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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Lição 7 curso da expansão da consciência

Prezado Buscador

Vamos  comentar nesta oportunidade sobre um artigo publicado numa revista americana, intitulado “Dúvidas sobre o apagamento de Nova York”. Mantenhamos a mente aberta. Alguns trechos do artigo diziam:

“Exatamente às 5 horas e 28 minutos, da tarde, do dia 9.11.65, ocorreu a maior e inexplicável falha técnica da história. Doze milhões de nova-iorquinos sofreram as conseqüências de uma total interrupção de energia elétrica. Além de Nova York, outras cidades também ficaram nas trevas, como Albany, Rochester, Boston e Providence e também no Canadá, Quebec e Otawa. Numa imensa área de 207.184 quilômetros quadrados, abrangendo Quebec, Ontário, parte de New Hampshire, Massachusetts, Rhode Island, Connecticut, Nova York, Nova Jersey e Pensilvania, nenhum aparelho que dependesse de eletricidade funcionava. Trinta e seis milhões de pessoas (mais do que a população da Argentina, Bolívia, Chile, Equador e Uruguai) ficaram às escuras. Elevadores, semáforos, rádios, televisões, etc., deixaram de funcionar. Fornos elétricos, estufas, refrigeradores, liqüidificadores, pulmões de aço, e outras máquinas tornaram-se inúteis. Nas ruas produziram-se engarrafamentos espantosos”. “As bombas de gasolina não funcionavam e os automóveis eram abandonados por não poder abastecer. Nas estações do Metrô havia quase um milhão de pessoas paralisadas. Aviões que iam decolar ou aterrizar tiveram dificuldades em face da deficiência da iluminação das pistas. A anarquia aumentava. Havia mortos por acidentes, ladrões, pessoas desesperadas. A situação era tão grave e imprevista, que no Palácio de Cristal das Nações Unidas de Nova York, tiveram que suspender a sessão que estavam realizando”. Conforme a situação prolongava-se, as autoridades conscientizavam-se de que enfrentavam uma perigosa alteração da ordem. Porém, o verdadeiramente grave é que, juntamente com o pânico e o caos, o sistema de radar não funcionava. Qualquer projétil aéreo poderia atingi-los nesses momentos sem ser detectado. Além disso, nem sequer poderiam enviar um de seus projéteis teledirigidos para interceptá-lo, porque os botões de comando dependiam da eletricidade para seu funcionamento”.

“Em cada central elétrica existem computadores encarregados de vigiar cada centímetro dos grandes cabos condutores de eletricidade. Quando um dos computadores descobre, por exemplo, que um dos cabos está sobrecarregado e que há perigo de fundir-se, reparte automaticamente a carga com os demais cabos do sistema. Também indicam quando um fusível se queima, a que linha pertence e o local exato da avaria. Cada revelador, cada fusível, cada conexão, etc., são cuidadosamente revisados a cada instante”.

“A escuridão ou falta de energia durou exatamente DOZE HORAS, apesar de todas as preocupações que o sistema oferecia. Os relógios elétricos, ao receber a descarga de eletricidade, não tiveram que ser acertados. Seguiram marcando a hora certa, em face da falta de energia haver sido de doze horas exatas”.

Da maneira misteriosa que a luz havia faltado, novamente começava a fluir em cada cabo. Curiosamente havia durado doze horas exatas, provocando inusitadas suspeitas. A população pediu uma explicação ao Governo americano sobre a ocorrência. Tal explicação nunca foi dada, porém o Governo Norte-americano criou, a partir desse incidente, um Departamento Científico semi-público, com o evidente propósito de investigar os mistérios dos OVNIS, pois ficou completamente comprovado que a falta de energia foi provocada por uma Nave Cósmica Extraterrestre.

Naturalmente esta afirmação poderá parecer estranha a alguns de nossos estudantes, porém tem ocorrido muitos fenômenos em diversas partes do globo terrestre, dessa natureza, que não poderiam ficar fora de nossa investigação, deixando de lado toda ostentação, dogma e fanatismo.

