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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

O Flúor: foi uma arma química para os Nazistas


   Durante a Segunda Guerra Mundial, milhares de inocentes foram 
 exterminados nos campos de concentração nazistas. Entre as várias
 técnicas de extermínio, as câmaras de gás envenenavam o ar e o destino
 dos corpos era os fornos (crematórios de guerra). Para controlar a agitação
 e rebeliões dos prisioneiros, os cientistas encontraram um método simples: 


descobriram que repetidas doses de flúor em quantidades muito pequenas
 afetam o cérebro, envenenando e narcotizando lentamente as pessoas 
tornando-as submissas. Os comandantes dos campos alemães ordenaram 
a adição do produto químico na água.



No final da guerra, os Estados Unidos encarregaram Charles Eliot Perkins,
um pesquisador especializado em química, patologia e fisiologia, de estudar
a técnica de controle da mente. Em sua pesquisa na Alemanha, Perkins
obteve várias conclusões assustadoras. Informou que "quando os nazistas, 
sob as ordens de Hitler, decidiram atacar a Polônia, cientistas e militares 
alemães e russos trocaram informações. 

   Os russos adotaram o esquema de controle de massa através 
da medicação, porque se adaptava perfeitamente aos seus planos."
Opositores da fluoretação têm usado insistentemente a internet, 
divulgando denúncias como essa e pesquisas que condenam o 
método. Em Joinville, a Casan aplica o flúor na água como tratamento
 de saúde pública massificado para a prevenção da cárie dentária. 
Um dos maiores combatentes, o americano e doutor em química, 
Paul Connett, tem uma das mais abrangentes pesquisas sobre o 
 tema disponível no sítiowww.fluoridealert.org. Nas “50 razões 
para opor-se à fluoretação”, ele confirma: “O flúor é biologicamente 
ativo mesmo em baixas concentrações. Ele interfere com os 
 ligamentos de hidrogênio, que é o centro da estrutura e funções 
das proteínas e ácidos nucléicos. Assim, tem o potencial de provocar 
 distúrbios no processo vital do organismo”.

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