com o mesmo, tratou de se aproximar dele, aos poucos, e, quando os seres não olhavam, puxou-o da mesa com as duas mãos. Villas-Boas estimou que aquele objeto pesava, pelo menos, uns dois quilos.
Porém, os alienígenas não deram tempo para que Villas-Boas olhasse o objeto de mais perto; pois, com a rapidez de um raio, um dos seres acabou empurrando Villas-Boas para o lado, tirou a caixa de suas mãos e, aparentemente ríspido, tornou a colocá-la no lugar. Intimidado com a ação do alienígena, Villas-Boas recuou até a parede mais próxima e ficou parado, imóvel.
Enfim, depois de vários minutos, um dos alienígenas se levantou e fez um sinal para que Villas-Boas o seguisse. Assim, atravessaram a pequena ante-sala até a porta de entrada, já aberta e com a escada descida. No entanto, ainda não desceram, mas o ser fez Villas-Boas compreender que devia acompanhá-lo até a rampa que havia em ambos os lados da porta.
Ela era estreita, mas permitiu dar uma volta completa ao redor da nave. Primeiro foram para a frente e lá Villas-Boas viu uma protuberância metálica sobressaindo da nave. Na parte oposta havia essa mesma protuberância.
Em frente, o alienígena apontou para os picos de metal. Os três estavam firmemente ligados à nave, a do meio, diretamente com a parte dianteira. As três esporas tinham a mesma forma, base larga, diminuindo para uma ponta fina e sobressaindo horizontalmente.
Elas brilhavam como metal incandescente, mas não irradiavam nenhum calor. Um pouco acima das esporas metálicas havia luzes vermelhas; as duas laterais eram pequenas e redondas, ao passo que a da parte dianteira era enorme. Eram os possantes faróis. Acima da rampa, ao redor da nave, estavam dispostas inúmeras lâmpadas quadradas, embutidas no casco.
Seu brilho vermelho refletiu-se na rampa, a qual, por sua vez, terminava em uma grande placa de vidro grosso, que entrava fundo no revestimento de metal. Como não havia janelas em parte alguma, Villas-Boas julgou que aquela vidraça serviria para olhar para fora, mesmo que não desse boa visão, pois, visto de fora, o vidro parecia bastante turvo.
Após a vistoria da parte frontal da máquina, o alienígena levou Villas-Boas para a parte traseira (que apresentava uma curvatura bem mais pronunciada do que a da dianteira), mas, antes disso, pararam mais uma vez, quando o alienígena apontou para cima, onde estava girando a imensa cúpula em forma de prato.
Ao girar lentamente, mergulhava numa luz esverdeada, cuja fonte não era possível detectar; simultaneamente, emitia um som parecido com assobio. Quando, mais tarde, a máquina decolou, as rotações da cúpula se aceleraram progressivamente, até desaparecer por completo, e, em seu lugar, permanecer apenas um brilho de luz vermelho clara.
Ao mesmo tempo, o ruído cresceu para um estrondoso uivar. Depois de ter mostrado toda a parte externa da nave para Villas-Boas, o alienígena o levou para a escada metálica e deu a entender que ele estava livre para ir embora. Ele apontou primeiro para si próprio, depois para Villas-Boas e, finalmente, para o quadrante sul no céu. Em seguida, fez sinal de que ia recuar e desapareceu no interior da nave.
A escada metálica foi se recolhendo e a porta da nave se fecha. As luzes das esporas metálica do farol principal e da cúpula ficaram progressivamente mais intensas com o aumento das rotações. Lentamente, a máquina subiu, em uma linha vertical, recolhendo, ao mesmo tempo, seu trem de pouso.
O óvni subiu devagar, até uns 30 a 50 metros de altura; lá parou por alguns segundos, enquanto sua luminosidade se tornava mais intensa. O ruído de uivar tornou-se mais forte, a cúpula começou a girar com uma velocidade enorme, ao passo que sua luz foi se transformando progressivamente, até ficar vermelho clara.
Naquele instante, a nave inclinou-se ligeiramente para o lado, ouviu-se uma batida rítmica e, repentinamente, desviou-se para o sul, desaparecendo de vista uns poucos segundos depois. Finalmente, Villas-Boas voltou para o seu trator.