Afastando nossa mente deste planeta, imediatamente pensamos no sistema solar de ORS, o conjunto planetário girando incessantemente ao redor do Sol. Além do Sol existe a Via Láctea, a qual pertencemos, onde há a impressionante quantidade de 18.000.000 de sóis, com seus respectivos sistemas planetários. Todo este conjunto de sóis, planetas e luas, tem como centro de gravitação o SOL CENTRAL SÍRIO. A Via Láctea é realmente tão gigantesca, que embora viajando a 270 quilômetros por segundo, o sol demoraria uns 220.000.000 de anos para dar uma volta completa ao redor dela. Nossa Galáxia mede uns 100.000 anos luz de diâmetro e talvez uns 100.000 anos luz de espessura.

Os astrônomos sabem que além da Via Láctea há três Galáxias visíveis a olho nu. Duas delas podem ser vistas do hemisfério sul: a Grande Nuvem e a Pequena Nuvem de Magalhães, assim chamadas em homenagem ao célebre explorador. Existem no espaço infinito, muitos milhares de galáxias, estimando-se num espaço de 250.000.000 de anos luz cerca de 1.000.000.000 de galáxias e embora seja tão enorme essa distância, não dão sinal de terminar. Ante esta situação, ante estas quantidades inconcebíveis de Universos, Galáxias, Sóis, Planetas e Luas, que nossa mente é incapaz de abranger em toda sua extensão, surgem as seguintes perguntas.

Esses milhões de mundos gigantescos estariam no espaço infinito sem utilidade alguma? Haveria um grande esbanjamento da natureza? E acaso, como exceção, em qualquer parte do espaço, como buscando a famosa agulha no palheiro, encontramos – coisa curiosa – um mundo chamado Terra, habitado? Não haveria por aí outro mundo em melhores condições que o nosso? Cujos habitantes não pensem em guerra, em roubar? Que tenham um alto conceito do que é organização, de como servir aos demais, de cultura, orientação e bem estar?
Nos tempos antigos Anaxímenes de Mileto, o grande sábio, enfatizou a idéia de que o número de mundos habitados era infinito. Na atualidade, alguns eminentes físicos pensam que talvez em alguma parte da Via Láctea existam sociedades científicas de homens EXTRATERRESTRES imensamente superiores a nós. Acreditam os citados cientistas que possivelmente ditos extraterrestres queiram comunicar-se conosco e até descobriram que ditas sociedades emitem ondas em nossa direção, numa freqüência de 1,420 Mc/seg.

A idéia da PLURALIDADE dos mundos habitados já começa a ser compreendida pelos homens de ciência. Dizem os sábios que a possibilidade de vida extraterrestre deve ser examinada detidamente. Há notícias de que o famoso cientista Drake tem a intenção de estudar seriamente a interessantíssima zona de CETI e de ERIDANO. Estas duas estrelas encontram-se a 11,4 anos luz e são as mais próximas depois da “Próxima de Centauro”.

Outros cientistas adotam métodos mais fáceis e rápidos. Em 1954 no lugar chamado Rocha Gigante, no estado da Califórnia, USA, celebrou-se uma estranha Convenção: a de pessoas que afirmavam solenemente haver viajado em naves cósmicas de procedência extraterrestre. Essa interessante Convenção foi organizada sob os auspícios do Exmo. Sr. George Van Tossel. Um dos congressistas que recebeu maior atenção foi o Dr. Charles Laughed, de Chicago, que obteve grande publicidade, quando sem temor algum declarou haver tido uma comunicação do espaço, no qual prediziam-se catástrofes na Terra e o reaparecimento dos continentes perdidos da Lemúria e Atlântida.

Truman Bethurum, autor do livro “Scow from Clarion” disse haver tido onze conversações com pessoas do espaço cósmico e acrescentou: “Uma manhã havia tantas naves do espaço sobre Washington, que a Força Aérea acreditou que estávamos sendo invadidos e em perigo de um ataque de outro planeta. Ao lado de Bethurum estava o famoso cientista Jorge Adamsky, que teve muitas experiências a respeito, dignas de nota. O Sr. Van Tassel, ao tomar a palavra, disse: “Estamos aqui para revelar as coisas, não para ocultá-las. As naves do espaço são manejadas por inteligências superiores às nossas. Os homens do espaço estão aqui para ajudar-nos quando chegar o momento crítico. Nós, os participantes que estamos reunidos pela primeira vez, temos uma tarefa para fazer e vamos fazê-la”.

