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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

lição 12 Curso da expansão da consciencia


O PRANA è Muitas das coisas que vamos dizer nesta lição talvez não as compreenda de imediato, pois para saber algo acerca do Prana é necessário senti-lo dentro de nós mesmos e isso somente se consegue com a prática. É necessário estudar e compreender esta lição antes de prosseguir.
 
A substância de que está feito o Universo, a MATÉRIA PRIMA de que está constituído, é uma só. Esse material apresenta-se em diferentes estados de densidade, podendo, em conseqüência, ser ou não percebido pelos sentidos humanos. A revolução interna de um indivíduo refina seus sentidos, levando-o a estabelecer contato com os estados mais elevados da matéria universal, enquanto que as pessoas comuns e correntes percebem unicamente os planos inferiores e julgam que somente estes têm existência. Tudo o que existe, tanto nos planos inferiores como nos mais elevados não são mais que diferentes manifestações daquela SUBSTÂNCIA PRIMORDIAL. O postulado do átomoPRIMITIVO ÚNICO, que a Ciência oficial começa a esboçar como conseqüência natural dos mais recentes descobrimentos no campo da Física Nuclear, significa uma ligeira aproximação dessa verdade fundamental das Escolas Esotéricas. De acordo com a filosofia hindu, a natureza está composta de duas substâncias primordiais: O AKASH ou Éter e o PRANA ou Energia, intimamente ligados e interdependentes, formando a matéria.
 
Prana ou Essência Vital vem de PRA (Movimento) e AN (Para fora). Prana é pois a energia vital ou essencial do universo. É Omnipenetrante, esteja em estado inerte, de transição ou dinâmico. É o poder tremendo que libera o átomo quando se fissiona ou se funde. É a realidade invisível, sempre presente que há detrás de todo movimento, todo pensamento volição e ação.
 
Encontra-se em todas as formas de vida, desde a mais elevada à mais inferior, na formiga e no elefante, na ameba e no homem; desde a forma mais elevada da vida mineral, vegetal, animal e humana até a mais elementar. É prana o que brilha em nosso olhos, é mediante o poder do Prana que os ouvidos ouvem, os olhos vêem, a pele sente, a língua gusta, o nariz cheira, e intelecto e o cérebro cumprem suas funções. O fogo arde através do Prana, o vento sopra, os rios fluem, o avião move-se no ar através do Prana; a máquina a vapor trabalha, as ondas hertzianas viajam pelo Prana. Prana é elétron, é força, é magnetismo, é eletricidade.
 
Podemos apreciar o trabalho do Prana se observarmos os movimentos de Sístole e Diástole no coração, quando impulsiona o sangue pelas artérias, no ato de inalação e exalação do alento, na digestão dos alimentos, na excreção da urina e matérias fecais, no laboratório da energia sexual, o quilo, o quimo, a saliva, etc. Adquire-se este Prana com o pensamento, a vontade, os atos, o movimento, a palavra, a escrita, etc. Quando a energia sexual é sublimada ou transformada a um estado sutil, elevando sua escala de vibração, provê o sistema nervoso de abundante Prana, o qual deposita-se no cérebro. O ato respiratório é para os organismos biológicos a função mais importante, pois com a respiração não somente absorvemos oxigênio destinado a alimentar a combustão celular, senão também a força básica da vida, o PRANA, que tem por missão alcançar o corpo vital, carregando-o de energia. Disto se deduz porque as Escolas de Mistérios dão tanta importância à respiração regulada e consciente denominada Pranayama.
Pranayama é o controle do Prana e das forças vitais do corpo, mediante o controle do alento. Controlar o Prana é o mesmo que controlar a mente e controlar a mente significa controlar as emoções e de igual modo, nossos pensamentos. O que se conhece como “poder da personalidade” não é outra coisa que a capacidade natural de uma pessoa no manejo do Prana. Algumas pessoas obtém maior êxito na vida e são mais influentes e fascinantes que outras; isto se deve ao poder do Prana. Tais pessoas manejam inconscientemente isso que o estudante Gnóstico aprende a usar conscientemente, mediante o emprego da vontade.
 
Todo o Prana provém do SOL. A Ciência identificou na luz solar, dentro da atmosfera da Terra, partículas diminutas chamadas “Glóbulos de Vitalidade”, que estão carregadas com tremenda força. Todos passamos pela experiência de olhar para o céu e observar diminutos raios de luz intensamente brilhantes que se projetam em todas as direções; estes são os Glóbulos de Vitalidade, carregados de Prana. O esgotamento dos Glóbulos de Vitalidade durante sucessivos dias nublados, em parte é a causa da diminuição da vitalidade de quem vive em fortes climas nos meses de Inverno.
 