O caso Dolores Barrios

Determinados casos ufológicos são mais intrigantes pela estranheza do nascimento da própria história em si do que propriamente pelo assunto que retratam. É o caso da foto abaixo, de uma insuspeita senhorita que, noutro contexto, teria suscitado profundas pesquisas. Infelizmente, o caso desta mulher gerou mais ceticismo do que pesquisas aprofundadas. Quem é ela? Seria realmente uma extraterrestre? Como foi conseguida uma foto sua? O texto e as fotos deste post do GnosisOnline são baseados na edição do dia 16 de outubro de 1954, da revista O Cruzeiro.

Uma ET no Congresso de Ufologia?

Nos dias 7 e 8 de agosto de 1954, em Monte Palomar, nos Estados Unidos, realizou-se um dos primeiros grandes congressos ufológicos de contatados. Ali se encontravam contatados famosos, como George Adamski (contatado dos venusianos), Truman Bethurm (contatado dos habitantes do planeta Clarión) e outros.
Algumas pessoas notaram uma mulher que julgaram ser “estranha” e pediram ao jornalista João Martins – o mesmo do caso Barra da Tijuca – que estava a trabalho para a revista O Cruzeiro, para tirar fotos dela.
Martins tirou a foto, mas com a luz do flash ela se assustou e saiu rapidamente do local, entrando em um bosque próximo ao local do evento. Muitos consideraram-na como sendo uma “extraterrestre” graças ao seu estranho comportamento e até por algumas características físicas peculiares, mesmo curiosas, como podemos observar nas fotos. Observe você mesmo os detalhes do rosto desta bela mulher, como seus olhos, nariz e bochechas. Os olhos têm uma profundidade estranha e bela…
Porém, o fato mais insólito foi que muitas pessoas viram uma nave sair desse bosque, deixando todos os presentes impressionados. Momentos depois, descobriram que essa “extraterrestre” havia estranhamente assinado o livro de visitas com o nome de Dolores Barrios, e que declarou ser uma estilista de moda de Nova York. No entanto, ninguém ouviu falar de uma estilista de moda loira com esse nome latino…
Será ela uma extraterrestre? A que veio? O que fazia em um congresso onde participaram alguns dos mais destacados contatados da época?
Bem, o que sabemos, com certeza, é que os extraterrestres não querem manter contato público conosco por saberem que suas vidas correm perigo. Sabemos que muitos irmãos do cosmo são mantidos cativos pelas forças armadas de alguns países (como EUA e Rússia). Seria por isso que essa extraterrestre fugiu do público?

O Diálogo de João Martins com a ET

João Martins: Vocês são ou não são venusianos?
Dolores Barrios: Não.

JM: Por que vocês estão aqui?
DB: Porque estamos interessados neste tema.

JM: Vocês acreditam em discos voadores?
DB: Sim.

JM: É verdade que, como o senhor Adamski diz, que eles vêm de Vênus?
DB: Sim. Eles são de Vênus.

Infelizmente, essa mulher interrompeu o diálogo e se retirou do salão de conferências, desaparecendo misteriosamente.
As únicas evidências de sua presença e de que ela seja uma extraterrestre são os detalhes das fotos tiradas por Martins: a protuberância em sua testa, que seria o prolongamento de seu nariz peculiar; dupla ou tripla glândula lacrimal; formato de seus lábios; olhos típicos de um ser de alto nível espiritual; etc. Observe as imagens abaixo e tire você mesmo suas conclusões.
Fotos:


À 01h15 foi levado para o interior da nave alienígena e retornou somente às 5h30 da madrugada – por mais de quatro horas ficou sob tutela dos seres alienígenas. Com o passar do tempo, Villas-Boas formou-se em Direito, casou-se e teve quatro filhos.
Símbolos vistos por Boas dentro da nave

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