E é claro que tem cumprido a promessa: Jorge Adamsky fez inúmeras conferências sobre a pluralidade dos mundos habitados. O mesmo fizeram outros cientistas. E não poderia ser de outro modo; nós, pobres e míseros mortais inconscientes, somos tão cegos, que sustentamos a vã pretensão de dizer que este é o único planeta habitado? Em que nos baseamos para afirmar isto? Será porque os sistemas de investigação que possuímos não nos deram informações fidedignas sobre os planetas vizinhos?
Sem dúvida, os extraterrestres nos visitam e nos visitaram sempre. A falta de energia ocorrida em Nova York é uma amostra. Segundo comprovou-se, aviões de caça da Força Aérea dos Estados Unidos perseguiu nessa ocasião a duas naves cósmicas, sendo que uma delas perdeu-se no espaço estrelado e a outra desceu sobre a usina de energia elétrica de Syracuse, vindo em seguida a falta de energia. Alguns comentaristas acreditam firmemente que o OVNI foi prover-se de energia, porém isso não é real. Unicamente quiseram demonstrar que eles não querem fazer-nos danos, embora tenha possibilidades de fazê-lo.

Por que nos iludem? Por que fogem de nós? Por que não aparecem à luz do dia? Nós não faríamos o mesmo se estivéssemos ante uma tribo de canibais?
As pessoas de outros mundos sabem muito bem que não somos mansas ovelhas e antes de cair em nossas felinas garras fratricidas, preferem desaparecer furtivamente no céu estrelado. Cair no cárcere sem motivo ou converter-se numa cobaia de laboratório, para experiências, para extração de glândulas ou injeção de distintas substâncias com o propósito de verificar reações, por certo, não é nada agradável. É óbvio que os habitantes extraterrestres não querem correr tal risco e por isso preferem iludir-nos, evitar-nos. Isto não significa que não podem defender-se. Se já conquistaram o espaço, devem possuir também armas formidáveis, porém não são assassinos. Procuram somente evitar problemas.

E quanto a nós? Como corresponderemos às suas visitas?
As investigações científicas de viagens inter-espaciais definidas reviveram com as obras maravilhosas de Konstantin Eduardovich Tsiolkovsky, nas quais menciona os foguetes cósmicos. Em 1920 esse sábio predisse que num futuro próximo as ondas curtas de rádio penetrariam em nossa atmosfera e se converteriam no principal meio de comunicações estrelares. Esta profecia já está se cumprindo; desgraçadamente os cientistas não são capazes de interpretar as mensagens cósmicas. Acreditava Tsiolkovsky que pelo menos num planeta situado num lugar qualquer, os seres haviam alcançado uma tecnologia que lhes permitiria vencer a força da gravidade e lançar-se ao espaço. Os Gnósticos sabemos muito bem, mediante a experiência mística direta, que qualquer humanidade inofensiva do espaço cósmico infinito pode dar-se ao luxo de viajar a outros mundos. Atualmente fala-se muito na possibilidade de viagens entre sistemas solares e até de fantásticos foguetes impulsionados por energia atômica e guiados pela pressão da luz. Existem belíssimas teorias espaciais. Desgraçadamente resulta evidente que para chegar a qualquer estrela, como o sol que nos ilumina, dentro de um período de tempo humano, necessita-se romper primeiro a barreira da velocidade da luz. Dentro de tal barreira existe o mundo Tridimensional; rompê-la, transcendê-la, equivale realmente a penetrar na quarta dimensão. Não é possível a conquista do espaço, sem antes haver conquistado o tempo, pois este em si mesmo constitui a ante-sala da quarta dimensão. Fora de toda dúvida afirmamos que a conquista do tempo se torna impossível enquanto permanecermos encerrados dentro deste molde tridimensional de vida, determinado pela velocidade da luz. Na quarta dimensão é evidente que podemos viajar no tempo, submergir-nos num remoto passado ou projetar-nos num longínquo futuro; recordemos que o tempo é redondo.