Os anciões e convalescentes conhecem a importância de expor-se aos raios quentes e curativos do Sol brilhante. Absorvendo as partículas da luz solar não somente renovamos o vigor do corpo físico como também do corpo vital simultaneamente. Por meio desta disciplina capacitamos nossos discípulos para que de forma prática e sábia aprendam a dirigir conscientemente esses Glóbulos de Vitalidade, este Prana, a seu organismo, para começar a construir um organismo superior, material e psiquicamente.
 
OS SETE CHAKRAS è Podemos afirmar que o homem é um trio de corpo, alma e espírito, se considerarmos também os outros veículos de manifestação: Vital, Astral e Mental e como alma: Causal e Buddhico, pois em si mesmas constituem a alma humana e a alma divina respectivamente, e dentro da alma humana, a Essência ou Chispa Divinal, que realmente é um desdobramento daquela; e finalmente, como Espírito, o Íntimo, o Atman, nosso Real e Verdadeiro Ser. Entre o Espírito e o Corpo Físico existe um mediador, que é a Alma, vestida com o traje maravilhoso do corpo Astral. Este é um organismo dotado de maravilhosos sentidos internos.
 
A Ciência Gnóstica estuda o organismo humano em todos seus aspectos e dimensões. Também nos ensina que com nossa própria semente fortalecemos esses corpos que são totalmente desconhecidos para a ciência materialista.
 
Nesse estudo usamos nosso próprio corpo físico como meio experimental; dispomos de um laboratório próprio e devemos aproveitá-lo. Entidades ocultas à nossa vista, tanto boas como más, nos rodeiam por todas as partes. Os místicos e iniciados de todas as épocas não somente percebem a existência desses seres, senão que também buscam alcançar a visão espiritual interna por meio deles, se vierem de mundos superiores, ou dar-lhe ordens, se provierem de mundos inferiores. O meio para comunicar-se com essas entidades é através de certos centros ou vórtices denominados CHAKRAS – palavra sanscrita que significa roda ou disco, pois visto clarividentemente aparecem como vórtices redondos e vibratórios. Os grandes clarividentes nos falam dos sete chakras. Ditos centros magnéticos acham-se em íntima relação com asGLÂNDULAS DE SECREÇÕES INTERNAS.
 
No laboratório do organismo humano existem sete ingredientes submetidos a um triplo controle nervoso. Os nervos como agentes da Lei do Triângulo controlam o Septenário glandular. Os três controles nervosos diferentes que interatuam entre si são:
1º) O SISTEMA NERVOSO CÉREBRO-ESPINHAL, agente das funções conscientes;
2º) O SISTEMA NERVOSO GRANDE SIMPÁTICO, agente das funções subconscientes,      inconscientes e instintivas;
3º) O SISTEMA PARASIMPÁTICO OU VAGO, que colabora freiando as funções instintivas, sob a direção da mente.
 
O sistema Cérebro-Espinhal é o trono do Espírito Divino. O sistema Grande Simpático é o veículo do Astral. O Vago ou Parasimpático obedece as ordens da mente. Três raios e sete centros magnéticos são a base para qualquer Cosmos, tanto no infinitamente grande como no infinitamente pequeno. “Tal como é acima é abaixo”. As sete glândulas mais importantes do organismo humano constituem os sete laboratórios controlados pela Lei do Triângulo. Cada uma destas sete glândulas tem seu expoente num chakra do organismo. Cada um dos sete chakras corresponde a uma igreja da medula espinhal. As sete Igrejas da espinha dorsal controlam os sete chakras do sistema nervoso Grande Simpático. O termo “Sete Igrejas” vem dos primitivos cristãos; eles conheciam o Esoterismo. Eles conheceram e puseram em atividade esses sete chakras, encerrando-os perfeitamente dentro do simbolismo das “sete igrejas”, a fim de que não fosse adulterado seu significado. De maneira igual, falavam dos “sete candelabros de ouro do Templo”. Essa é a razão especial pela qual “ouviam a voz de Deus”, viam ou “tinham visões”, intuiam e entendiam o pensamento alheio, etc. E não só os Cristãos, os Indostães falam das “Flores de Lotos”, pois se parecem a essa flor, com um determinado número de pétalas. Também os gregos e egípcios antigos realizavam práticas especiais para o desenvolvimento desses Centros Magnéticos. Os astecas, mayas e incas possuíam os mesmos segredos. A este respeito conta-se que quando os espanhóis chegaram ao México, predicaram aos aztecas com o propósito de Catequizá-los, falando-lhes de Deus, de Anjos, etc. Os aztecas lhes disseram: “Esses Anjos que vocês estão nos ensinando, há tempos já os conhecemos pessoalmente”. Em seguida deram aos espanhóis uma bebida especial, composta de certas plantas que eles conheciam e, como conseqüência, o chakra pituitário ou Terceiro Olho, no dizer de Lobsang Rampa, lhes foi aberto e grande foi o assombro dos espanhóis ao ver clarividentemente, pela primeira vez, esses seres que tanto apregoavam.
 
