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terça-feira, 27 de setembro de 2011

A Zona Negra!


Dark Zone
A Zona Negra!


" Existem à nossa volta sacramentos do mal, da mesma
 forma que existem sacramentos do bem, e a nossa vida
e os nosso atos, desenrolam-se, segundo creio, num
mundo insuspeitado, cheio de cavernas, sombras
e habitantes crepusculares"
(ARTHUR MACHEN)




Um dos símbolos do satanismo -  todos sempre associados
ao príncipe das trevas; ao erotismo; ao sangue; aos
sacrifícios mais abomináveis e outras barbaridades.
Note-se o Tetragramaton invertido e o símbolo egípcio
ANKH, a chave da vida, encimado pelo minguante lunar,
nesse caso um signo de dissolução.



Um flagrante de uma "missa negra", abominável ritual
satânico, realizado sobre o corpo de uma mulher nua!


O erotismo e as fornicações fazem parte integrante
dessas cerimônias.



O satanista ama, venera e emula o seu "mestre".
Ele deve adorá-lo acima de tudo: blasfemar contra tudo aquilo
que é sagrado; beijar a sua imagem de maneira obscena e muito
principalmente praticar as orgias, as perversões, o canibalismo, os crimes,
além do homossexualismo e as mais diversas depravações.

O sapo, depois da  cobra um dos animais mais peçonhentos da
natureza, largamente utilizado nas operações de magia negra.
Poucos sabem, mas este animal é capaz de sobreviver sem qualquer
alimento, aprisonado dentro de rochas, mesmo por durante séculos!
Muitos já foram assim encontrados em blocos de calcáreo, em incrível
estado de vitalidade suspensa! Os magos negros costumam, mediante
uma hororrosa blasfêmia, batizá-los com o nome de Jesus Cristo e ainda
crucificá-los de cabeça para baixo, em meio a imprecações contra a
Divindade. Mais concretamente, costumam produzir através das suas
secreções, um poderosos veneno que, se inadvertidamente ingerido pela
vítima, fará com que ela definhe lentamente até a morte. E não existe
qualquer antídoto contra ele! Por um processo de repercussão, costumam
costurar o nome da pessoa alvo do feitiço em um papel dentro da boca
 deste animal, enterrando posteriormente em um cemitério, acreditando
assim que o sofrimento nele produzido leve a pessoa visada à morte!


Voodoo, outra espécie de magia negra de repercussão.
Fabricando um boneco com a imagem e alguns objetos
pertencentes à vítima, e ainda espetando-o com agulhas, o
"feiticeiro-negro" espera que o mal venha a atingí-la com a
mesma intensidade.


O gato, animal extremamente misterioso e magnético,
sempre foi utilizado nos rituais de magia negra - e talvez não
 sem uma certa dose de razão! Este felino é, de fato, um pólo de
atração de forças desconhecidas.  Nesta foto, um ectoplasma foi
captado pelo filme em meio a vários gatos de cor negra, por sinal
a cor desses animais preferida pelos bruxos quando os utilizam nos
seus infames rituais e sacrifícos.


O ritual de mumificação, praticado no antigo Egito, não deixou
de ser uma forma de magia negra. Preservando os corpos de maneira
contrária à natureza, a "personalidade-terra", ou "sombra",  do defunto era
mantida artificialmente viva, em uma dimensão surrealista e paralela, bastante
próxima à nossa! Os elementos acessórios deixados nas tumbas as alimentavam
psiquicamente. O Ocultismo explica aí a chamada "Maldição dos Faraós",  já que
os profanadores das tumbas eram literalmente vampirizados por essas sombras,
aprisionadas há milênios e portanto "famintas"!


Por isso mesmo as múmias eram colocadas em abrigos subterrâneos,
escavados por centenas de metros rocha adentro. As "sombras", por serem
eminentemente negativas, eram sustentadas pela força do telurismo, também
negativa e atuante no subsolo do planeta. Isso criava um verdadeiro "efeito
condensador", altamente eficaz e poderoso, capaz mesmo de preservá-las, assim
como aspiravam as crenças religiosas egípcias, por toda a eternidade!


E  nesses  verdadeiros abrigos subterrâneos e sombrios, os
profanadores  encontravam a própria morte, pagando com
com  as suas vidas pelas violações - assim como alertavam
os textos hieroglíficos de advertência:
"A morte carregará com as suas asas ligeiras, todos aqueles
que profanarem o sono do defunto"!
Além do poder  mental e da invocação de certas entidades
espúrias,   presume-se   que  os  egípcios  se  utilizavam  da
energia  atômica  para   preservar as tumbas. Em pleno ano
2000,   o arqueólogo Zahi Hawass  ao  descobrir a tumba in-
tocada  de  Eyuf,  um governador da  XXVI Dinastia,  encon-
trou-a  repleta  de misteriosas  partículas que pulverizavam
o ambiente. Segundo  declarou "Quando entrei foi como se
espinhos me espetassem o peito. Provavelmente Eyuf man-
dou  colocar este pó  para  espantar visitantes indesejados"


Afinal de contas, feitiços e maldições existem mesmo?
Quando  o  Grande Mestre da Ordem dos Templários,  Jacques
De Molay,   foi condenado em 1307  pela Igreja Católica e pelo
rei  da  França   à   morte  na  fogueira,   através  dos   infames
tribunais da inquisição, lançou uma severa maldição aos dois.
Cerca  de   50  Cavaleiros Templários  foram aprisionados   nas
masmorras   até  a  morte e, naquelas paredes insalubres e so-
turnas, desenharam  o  objeto  da  sua vingança.   Durante sete
dias consecutivos,  sete Templários se revezavam diante dessa
imagem,  amaldiçoando  o  Papa  Clemente V.    Tal imagem é
repleta de  simbolismos:  uma monstruosa serpente,  represen-
tando o telurismo,   a força negativa da Terra,  tendo no ventre
escrito:  "Clemente V, o destruidor do templo", se prepara para
devorá-lo através de  uma chama  infernal. Os atributos papais
 estão invertidos nas  suas mãos e o Anjo Vingador (São Miguel)
espeta a  sua  lança  para  atiçar  o monstro.  À esquerda, uma
Cruz Templária  completa o feitiço.  Desnecessário dizer que a
coisa  parece que deu certo:  o  papa  morreu misteriosamente
após longos  sofrimentos  e  o  rei logo o seguiu  -  ambos ator-
mentados por terríveis visões, além de dores lancinantes!  


Nada demais  nisso!  Essa espécie  de  magia de repercussão
já era largamente empregada pelos chamados "homens das
cavernas",  que   por  sinal não eram nem idiotas e tampouco
estúpidos como    ensinam  os  nosso  livros .   Pintavam   nas
 cavernas  os  objetivos  das  suas  caçadas  e, através da força
 mental  unificada,  literalmente enfeitiçavam  as presas  devi-
do ao seu psiquismo animal inferior - assim virtual e magica-
mente "atraindo-as" para as suas lanças!


O cérebro   humano,  um  dos  maiores e mais
insondáveis mistérios  com que se deparam a
Medicina  e  a própria Ciência.   Sabe-se  que
somente   utilizamos   dez  por  cento  do  seu
enorme  e desconhecido potencial.  Os outros
noventa   por  cento  estão latentes e  quando
devidamente  utilizados ,  mesmo  que  sem o
necessário  conhecimento,   podem  se tornar
 capazes  de  atingir  dimensões  e abrir certas
portas jamais sonhadas!

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