Se uma nave cósmica saísse de nosso afligido mundo a uma velocidade maior que a da luz, rumo a algum misterioso sol, situado em algum ponto a distância incomensurável de 137 anos luz, é certo que ao retornar à este planeta, conservando durante todo o trajeto a mesma velocidade, seus tripulantes teriam que passar pela tremenda confusão de encontrar a nossa terra 270 anos mais velha. No entanto, qual o foguete cósmico capaz de viajar a uma velocidade maior que a da luz? É evidente que o famoso sistema de foguetes, embora possa levar-nos com muita dificuldade à lua e eventualmente a Marte, no fundo é completamente absurdo para a conquista do espaço infinito. Purcell, eminente cientista, analisou seriamente a quantidade de energia indispensável para realizar uma hipotética viagem sideral de ida e volta a uma estrela situada a uns 12 anos luz, com a particularidade específica de alcançar a média máxima de 99% da luz (a luz viaja a 300.000 quilômetros por segundo). Vejamos agora a questão do combustível. Não há dúvida de que a fusão da bomba de hidrogênio, na qual os isótopos desse elemento, como o tritio e deuterio combinam-se para formar hélio, a qual é atualmente a fonte mais apropriada e disponível de energia. Pensemos por um momento na tremenda eficácia dessa fusão extraordinária que faz resplandescer o Sol. É claro que nessa formidável reação, combinam-se inteligentemente quatro núcleos de hidrogênio, com superlativo calor e potente pressão, para formar, na realidade, um núcleo de hélio. É óbvio que a maravilhosa energia de coesão, que mantém integralmente o núcleo do hélio unido, é fora de dúvida, ligeiramente menor que o dos núcleos de hidrogênios originais. Depois da reação sobra um resíduo que atua em forma de energia livre em seu movimento. É evidente que este tipo especial de energia liberada é imponente, terrível, tremendo, já que segundo a famosa equação de Einstein, E/M = C2 (Energia dividida pela massa é igual ao quadrado da velocidade da luz). O valor E toma gigantescas proporções.

Purcell supôs que com este tipo solar de fusão, necessitaria nada menos de 16 milhões de toneladas de hidrogênio para mover sua nave sideral na hipotética viagem. É claro que para tal viagem de 12 anos luz, esse veículo cósmico teria um peso aproximado de 100 toneladas. É lógico que a nave cósmica deveria ser acelerada ao decolar e freada ao chegar, voltando a acelerar para iniciar seu regresso e por último detendo-se novamente ao aterrisar neste mundo. Todas estas manobras implicam num tremendo consumo de milhões de toneladas de combustível. Que foguete seria capaz de transportar tanta carga? Fica-nos todavia o recurso de obter energia combinando inteligentemente a matéria com a anti-matéria. Está demonstrado que se duas substâncias contrárias fazem contato direto, destroem-se mutuamente, liberando energia em forma de raios Gama. Este é o único processo certamente conhecido pelo qual pode transformar-se tanto a matéria como a anti-matéria em energia. Os famosos raios Gama que se encontram no extremo da onda curta, no espectro eletromagnético, poderiam impulsionar uma nave cósmica com idênticas condições da pressão da luz. A cada partícula atômica corresponde uma anti-partícula. É fácil compreender que a anti-partícula é uma imagem reflexa de sua original. Se esta última em si mesma está carregada negativamente, como o elétron, sua partícula resulta positiva, ou seja, um próton. Aparentemente resolvido este problema de gerar energia para impulsionar uma nave cósmica, de nenhuma maneira ficaria aclarado o problema da viagem hipotética de Purcell. É evidente que para tal viagem necessitar-se-iam 406,400 toneladas de combustível, repartidas igualmente entre matéria e anti-matéria. Poderia acaso uma nave de 100 toneladas carregar tal quantidade de combustível? Repetimos que estamos tratando de uma viagem hipotética de apenas 12 anos luz. Como ficaria tal problema se a viagem fosse de 50 ou 100 anos luz? No fundo, é um problema sem solução. Se queremos conquistar o espaço, devemos enfocar a questão de outro ângulo.