A Gnósis demonstra que os 7 Lotos dos Yoguis, as 7 luzes do candelabro dos Hebreus, as 7 Igrejas da Ásia dos Cristãos, as 7 Rosas dos Rosa-Cruz, as 7 moradas do Castelo Interior das Carmelitas, os 7 planetas dos Astrólogos, etc. são símbolo ou alegorias das funções inerentes aos 7 Centros Magnéticos do corpo humano, correspondentes às 7 glândulas Endócrinas principais, as quais é necessário despertar, desenvolver e dominar para que o homem chegue a ser perfeito. Essas glândulas principais no corpo físico são as depositárias dos plexos no corpo vital e dos chakras no Astral.
 
O Prana ou Energia Cósmica é recebido e distribuído pelos chakras, que funcionam como verdadeiros acumuladores realizando seu trabalho a semelhança dos dínamos ou baterias. O Prana recebido pelos chakras circula através de certos condutores ou canais denominados NADIS, de diferentes tamanhos, que se dispersam por todas partes à semelhança dos nervos, veias e artérias; baseado nesses Nadis é que a antiquíssima civilização chinesa desenvolveu a técnica da Acupuntura, que tanto impacto tem causado em nossos dias. Calcula-se que o número desses nadis é superior a 70.000, sendo os três principais os seguintes: Nadis SUSHUMNA, que passa pelo interior da coluna vertebral e vai desde o cóccix até a parte alta da cabeça; Nadi PINGALA, que termina na fossa nasal direita no varão e Nadi IDA, que termina na fossa nasal esquerda (na mulher inverte-se de acordo com a Lei dos Opostos). Ambos ascendem enroscando-se ao redor da coluna vertebral desde o cóccix; estes três Nadis formam o CADUCEU DE MERCÚRIO, símbolo da Iniciação. O termo sanscrito NADI provém da raiz NAD, que significa movimento. Estes Nadis, assim como os Chakras, estão formados de matéria etérica e astral; não podem ser vistos pelo olho físico, nem tão pouco construir-se tubos de ensaio para sua demonstração no plano físico; alguns médicos os buscam através da dissecação do cadáver e ao não conseguir encontrá-los dizem “que toda essa teoria do esoterismo é falsa”. Não obstante certas práticas de meditação e respiração facilitam a observação dos Chakras e Nadis. Todos os Nadis tem seu ponto de origem num importante centro que se denomina KAMDA, o qual é descrito como um bulbo de forma ovóide, coberto por uma membrana e que localiza-se no corpo físico num ponto a uma meia distância entre o ânus e os órgãos genitais. Correspondendo a este centro, no corpo físico, temos a CAUDA EQÜINA. A medula espinhal estende-se desde o cérebro até o fim da coluna vertebral, desmembrando-se em finos filamentos parecidos com fios de seda; antes de seu término ramificam-se em inumeráveis fibras povoadas de ramais nervosos. São estas ramificações que chamamos de CAUDA EQÜINA no corpo físico eKANDA no corpo astral.
 
Entre cada Plexo Etérico e seu correspondente Chakra astral existe uma tela de finíssima contextura denominada REDE BÚDICA, a qual atua como um verdadeiro filtro impedindo que as vibrações grosseiras do plano astral penetrem nos plexos do corpo vital, evitando assim distúrbios no sistema nervoso e na consciência física. A natureza dessa tela vai-se aperfeiçoando à medida que o indivíduo evolui espiritualmente; as pessoas comuns a possuem de material astral condicionado ao seu Karma. Muitas pessoas possuem a Tela Búdica ou Rede Búdica rompida, explicando assim a capacidade inata que possuem para atuar como médiuns nas sessões espíritas, pois têm a facilidade de perceber ocorrências astrais sumamente imperceptíveis para as demais pessoas. A Gnósis não utiliza estes procedimentos.
 
uso imoderado do álcool e do tabaco, o emprego de narcóticos e das drogas de toda natureza trazem como conseqüência o entorpecimento da Rede Búdica, ficando numa situação de não poder mais filtrar as vibrações astrais e em conseqüência, tanto o alcoólatra como o toxicômano, terminam com alucinações terríveis, que nada mais são que contato e percepção direta com os seres mais baixos do mundo astral. Os excessos de toda natureza, podem também debilitar e romper a Rede Búdica, assim como as emoções violentas e desordenadas, trazendo como resultado sérias perturbações no corpo vital, que por sua vez se refletem no corpo físico, denominados atualmente pela medicina como enfermidades psicossomáticas. Esse acontecimento deve-se aos estados de loucura súbita a que se vê submetidas algumas pessoas, ao presenciar um desastre ou quando enfrentam uma brutal realidade.
 