Necessitamos uma autêntica revolução científica, aprendendo a utilizar a energia solar. Com justa razão dizia Marconi: “Onde chegue um raio do Sol; ali pode chegar o homem”. ENERGIA SOLAR e QUARTA DIMENSÃO serão as bases da futura humanidade. Necessita-se entender a quarta dimensão e isto somente é possível estudando-se a fundo o átomo.

Quando a quarta coordenada for entendida, poderá elaborar-se uma nova Geometria de tipo Tetradimensional. É fácil compreender que sobre este fundamento vivo poderá ser criada uma Física Revolucionária, com quatro dimensões. A Física atual é deficiente para a conquista do espaço. Quando tivermos uma Física Tetradimensional poderemos então fabricar naves cósmicas capazes de atravessar instantaneamente a barreira da velocidade da luz.

Tais navios cósmicos viajarão no tempo a velocidades superiores à da luz. Esta classe de naves impulsionadas por energia solar não necessitam carregar combustível de nenhuma espécie e viajam livremente pelo espaço infinito. O mundo tridimensional não é tudo; é somente uma folha da árvore da vida; pensemos na quarta dimensão.

Já conseguimos atravessar a barreira do som com cápsulas e aviões supersônicos, porém ainda não pudemos atravessar a barreira da velocidade da luz. Nossos irmãos do espaço já superaram essa etapa, pois suas naves são construídas de tal forma que tanto a fricção como a distância deixaram de ser problemas. Em primeiro lugar, a forma peculiar dos “pratos”, um deles invertido por cima do outro (daí o nome de discos voadores), como corpo exterior, visível, que é na realidade a parte que gira, num movimento de rotação que pode alcançar velocidades inimagináveis, logrando deslocar facilmente a fricção, tanto quando está num local como quando está projetado no espaço. Um segundo corpo interior permanece sem rotação, que é onde estão os controles, compartimentos, etc. Ambos os corpos, interior e exterior, estão sujeitos a um só eixo central. Podemos deduzir que com esse movimento rotatório do corpo exterior obtém-se os seguintes resultados: deslocamento da nave em qualquer direção, tanto para cima como para baixo; quedar aparentemente imóvel em qualquer ponto do espaço, parecendo uma estrela; deslocar-se em qualquer direção com velocidade fantástica, superando a velocidade da luz, se assim desejar, passando assim a barreira do tempo e penetrando logicamente na quarta dimensão.

Quantos e quais planetas são habitados? O Gnosticismo afirma que todo planeta é sempre cenário de sete grandes raças e depois morre. A Lua produziu num passado Dia Cósmico suas sete raças selenitas e morreu. Nosso planeta Terra não é uma exceção. Atualmente estamos no final da Quinta Grande Raça Raiz, a raça Ária (que não deve ser confundida com as sub-raças: branca, negra, amarela, etc.). O mesmo processo realiza-se de acordo com as leis imutáveis da Natureza em qualquer planeta de qualquer Galáxia, então podemos concluir que há humanidades mais avançadas e mais atrasadas que nós. 


Logicamente as mais avançadas procuram visitar os planetas vizinhos. Um dos requisitos invioláveis para a conquista do espaço, é a ALTA MORAL em todos os aspectos, a PUREZA  em todos os sentidos, motivo porque a possibilidade de uma invasão ou conquista deve ser descartada. Talvez no momento não compreendam isto, porém, mais adiante concluirão que não poderia ser de outro modo. Os baixos instintos que normalmente vemos, como a sede de conquista, o assassinato, as guerras, a pilhagem, o roubo, a ambição, etc., são situações que se logram superar, e que se tudo isto é comum num mundo moderno, porém na realidade é selvageria disfarçada de modernismo, tal qual um canibal vestido de perfeito cavalheiro, não é assim nos mundos onde há milhares de anos já superaram essas mesquinharias próprias da idade da pedra. É necessário que nos preparemos para receber nossos irmãos do espaço, pois eles sabem que estamos passando por uma situação crítica, que se agravará nos próximos anos e procuram ajudar-nos. Eles são iguais a nós no aspecto físico, pois em qualquer planeta o corpo humano tem as mesmas características. Unicamente há diferentes tamanhos e cores, como aqui vemos negros, amarelos, etc.
PRÁTICA DE COMUNICAÇÃO COM OS OVNIS

Caro estudante, temos falado de coisas que para muitos podem parecer fantásticas e discutíveis. Para melhor comprovação, vamos ensinar o procedimento para que verifique por si mesmo a realidade da existência dos OVNIS. Esta chave não está dentro dos processos de práticas que estudamos até agora; serve somente para comprovar nossas afirmações.

Se queres estabelecer comunicações com as naves extraterrestres, faça o seguinte desenho: Um círculo grande.

Dentro deste, outro círculo mediano, e dentro deste um terceiro de menor tamanho. Os três círculos serão de cor azul celeste. No centro coloque um ponto dourado, proporcional ao tamanho dos círculos. Do centro à circunferência maior, trace oito raios ou o que é o mesmo, quatro diâmetros perfeitamente distribuídos, também de cor azul celeste. Da circunferência maior, partirá em direção ao centro, porém sem chegar a este, detendo-se no segundo círculo, pequenos e bastante raios também de cor azul celeste. Tudo isso deve ser pintado preferentemente sobre um fundo branco.

Este é o símbolo da Divindade em todos os planetas do espaço infinito. Se preferir, poderá pintá-lo em tamanho grande, o maior que puder, no teto da casa, terraço, pátio, etc.
Durante várias noites concentre-se nas naves cósmicas e em seus tripulantes, pronunciando mentalmente (ou audivelmente) o mantram “SOLIM SALARA”, alargando cada vogal e imaginando um contato mental com eles, enviando-lhes pensamentos de amizade, de aproximação. Eles já visitaram muita gente e a qualquer momento poderão fazer o mesmo contigo.
SÍMBOLO DA DIVINDADE

 


PRÁTICA PARA POR A MENTE EM BRANCO
Utilizaremos a chave KOAN. Koan é um pergunta enigmática que não tem resposta e utiliza-la na prática da meditação, para pôr a mente em branco, quando o Eu Psicológico não nos deixa a mente em branco porque manifesta-se em forma de pensamentos desordenados; nesse caso aplicamos a chave conhecida como KOAN.
Na posição que mais te agrade para praticar meditação, relaxe dos pés à cabeça e execute o seguinte, concentrando-te nisso:
“Imagine o som que produz o bater de palmas de um só mão, no vazio”. Como soa o roçar de uma só mão no vazio? (faça esforço para escutar). Medite com a mente somente atendendo à chave.
O estudante deve aprender a produzir seus próprios KOANES, como por exemplo a seguinte frase: “Se tudo se reduz à unidade, a que se reduz a unidade?”
PRÁTICA PARA DESPERTAR CONSCIÊNCIA
Procure prestar atenção em todos os teus atos, tomando consciência de tudo, todo o tempo. Por exemplo, ao levantar pela manhã, tenha consciência de que está levantando, que caminhas para o banheiro, que está lavando o rosto, gastando apenas a quantidade de água necessária; quando for tomar o café da manhã, lembre-se de que está tomando o café da manhã, tenha consciência disso, comendo somente o que for necessário. Quando for para o trabalho, preste atenção ao seu andar, tome consciência de que está andando, não pensando em outras coisas. No trabalho, preste atenção somente ao trabalho, fazendo-o da melhor maneira possível, demonstrando a perfeição do seu Ser Interno. Não deixe a mente divagar, pensar em outras coisas. Procure exercer domínio sobre si mesmo. No começo é difícil, porém com o tempo sua consciência irá se despertando. Pense que Deus manifesta-se em toda palavra que você disser. Cuide das palavras, dizendo somente o necessário e conveniente. Pense antes de falar. Fale com consciência.
Paz Inverencial

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