A dificuldade de reter na memória os sonhos, que são episódios vividos no plano astral, assim como outras experiências, deve-se sempre ao pouco desenvolvimento dos Chakras, por isso é necessário realizar as práticas correspondentes para que os mesmos comecem a vibrar.
Os Chakras desempenham funções de extrema importância para a manutenção de nossa vida. Onde há um encontro de nervos, artérias e veias denomina-se Plexo. Os Chakras estão situados no mesmo sítio embora em dimensão distinta, para permitir a passagem e transformação da energia cósmica que absorvem em energia vital ou nervosa; todas as funções do corpo, sejam nervosas, digestivas, circulatórias, respiratórias, etc. se acham sob o controle dos Chakras e seus correspondentes plexos nervosos. Os Chakras principais e mais importantes são Sete, existindo também outros chakras menores. Os Yoguis Orientais indicam seu número entre 21 a 49 e até 144.
 
Cada um destes chakras tem seu mantram particular para vibrar. As sete Igrejas entram em intensa atividade com a ascensão do Kundalini ao longo do canal medular. O Kundalini mora nos elétrons. Os sábios meditam nele; os devotos o adoram e nos lugares onde reina o Matrimônio Perfeito trabalha-se com ele praticamente. O Kundalini é o fogo Solar encerrado nos átomos de certa energia que se elabora no laboratório humano, a substância eletrônica ardente do Sol, que quando é liberada nos transforma em verdadeiros Mestres. Os fogos do coração controlam a ascensão do Kundalini pelo canal medular. O Kundalini desenvolve-se, evoluciona, e progride de acordo com os méritos do coração. O Kundalini é a energia primordial encerrada na Igreja de Éfeso. A serpente de fogo dorme dentro de seu chakra enroscada três vezes e meia. Quando os átomos solares e lunares fazem contato no TRIBENI, perto do cóccix, desperta o Kundalini, a serpente ígnea de nossos mágicos poderes. Conforme a serpente sobe pelo canal medular, põem em atividade cada uma das sete igrejas. Desde tempos remotos utiliza-se o símbolo da serpente para representar a energia solar. Na simbologia Cristã há dois tipos de serpentes: a serpente negativa, tentadora do Éden, e a positiva, a que Moisés levantou no deserto, a qual atribuiu-se poderes curativos.
 
Na simbologia Chinesa observamos que a serpente constitui uma de suas máximas representações. Porém, há muito esqueceram seu verdadeiro significado e na atualidade somente o verdadeiro esoterista entende o símbolo da serpente.
 
Os Chakras das Gônadas são dirigidas por Urano; e a glândula Pineal, situada na parte média da cabeça, está controlada por Netuno. Entre este par de glândulas há uma íntima correlação e o Kundalini deve conectá-las com o fogo interno para lograr a AUTO REALIZAÇÃO.
 
seguinte quadro apresenta as correspondências entre os Chakras, os Plexos Nervosos, as glândulas e sua simbologia cristã.
 
CHAKRA
IGREJA
PLEXO
ÓRGÃO OU GLÂNDULA
Muladhara
Swadhistana
Manipura
Anahata
Vishuda
Ajna
Sahasrara
Éfeso
Esmirna
Pérgamo
Tiátira
Sárdis
Filadélfia
Laodicéia
Sacro
Prostático
Solar
Cardíaco
Laríngeo
Cavernoso
Coronário
Cóccix
Próstata ou Útero
Região do Umbigo
Coração
Tiróide
Pituitária
Pineal
 
 
 
 
 
 
 
 
Na posição do CHOC MOL Azteca, deitado em decúbito dorsal (boca para cima), pernas flexionadas, joelhos para cima, as plantas dos pés sobre a cama. Os braços também flexionados, estando os cotovelos sobre a cama enquanto as mãos cruzam-se sobre o peito (a direita sobre a esquerda). O discípulo deverá pronunciar o Mantram FA RA ON mentalmente, assim:
 
FFFFFFFAAAAAAA
rrrrrrraaaaaa
ooooooommmmmmm
 
concentrando-se nas PIRÂMIDES DO EGITO, até dormir e com a prática projetar-se-á conscientemente.

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